EU JURO, by Tânia Machado

ELEIÇÕES

30 de abril de 2014
Deixe um comentário

Queria fazer um questionamento a todos: O que esperam da próxima eleição?
O que gostariam que o próximo presidente da republica fizesse pelo artesanato?
O que gostaria que o senador e deputado federal fizessem pelo artesanato no seu estado?
O que gostaria que o seu governador fizesse no seu estado em prol do artesanato?
O que gostaria que seu deputado estadual fizesse pelo artesanato no seu estado?
São perguntas que devemos nos fazer…
Voce se lembra em quem votou na ultima eleição? Voce se lembra o que seu candidato prometeu? Voce acompanhou o que ele fez?
Pois é…a gente se deixa usar e depois não cobra…Eu tenho dois candidatos a deputados federal e estadual que voto neles há 3 eleições. Pois eu estou sempre junto , cobrando, questionando, pedindo, discutindo, etc. Nem sempre eles pensam igual a mim em alguns assuntos, mas o importante é que nos assuntos artesanato eles estão comigo…curiosos quem são? São Nilmário Miranda e Almir Paraca, todos os dois do PT…não acredito em partidos. Acredito em pessoas e eles são dois caras que acredito.
Então pense…quem é o seu candidato? O que ele pode fazer por voce, pela sua comunidade, pelo que voce acredita, pela sua cidade e pelo seu país…pense bem…converse com ele se tiver oportunidade, discuta o seu ponto de vista…so assim poderemos melhorar este país…não temos ainda o voto distrital – que para mim seria o ideal, mas vote em voce pois voce é o seu melhor candidato e faça do seu candidato o seu espelho, pois votando nele, estaria votando em voce, mas não esqueça o seu espelho na parede, senão fuuuu…


VIRO BICHO!!!

30 de abril de 2014
Deixe um comentário

Tem três coisas que viro bicho e fico pronta para pular na jugular da pessoa, tal qual uma gata parida…
Falar mal da minha família – isto só eu tenho o direito, mesmo assim só faço na surdina
Falar mal dos meus cachorros – mesmo sabendo que o Billy meu poodle é meio neurastênico.
Tentar prejudicar o artesão brasileiro, tratando-o sem consideração.


Publicado em Uncategorized
Tags:

VOCE SE CONSIDERA ARTESÃO?

30 de abril de 2014
Deixe um comentário

Você se considera artesão? Então se prepare, pois para ser considerado artesão neste país você deverá ir a uma coordenação estadual do PAB – Programa de Artesanato Brasileiro e demonstrar ali na hora que você sabe fazer o produto que diz que produz…
Agora, se é verdade que no Brasil existem 8,5 de artesãos, dividindo isto pelos 27 estados, teríamos uma média de 314 mil artesãos por estado…
Considerando que se gaste em média 30 minutos na sua demonstração, teríamos 157000 horas por estado.
Isto daria, 19.625 dias se considerarmos uma pessoa fazendo os registros e 6.541 dias se forem 3 pessoas, 8 horas por dia…o que nos leva a 18 anos, trabalhando 365 dias…
Isto pra no final você ganhar uma carteirinha, que vai dizer que você não precisa de gestão, não tem que emitir nota fiscal, seu produto vai perder 18% de competitividade e vai ganhar o direito a participar de graça nas feiras que o PAB vai fazer pelo país, mas atenção, se for vender para o lojista, peça a ele para levar o talonário de Nota Fiscal de entrada de produto, senão ele não tem como fazer o transporte…


ICFF – INTERNATIONAL CONTEMPORANY FURNITURE FAIR

30 de abril de 2014
Deixe um comentário

O Itamaraty hoje nos deu a notícia de que teremos um stand na ICFF um evento em New York, que acontece na semana de design e New York borbulha de produtos diferenciados, arquitetos, decoradores e formadores de opinião na área artística.
Participar da ICFF não pra qualquer um. Temos que passar por uma pre seleção e sermos indicados.
E a Secretaria da Micro e Pequena Empresa vem dizer que o artesão brasileiro não precisa de nota fiscal, pois é humilde e seu produto não tem destaque no mercado e ele não precisa trabalhar a gestão de seu negócio…
Quero ver o artesão vender e não ter nota fiscal para entregar…


