EU JURO, by Tânia Machado

OUTRA DO GOOGLE

29 de maio de 2011
3 Comentários

Se voce tem gmail…preste atenção,,,mesmo conversando com amigos, suas palavras chaves são marcadas…
Ou seja, tem gente vendo seu email ou pelo menos monitorando…
É so voce falar em ” viagens” que na propagando quando vc abre o gmail aparece um monte de anuncio…
Se vc falar em sapatos, roupas, eletrodomestico, etc…é a mesma coisa…
Acho que o google esta exagerando…
cuidado…

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IPHONE E GOOGLE…

29 de maio de 2011
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Voces notaram que quem tem Iphone e Google, tem a vida totalmente devassada?
Onde voce vai com seu telefonezinho…ta la o google marcando aonde voce foi…


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KOMBINAMOS FRETE…

15 de maio de 2011
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A Mãos de Minas trocou no ano passado a caminhonete por uma kombi.
Um monte de gente achou ruim, mas a caminhonete estava dando oficina todo dia e a kombi foi feita pela troca elas por elas…
Ta bom, que quanto a conforto é uma “m” de carro, se é que pode chamar de carro, mas resolve os nossos problemas de transporte.
Agora descobri outra vantagem…
Quando saimos com o Doblo-Fiat, em todo sinal vem vendedor, distribuidor de propaganda, gente pedindo esmola, gente vendendo bala, e aquele monte de coisa que vemos toda hora.
Na kombi, ninguém para…o pedinte pula a gente, o vendedor nem olha para o nosso lado, nem o cara da propaganda não quer desperdiçar papelzinho com a gente…
Vê como tudo na vida tem o seu lado bom…


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ICMS

15 de maio de 2011
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A guerra fiscal vai inviabilizar o país.
Agora, qualquer empresa que mesmo estando no Supersimples, e vender pela Internet, quando o produto chega em outro estado a fiscalização exige o pagamento da diferença da alíquota do ICMS para venda no varejo, ou seja, 18%.
Nao foram todos os estados que assinaram este acordo, mas a grande maioria.
Assim, vender pela Internet para outro estado o que seria uma grande saida, esta virando um grande fiasco.


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WORDCAFE

1 de maio de 2011
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Estou lendo sobre esta metodologia e estou encantada…

WORDCAFE foi desenvolvido por acaso na Inglaterra em 1995. Eram consultores que usavam métodos de discussões grupais, quando num encontro verificaram que o local preparado para a discussão era a céu aberto e estava ameaçando chover. Preocupados com as pessoas chegarem e não terem aonde se sentar, prepararam umas mesas no salão de forma que todos ficassem bem acomodados até que se definisse o tempo e pudessem sair ao ar livre. Para as mesas não ficarem sem nada, pegaram folhas de flip charter e colocaram em cima como se fosse uma toalha. Chegou alguém e comentou que estava parecendo uma mesa de café. Então resolveram continuar com a brincadeira e colocaram um vasinho de flor e colocaram também uns crayons como alguns cafés fazem.
O coffe break que já estava preparado na cozinha, montaram uma mesa no salão e colocaram lá.
As pessoas foram chegando e se acomodando nas mesas espalhadas. Pegavam café e os biscoitos e voltavam para suas mesas.
Como na entrada estava um cartaz informando o tema que eles iriam discutir naquele dia, as pessoas quando sentavam juntas começavam a conversar animadamente sobre o tema a ser discutido, verdadeiramente envolvidas, rabiscando as suas toalhas com idéias.
Encantados com o que estava acontecendo, os consultores desistiram de interromper para fazer uma abertura formal do encontro.
Uma hora depois, um participante se levanta e dia: eu gostaria de saber o que esta acontecendo em outras mesas. Que tal não deixarmos “um anfitrião” na mesa e fazer com que os outros participantes troquem de mesas a cada hora para que assim possamos compartilhar com todos as nossas idéias. Há o consenso de que a sugestão parece divertida e depois de alguns momentos de confusão, as pessoas começam a se mover pela sala. Uma pessoa permanece na mesa, enquanto cada um dos outros vai para uma mesa diferente para continuar a conversa. Esta rodada durou outra hora e a sala ficou “verdadeiramente viva” com as pessoas entusiasmadas e envolvidas, quase sem fôlego! E isto continua então, com as pessoas se acotovelando em volta das mesinhas, aprendendo juntas, testando idéias e suposições em conjunto, construindo juntas um novo conhecimento, adicionando diagramas e figuras umas para as outras e anotando palavras e idéias básicas sobre as toalhas.
Depois de três horas, os consultores decidiram que deveriam “socializar” as toalhas das mesas.
Colocaram-nas num painel, onde todos podiam observar os resultados a anotações de todas as mesas, nas quais separadamente todos tinham participado.
Os consultores notaram também, que pessoas que em outro encontro sempre tinha ficado tímida, ou mesmo aquelas que nem sempre deixavam espaço para outros falarem estavam equilibradas. O tímido falou e participou e o falante reduziu sua agitação e deixou espaços para outros também se manifestarem.
Os consultores então viram que alguma coisa mágica tinha acontecido. Haviam testemunhado algo para o qual não tinham nenhuma linguagem. Foi como se a inteligência de um ser coletivo maior além dos seres individuais da sala, tivesse se tornado visível para todos. Parecia quase “mágico” – um momento estimulante de reconhecimento daquilo que haviam descoberto em conjunto, que era difícil de descrever, embora parecesse estranhamente familiar. O processo de algum modo capacitou o grupo a ter acesso a uma forma de inteligência colaborativa que se tornou mais potente na medida em que tanto as idéias quanto as pessoas andavam de mesa em mesa, criando novas parcerias e fazendo a polinização cruzada de suas diferentes percepções.
E fechamento conceitual do objeto da reunião foi fácil de realizar, pois todos, sem exceção participaram de sua elaboração.
A partir daí, o WORDCAFE passou a ser disseminado e sua aplicação pelo mundo afora permitiu sua aplicação em diversas áreas.
A vantagem é que para aplicar o Wordcafe, ninguém precisa de nada mais do que boa vontade para organizar as pessoas para trocarem informações.


Publicado em Centro Cape