EU JURO, by Tânia Machado

MARCA

31 de julho de 2015
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Hoje estava escrevendo a introdução de um manual sobre Marcas e me lembrei da Mãos de Minas no inicio.
O nome era Associação dos Artesãos e produtores caseiros do projeto Mãos de Mina e a sigla era AAPCPMM. Ou seja, ninguém merece…
Ainda bem que com o tempo foi eliminando o resto e ficou so Mãos de Minas que hoje é sinômimo de artesanato.
Ai ficou me lembrando de marcas que adora. Para mim a melhor delas é a Nike…não precisa nem escrever NIKE, so o “vezinho” da marca já diz tudo. Quando vc vê este V, já lê NIKE e material esportivo.
Alguma que acabaram virando nome próprio foram – palha de aço todo mundo chama de Bombril, copia heliográfica virou Xerox e por aí vai…
Aprendi uma vez numa palestra que quanto mais diferente o nome melhor, pois fica mais dificil as pessoas copiarem. Voce é quem faz a marca ser forte e não o nome dela.

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LIXO NA INTERNET

31 de julho de 2015
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To fazendo umas pesquisas na internet sobre patrocinadores e foruns de artesanato.
to horrorizada como tem lixo lá…
Os fóruns então. Para ver se estava ativo ia na ultima publicação. A grande maioria não posta nada há 4, 5 anos.
Devia ter uma regra para lixo na internet, tipo, um site, ou blog ou forum que não fosse atualizado, por exemplo por tres anos, seria automaticamente deletado.


NOSTRADAMUS

30 de julho de 2015
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Em suas Centúrias , Nostradamus escreveu com tanta exatidão que nos faz acreditar que conhecia o Lula .

Fragmentos de um texto de Nostradamus:
‘…e próximo do terceiro milênio uma besta (seria o Lula????) barbuda (céus,é ele!!!) descerá triunfante sobre um condado do hemisfério sul (Brasil???) ; espalhando desgraça e a miséria .’ (acho que se trata da reforma da previdência ou a corrupção institucionalizada ou ainda o mensalão).
‘…Será reconhecido por não possuir seus membros superiores totalmente completos.’ (epa!!! Cadê o dedinho?) ‘…Trará com ele uma horda (faz sentido…Palocci, Zé Dirceu, Dulci, Genoíno e Cia Ltda) que dominará e exterminará as aves bicudas (já tô ficando assustado…PSDB = Tucanos = ave bicuda!!!) ; e implantará a barbárie por muitas datas (REELEIÇÃO???) sobre um povo tolo e leviano.’ (PUTA QUE PARIU, é nóiiiiiiis !!!) …

Estou re-publicando isto pois acho super atual!!!


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MINAS DIGITAL

30 de julho de 2015
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O Estado tem que aprender a escutar mais…

Fui ao lançamento do Minas Digital outro dia e escutei sobre o San Pedro Valey que ia ser um dos beneficiados, mudar todo mundo para o Colégio Estadual Central e mais um monte de coisas…

Achei estranho um grupo quase que virtual querer se juntar fisicamente num local, mas se esta tinha sido a decisão deles, então que fosse…

Não é que não tinha nada a ver? O pessoal nem tinha sido comunicado para saber se eles queriam…Vi repetir a historia do SEED, que neste caso teve um pouco e culpa dos participantes que não buscaram o governo para conversar. Só foram lá no dia que o bendito cartaz “Sorry we are closed” foi colocado na porta. Até aquela data, eu como tinha proximidade com a SEDE ficava trazendo as noticias e repassando para o pessoal mas sempre com o alerta: gente, voces tem que procurar informações! Mas ninguém fazia nada…so no dia que estourou tudo.

Aí, depois que fecharam começaram as reuniões de renegociação. Neste interim apareceu um monte de gente dizendo que o SEED iria para o espaço deles, inclusive o funcionário do The Plant que queria a todo custo que eu pedisse para ficar aqui.

Mas eu sempre fui radical: o SEED é o SEED, ele tem que ter personalidade propria…não pode ser o SEED do The Plant, ou o SEED da 104, ou o SEED sabe-se lá de quem mais.

Escutei que esta indp para a 104…é uma pena, pois os dois lados vão perder…O 104 que passará a ser SEED e o SEED que doravante será a 104.