TURISTA DE COPA NÃO CARREGA SACOLA

30 de abril de 2014
Deixe um comentário

Fico preocupada com a expectativa de milhares de artesãos que a Copa do Mundo vai vender horrores e eles vão ganhar a maior grana.
Falo isto a 4 anos: TURISTA DE COPA NÃO CARREGA SACOLA!!!
Ele vem, fica numa cidade um dia e já no dia seguinte está se mudando para outra cidade e vai ficar assim correndo atrás de seu time durante toda a Copa do Mundo.
O máximo que pode fazer é num aeroporto comprar algo BEM PEQUENO e que caiba na mala para levar de lembrança.
Possivelmente esta compra será uma camiseta (made in china), um boné (made in china), um chaveiro (made in china) e pode ser que compre algum produto com a cara do Brasil, mas pequeno e que não pese.
Quando comecei a falar nisto há 4 anos, todo mundo achava que eu era pessimista…então resolvi ligar para amigos na África do Sul e perguntar o que aconteceu com o artesão lá na última Copa. A resposta foi que tal qual o Brasil todo mundo incentivou os artesãos a produzir pois iam ganhar muito dinheiro…resultado…o turista veio, não comprou quase nada e ele ficou com aquele estoque enorme e os atravessadores chegaram e fizeram a festa.
Resolvi também perguntar para os artesãos de Salvador, Recife e Rio de Janeiro o que acontecia com as vendas deles durante o Carnaval, afinal de contas, suas cidades recebem 1 milhão em turistas que ficam por conta da cerveja e samba por 7 dias…resposta: tem um aumento de cerca de 12% nas vendas…quem vende são os camelos na beirada das praias e hotéis cheios de produtos vindos de onde? China!!!
Bem, vamos torcer para que eu esteja totalmente errada…


MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL

29 de abril de 2014
1 Comentário

Como muita gente suspeitava, começaram a aparecer as “surpresinhas” . A novidade agora é que os MEI das áreas de prestação de serviços – consultores por exemplo terão que recolher o INSS do “empregado” e do “empregador”, ou seja, o dono no MEI tem que pagar 11% sobre o valor da Nota Fiscal e o contratante outros 20%.
Cade o beneficio da formalização como MEI?
E não se assustem se daqui a pouco aparecerem outras “surpresinhas” para os outros segmentos do MEI.
Como disse, se não me engano, o Helio Gaspari há muito tempo “Plante que o João garante, mas plante pouco porque o João é louco”


SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

29 de abril de 2014
Deixe um comentário

Para quem não sabe, substituição tributária foi uma forma que os estados utilizam para que o ICMS seja pago antecipadamente, antes da venda ao cliente. Ou seja, um exemplo é a Coca Cola, que antes entregava seus produtos a milhares de lojas – algumas grandes e muitas pequenas e os impostos eram pagos quando da venda ao consumidor. Hoje não, o produto sai da fábrica já calculado o imposto que seria gerado quando da venda ao consumidor final.
Acontece que muitos destas “lojas” são micro empresa optante pelo simples, que não pagavam imposto, por serem isentos.
O mesmo tem acontecido com o artesanato. O artesão tem os seus benefícios fiscais, mas quando vendem produtos para outros estados, indiferente se o comprador é uma grande empresa ou um optante pelo simples, ele tem que recolher o ICMS da substituição tributária, perdendo assim toda a competitividade que o produto tinha, já que, quando o lojista optante pelo Simples faz a sua venda ele não pode utilizar do crédito do ICMs recolhido.
Na discussão com a Secretaria de Micro e Pequena empresa, o comentário deles é que não precisa se preocupar, pois como o artesão é tudo simples e humilde, ele não precisa emitir Nota Fiscal e como comentei no post “ARTESANATO” do dia 27 de abril, isto não é problema do artesão e sim do lojista…Me irrita profundamente esta falta de conhecimento da realidade hoje do artesão brasileiro.


