EU JURO, by Tânia Machado

CENTRO DE ARTE PÓPULAR

24 de julho de 2012
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Hoje foi inaugurado o Centro de Arte Popular…Lá na Gonçalves dias com Bias Fortes…
Há uns 4 anos atras quando eu e Mamélia fomos lá ver as ruinas do hospital São Tarcisio, a Mamelia foi olhando a casa e dizendo…aqui ficaria bom isto…alí ficaria bom aquilo…e a unica coisa que pedi foi…olha, neste quintal voces bem que poderiam deixar ao lado do café uma varanda, assim quando eu vier aqui posso fumar sem ter que ir para a rua…
Não é que hoje a varanda estava lá! Lógico que fui lá fumar um cigarrinho…era o terceiro do dia…


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r$ 1,80

24 de julho de 2012
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Neste mesmo projeto teve outro caso…
Tinha um consultor de São paulo que era vegetariano…entao ele me pediu que ao inves de trazer nota fiscal de restaurante se nao podia comprar no supermercado os ingrediantes e ele fazer a sua propria comida já que o local que estava hospedado permitia isto.
Autorizei e juntei a nf na prestaçao de contas na rubrica “alimentaçao”
Até que um dia, alguém da prestaçao de contas do Ministério chegou no Centro Cape, vindo de AVIÃO de Brasilia, pegando taxi do aeroporto, dizendo que iria embora no dia seguinte, ou seja, ia pagar hotel, com a notinha de R$ 1,80 na mão pedindo que eu justificasse aquela compra.
Fiquei tão horrorizada com aquilo que imediatamente disse: olha, eu nao sei quanto vale a sua hora, mas a minha vale mais do que R$ 1,80. Por favor, me de a conta do Ministerio que estou depositando imediatamente o valor de R$1,80 e a nossa discussão termina aqui.


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FICTICIO

24 de julho de 2012
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lEMBREI HOJE COM UM AMIGO DE UM CASO QUE ACONTECEU HÁ MAIS DE 10 ANOS…

ESTAVA REALIZANDO UM PROJETO NACIONAL PARA UM MINISTÉRIO E TINHAM COORDENADORES LIGADOS AOS ESTADOS QUE ACOMPANHAVAM E FAZIAM A GESTAO DO PROJETO LOCAL.
ENTAO UM DIA RECEBI UM EMAIL COM OS SEGUINRES DIZERES: ESTOU DE ENCAMINHANDO UM RELATÓRIO FICTICIO PARA QUE VOCE ME MANDE O PAGAMENTO…
iMEDIATAMENTE RESPONDI: OK – RELATÓRIO RECEBIDO. eSTOU TE MANDANDO UM PAGAMENTO FICTICIO…

A PESSOA FICOU ‘p”DA VIDA E FOI AO MINISTRO RECLAMAR QUE EU NÁO TINHA PAGO A ELA…A MINHA SORTE, FOI QUE TINHA PASSADO COPIA DOS EMAILS PARA O COORDENADOR DO PROJETO NO MINISTÉRIO E QUANDO O MINISTRO O CHAMOU ELE IMEDIATAMENTE MOSTROU PARA O MINISTRO OS EMAILS…

A RECLAMANTE FICOU COM CARA DE TACHO E O MINISTRO PUTO COM ELA…


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LI NA INTERNET E ADOREI…

21 de julho de 2012
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Desabafo

 

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
 
– A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.
 
A senhora pediu desculpas e disse:
– Não havia essa onda verde no meu tempo.
 
O empregado respondeu:
– Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora.
  Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.
 
– Você está certo – responde a velha senhora – nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja.
 
A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
 
Realmente, não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
 
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis.
Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

 
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado… como?
 
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
 
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos.
O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
 
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
 
Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Abandonamos as navalhas,  ao invés de jogar fora todos os aparelhos ‘descartáveis’ e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos.. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
 
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em “meio ambiente”, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
              
(Agora que você já leu o desabafo, envie para os seus amigos que têm mais de 50 anos de idade , e para os merdas que tem tudo nas mãos e só sabem criticar os mais velhos…)


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