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The Plant compensa a emissão de gases produzidos no Startup Weekend BH Industry

24 de julho de 2015
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Dez árvores serão plantadas, em 90 dias, na Fazenda Riachão das Três Marias, em Felixlândia para compensar a emissão correspondente a 2,046 toneladas de CO2

O The Plant, espaço de fomento às startups, ligado ao Instituto de Capacitação e Apoio ao Empreendedor (Centro CAPE), atento à necessidade de promover de maneira sustentável as suas atividades, estabeleceu uma parceria com a empresa especializada Respira Mais Consultoria Ambiental, para medir e, assim, compensar as emissões de carbono referentes à realização do Startup Weekend BH Industry, evento ocorrido em sua sede, na capital mineira, entre 29 e 31 de maio passado, envolvendo 92 participantes. No evento, de acordo com o relatório elaborado pela empresa, foram emitidas 2,046 toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2e), emissão que demandará o plantio de dez árvores nobres, de ciclo longo, acima de 15 anos, escolhidas devido a sua eficácia na retirada de CO2 da atmosfera.

As mudas serão plantadas nos próximos 90 dias, em área da Fazenda Riachão das Três Marias, em Felixlândia, município localizado a cerca de 190 km de Belo Horizonte. O plantio será monitorado pela Respira Mais, de modo a comprovar a existência e o crescimento das árvores, que farão a fixação do carbono compensado pelo evento. Caberá, ainda, à empresa de consultoria ambiental, a reposição eventual de mudas. Pela compensação. o The Plant by Centro CAPE recebeu o Certificado de Neutrocarbonização.


ARTESÃO X LOJISTA

22 de julho de 2015
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Há anos acompanho esta eterna luta entre o artesão e o lojista.
O artesão que precisa do lojista para o escoamento da sua produção, trata-o como concorrente.
Ele quer vender para um lojista com um desconto, quando muito de 30% sobre o valor de venda no varejo e se assusta quando um lojista, compra seu produto e coloca um mark up de 100% até 150%.
Ele diz…eu vendo para o lojista por R$ 10,00 e ele vende por R$ 25,00!!! Ele esta ganhando muito mais do que eu…
Ele se esquece de:
1 – o lojista PAGOU pelo produto dele e partir deste momento, o produto pertence ao lojista. Se ele vai vender por R$ 1.000,00 é problema dele.
2 – 0 lojista, tem custos altíssimos tais como: aluguel de loja, funcionários fixos, comissão de funcionários, material de embalagem para presente, cartão de crédito (muitas vezes parcelado), custo do capital de giro que esta na prateleira e também o seu lucro. Normalmente, estes custos vão para mais de 50% sobre o valor de venda (aluguel, contador, luz, telefone, internet – 15%, funcionários fixos + comissão 15%, material de embalagem – 5%, cartão de crédito – 4%, custo de capital de giro 3%), então um produto adquirido por R$ 10,00 e vendido por R$ 25,00, o ganho final do lojista é de R$ 2,50.
3 – quando o artesão dá ao lojista um desconto de somente 30% sobre o preço de venda no varejo, o lojista que comprou um produto por R$ 7,00, tem que vender por R$ 17,50 e de repente esta lá o artesão vendendo na internet o mesmo produto por R$ 10,00.
Agora, por outro lado, o artesão que criou um produto, não pode deixar de vende-lo no mercado varejista so porque o lojista quer compra-lo e ele so pode dar o desconto de 30%.
Se ele (artesão), coloca um preço maior para a venda no varejo – no nosso exemplo acima, ele vendesse no varejo por R$ 20,00 e para o lojista a R$ 10,00, possivelmente, considerando as fontes de venda que ele tem, venderia muito pouco no preço de R$ 20,00.
Se ele cria então uma linha para o varejo e outra linha para o atacado e o lojista não compra uma quantidade suficiente de um produto, como ele fica. Com produto na prateleira?
É muito difícil esta relação…Os dois lados tem razão, mas tem-se que achar um ponto de equilíbrio.
Pensei numa solução, que é difícil de aplicar, mas seria um caminho.
A realização de um pacto! O lojista que quisesse adquirir do artesão um produto, o artesão daria a ele o desconto de 30% de praxe, mas não venderia mais este produto no varejo. Por outro lado, o lojista se comprometeria a adquirir um número mínimo de X peças por mês.
Se o lojista não cumprisse a sua parte dentro de um prazo pre estabelecido, o artesão estaria liberado para vender no varejo o produto estocado.
Para viabilizar, criar-se-ia um site onde o artesão que quisesse participar, cadastraria seus produtos disponíveis para o atacado, com o compromisso de não vende-lo no varejo a um preço inferior ao dobro do preço no atacado.
O lojista por sua vez, ao visitar o site, e interessar por algum produto, faria com o artesão um contrato de compra de um número X de peças por mês. Este contrato teria a validade de 150 dias, quando ao final poderá ser cancelado ou não.
O artesão que descumprir o pacto, estaria fora do site. O lojista que não cumprisse o pacto, estaria liberando o artesão para a venda daquele produto (desde que não haja outros lojistas também com contratos sob o mesmo produto).
Para acessar o site, tanto o lojista quanto o artesão teriam que fazer um cadastro, sendo que o do lojista, passaria pelo Serasa e SPC para conhecimento da idoneidade.
Alguém se habilita a fazer um site assim?