PRATIQUE O DESAPEGO

28 de abril de 2014
Deixe um comentário

Como é duro desapegarmos de coisas que sabemos que não nos servem mais, mas sempre arrumamos uma desculpa de que “quem sabe um dia preciso”.
Pois é, aqui no Centro Cape e Mãos de Minas é a mesma coisa…mas de uns tempos pra cá resolvemos praticar o desapego…nos livramos de quase uma tonelada de tecidos que foram usados na Feira Nacional em anos passados, nos livramos de móveis que não usamos mais, nos livramos de ferramentas que eram guardadas sabe lá para quando, nos livramos de máquinas de costura, maquinas de cola quente, milhares de retalhos, alguns iniciados um trabalho e outros não.
Ainda tem coisa para desapegarmos, mas isto vai ir indo devagar para doer menos, mas em breve seremos o exemplo do desprendimento.
Dê uma olhada na sua volta, nos seus armários (em cima dos armários então, nem se fala), gavetas, aquele cantinho onde guardamos todas as coisas inúteis e veja como voce vai ficar mais leve, tanto de espaço quanto de cabeça.


COWORKING

28 de abril de 2014
Deixe um comentário

Para quem não sabe, coworking é um espaço comunitário de trabalho. Pessoas que normalmente trabalham em casa, principalmente na área de serviços, e gostariam de ter um local externo para trabalhar mas sem se preocupar com aluguel, IPTU, segurança, limpeza de um espaço que só usariam algumas horas por mês vai para um espaço comunitário, hoje denominado de coworking.
Pode ser usado também para quem está querendo iniciar um negócio, principalmente na área de serviços e ainda não está com a ideia totalmente formatada. Aí ele vai para um espaço destes, e na troca de informações com outros, acabam surgindo parcerias e um ajuda o outro no desenvolvimento de sua ideia.
Pois é, estamos inaugurando nosso coworking junto com o Centro Cape e a Mãos de Minas na intenção que venham pra cá pessoas que possam estar junto com os artesãos no desenvolvimento de novas ideias, tanto de design, nos serviços que o artesão precisa, na área de tecnologia da informação e tantos outros que possam a vir.
O espaço contará com palestras, apresentações, parcerias com outras entidades de forma a oferecer ferramentas que ajudem a todos.


exportação de artesanato

28 de abril de 2014
Deixe um comentário

Mesmo com a suspensão do apoio da Apex a Abexa – Associação Brasileira de Exportação de Artesanato, o Centro Cape e a Mãos de Minas não paralisaram as suas atividades. Sem o apoio da Apex participamos da New York Now (ex-Gift Fair), Arte Expo, vamos agora participar da ICFF (feira de móveis e design em New York), vamos participar da Fancy Food (feira na área de alimentos, onde oferecemos produtos para mesa e cozinha) e da New York Now de agosto.

Continuamos a manter o show room em New York e o Centro de Distribuição em New Jersey.

Não podemos perder dez anos de trabalho nos colocando no mercado americano, por causa de uma decisão da Apex de suspender o projeto com a Abexa e ignorar os projetos individuais que trilhavam com sucesso o seu caminho.

Como estamos pagando? Aí entra Deus, Buda, Oxóssi, Alá, os meus amigos e parentes que já se foram e num encontro de energia de todos, vamos conseguindo levar dia após dia.


manual de embalagem

28 de abril de 2014
Deixe um comentário

A pedido do Sebrae, desenvolvemos um manual de embalagens que repassa as boas práticas que são aplicadas na Mãos de Minas sobre como embalar bem os produtos.

