Uma vez, desenvolvemos a aplicação da Metodologia CEFE para pessoas que tem deficiência auditiva e usam a liguagem de Libras (linguagem de sinais) para se comunicar.
Tínhamos verificado que a maioria dos cursos oferecidos a este segmento eram cursos profissionalizantes nas áreas de informática, gráfica, e outros. Não existiam cursos de empreendedorismo, criação de negócios, gestão, enfim, ser empresário de sucesso.
Foi muito interessante, pois tudo era discutido e “falado” em libras e com isto formamos 15 multiplicadores com deficiência auditiva para poderem atuar no mercado. O projeto foi financiado pela Fundação Banco do Brasil com recursos do Ministério do Trabalho.
No último dia do curso, fomos a um restaurante para comemorar. Avisamos antes ao restaurante que eram pessoas que não escutavam, de forma que os garçons soubessem disto e não houvesse problema no atendimento.
No final, quando apresentaram a conta, colocaram 20 “couvert artistico”, pois segundo o maitre, haviam chamado um conjunto para tocar e animar a festa…
Foi uma briga para tirarem 15 do couvert artistico…Convencer o maitre que as pessoas que estavam lá não escutaram nada da música que foi tocada pelo conjunto que estava se apresentando…
Tags: CEFE, Fundação Banco do Brasil, Libras, Ministério do Trabalho e Emprego, surdos