São dicas para quem tem dinheiro para investir e quem não tem dinheiro. Mesmo aqueles que moram na roça ou no interior, tem como aproveitar as dicas dadas para melhorar a performance do envio de seus produtos.

O importante é sempre que uma peça feita com tanto cuidado e criatividade, não pode correr o risco de chegar quebrada ao seu destino e mesmo aquelas que não tem o risco de quebrar, não podem ser embrulhadas de qualquer jeito e folhas rasgadas de jornal. O produto e o artesão tem que ser respeitados.


ENSINO A DISTÂNCIA – CENTRO CAPE

27 de abril de 2014
Deixe um comentário

O site de Ensino a Distância do Centro Cape – http://www.centrocapeonline.org.br, tem tido cada dia mais alunos.
Agora aberto também para o artesão independente, empresas artesanais, consultores e empresas de consultorias, permite que diversas pessoas possam se beneficiar do nosso conhecimento e vivência de mais de 30 anos.
O site é gratuito, basta entrar, cadastrar e começar a aprender.


www.maosdeminasonline.org.br

27 de abril de 2014
Deixe um comentário

Será aberta nesta segunda feira, dia 28, a venda através do site de e-commerce Mãos de Minas.
Além do lugar comum dos sites de e-commerce,o da Mãos de Minas tem os seguintes diferenciais:
1 – qualquer artesão brasileiro pode participar do site
2 – as associações e cooperativas que participarem, terão o retorno de 50% da comissão recebida pela Mãos de Minas.
3 – nas vendas do atacado, so entram produtos com um diferencial de 30% entre o valor de atacado e varejo e a Mãos de Minas não cobra nenhuma taxa nesta venda, ou seja, é uma negociação direta entre o artesão e o lojista.
Se voce é artesão, não deixe de participar, se voce é comprador no varejo ou mesmo um lojista, não deixe de visitar – http://www.maosdeminasonline.org.br


www.fnaonline.com.br

27 de abril de 2014
Deixe um comentário

o site WWW.FNAONLINE.COM.BR,tem tido cada dia mais acessos.
Para quem não sabe, é uma filmagem com divulgação de todos os expositores que foram à feira e depois os visitantes podem voltar a entrar em contato.
Pena que muitos dos stands coletivos – leia-se principalmente stands do PAB e alguns Sebrae´s, não forneceram os nomes e endereços dos artesãos que estavam nos seus stands. Assim, quando a pessoas entra não consegue entrar em contato com o artesão.
Se voce participou da Feira Nacional de Artesanato de 2013, veja no site se seu nome esta lá com a identificação de seu produto.
São mais de 1.000 clics por dia de pessoas que estão achando os artesãos e estão vendendo após a feira.
Por isto chamamos de Feira 371 dias – 6 presencial e 365 na internet.

Tania


ARTESANATO

27 de abril de 2014
Deixe um comentário

Quando comecei a trabalhar com o artesanato em 1983, era tudo diferente do que é hoje.

O artesão era visto como hippie, fumador de maconha, vivendo o momento sem pensar no futuro nem a curto prazo. Lógico que isto não era a maioria, mais era o estereótipo que todos viam o artesanato.

 

Na questão tributária e de participação na economia, não existia nada. Poucos lojistas vendiam artesanato e os espaços de venda, quando existiam eram bazares, onde de forma totalmente desorganizada e mal apresentada, alguns artesãos iam lá, para em cima de caixotes e em mesas adaptadas, colocavam de forma aleatória seus produtos.

Programas de apoio ao artesão, quando existiam estavam junto aos programas sociais. As primeiras damas, tanto municipal, estadual e federal, tinham em suas atividades cuidar de crianças, idosos e artesãos, como se os artesãos tivessem que ser assistidos quanto as duas primeiras clientelas (crianças e idosos).

 

Com o passar dos anos o artesanato foi se impondo no mercado, fazendo com que o artesão, independente da sua situação sócio econômica, começasse a ver sua importância enquanto participante da economia, geração de emprego e renda e principalmente, no interior, uma das formas de união novamente das famílias.

 

Os maridos que iam para as frentes de trabalho em outros estados e ficavam meses fora, isto quando voltavam, viram como suas mulheres ganhavam dinheiro com o artesanato enquanto eles não estavam e sustentavam sua família, decidiam por ficar na sua comunidade e ajudar a mulher tanto na produção quanto na venda.

 

Os governos e entidades de fomento começaram a criar programas de artesanato (inicialmente muito com o cunho social) que depois se transformavam em grandes projetos, ligados aos setores de industria e comércio. O Sebrae começou a ver formas de apoiar o artesão introduzindo ferramentas de gestão e acesso ao mercado.

 

O PNDA (Programa Nacional de Desenvolvimento do Artesanato) do Governo Federal, que passou pelos Ministérios do Trabalho e depois Ação Social, foi renomeado de Programa do Artesanato Brasileiro e locado no Ministério de Desenvolvimento da Industria e Comércio.

 

Questões tributárias começaram a ser discutidas nos estados e o artesão que antes tinha o Imposto Diferido quando da venda a lojistas (ou seja, não era isento, transferia-se a responsabilidade do pagamento do imposto ao lojista que tinha que recolher 18% de ICMS quando da venda ao consumidor final), minimizando a questão quando da venda a microempresa, que era isenta, menos quando da venda de artesanato.

Feiras organizadas começaram a aparecer e hoje são exemplos tais como a Feira Nacional de Artesanato de Minas Gerais que existe há 25 anos, a Feneart que tem mais de 15 anos e outras tantas.

 

Exportar era uma palavra que não existia no dicionário do artesão. Hoje é uma realidade que temos casos de sucesso todos os dias.

 

O artesão do interior e do campo que antes era um total desconhecido, hoje tem acesso a informação, a capacitação e a feiras e eventos nacionais e internacionais.

 

Quando da criação da Secretaria Especial de Micro e Pequena Empresa no ano passado, transferindo do Ministério do Desenvolvimento Econômico e Social, e o PAB foi lá incorporado, pensei que agora era realmente a vez do artesanato, pois no MDIC haviam tantas prioridades com as empresas que iam desde as micro até a maiores empresas brasileiras que a nossa voz era pouco ouvida e nunca seríamos prioridade. Já na SEMPE, sim, estaríamos nivelados com as micro empresas e conseguiríamos ter voz ativa.

 

Total engano…as informações que tivemos foi de que querem acabar com toda a legislação tributária que hoje integra o artesão na economia, voltar ao Diferimento do imposto, pois segundo eles “o artesão não vende para lojistas e quando vende o lojista que pague o imposto”.

 

Outra questão…segundo eles, produtos alimentícios não são considerados artesanais, ou seja, pastel de angu, doce de leite na palha, cuzcuz, doces cristalizados…vão ser tratados tal qual a industria de alimento…se preparem…

 

Dizem também que vão fazer uma feira de artesanato em São Paulo em dezembro, EXATAMENTE NOS MESMOS DIAS DA FEIRA NACIONAL DE BELO HORIZONTE!!! Sou a favor do máximo de feiras possíveis, pois esta é uma forma do escoamento da produção e do artesão ter a oportunidade de vender diretamente os seus produtos, mas o papel da SEMPE não é de criar uma concorrência desleal (sim a desleal, pois na Feira de Belo Horizonte, não temos o governo a pagar a nossa mídia, pavilhão e todos os custos) a eventos de sucessos já existentes. O nordeste tem a Feneart, o Sul tem a feira de Curitiba, o Centro oeste tem a feira de Brasília, o governo tinha que incentivar ou apoiar uma feira na região norte que ainda não tem um grande evento de renome.

 

Vou lutar com todas as minhas forças para que isto não aconteça. Não podemos retroceder 30 anos de conquistas.