INCOERENCIAS!

21 de julho de 2015
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O Governo de São Paulo incentivou que as pessoas economizassem água e que assim, elas pagariam a taxa minima…
A população aderiu e seguiu a risca…economizou e agora o Governo de São Paulo diz que a receita com as contas de água não dá pra pagar as despesas do serviço publico de água e então vai aumentar a conta em 27%!!!
Se preparem pois em Minas vai acontecer a mesma coisa…

O Governo de Minas lançou um edital de patrocinio, cujo resultado deveria ter sido publicado dia 17. Segundo o governo, teve que adiar a publicação do resultado em virtude DO ENORME NUMERO DE PROJETOS PARA SEREM ANALISADOS. Mas aí abriu as inscrições de novo! UE!!! Se tinha tanto projeto assim, porque abriu de novo as inscrições?


PASSA A RÉGUA

17 de julho de 2015
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Eu tenho uma teoria para tudo oque esta acontecendo de corrupção no Brasil.

Do jeito que esta indo não vai ter fim tão cedo…

Olha que tudo esta hoje lincado quase que so na Petrobras. Falta BNDES, Eletrobrás, Correios, so pra citar alguns…Enquanto isto o país fica parado esperando qual é o escândalo do dia…

A minha solução não é a melhor, mas acho que a única onde teremos um novo recomeço.

Chama-se PASSA A RÉGUA. Decide-se um dia e uma hora. 17 de julho de 2015, às 11:49. Fica decretado…quem roubou, roubou, quem não roubou não rouba mais…quem foi preso, ta preso, quem não ta preso, não prende mais, quem devolveu, devolveu, quem não devolveu não devolve mais, mas a partir das 11:50 do dia 17, se roubar um lapis vai direto pra cadeia.

Vejam bem…nosso Congresso e nosso Senado são dirigidos por pessoas acusadas diretamente de levar alguns milhões…Será que é só eles, ou é porque eles estavam incomodando e então deviam ser priorizados nas acusações?

Tem gente, que em outras épocas com outros assuntos estava berrando contra um ou outro, hoje ta mudo, fingindo de morto para não ser lembrado. E o medo de falar e descobrirem coisas dele?

O Serjão, na época do Fernando Henrique, quando foi acusado, imediatamente se afastou do cargo, aguardando que as investigações fossem feitas. Depois que encerraram e não deu em nada ele voltou…Se for fazer isto no Senado e Congresso, acho que vai faltar quorun para as votações.

Nosso mercado de construção, esta correndo o risco de ser invadido por empresas estrangeiras, pois as empresas brasileiras estão inabilitadas…

Não tem outro jeito: PASSA A RÉGUA!


LER JORNAL DE MANHÃ

17 de julho de 2015
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Sumi né?

É que fiquei um pouco abalada com a questão do Tonho…

Mas meu assunto é ler jornal de manhã que tenho este costume…Ta ficando dificil…principalmente no caderno principal do jornal que leio todos os dias não consigo achar UMA NOTICIA POSITIVA. Todas as páginas – inclusive o caderno internacional so tem negativismo…

fica dificil levar o dia assim…


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TRABALHO INFANTIL

13 de julho de 2015
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Vi no jornal agora uma reportagem sobre o ECA (Estatuto da Criança e Adolescente).
Sempre discuti a questão do trabalho infantil no artesanato. Aonde esta linha divisória entre a exploração da mão de obra infantil e o filho ajudar os pais nas tarefas artesanais?
Sempre vimos este tipo de ação acontecer no mundo artesanal, principalmente na roça. É o filho debulhando o milho para tirar a palha…é o filho ajudando a lixar uma peça…é o filho fiando ou descaroçando o algodão para colocar no tear…
Como proibir? Como decidir o que é exploração e o que é levar ao filho o gosto pelo artesanato?
O que sempre exigimos é que o filho esteja na escola…no mais é uma continuidade do oficio dos pais…


TONHO

13 de julho de 2015
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Neste momento o veterinário do Tonho esta fazendo eutanásia.

Tonho é um labrador, o cachorro mais doce que conheci e tive na minha vida. Pretão – 80 kg de singeleza indescritível.

Nunca rosnou pra ninguém, nunca latiu pra ninguém (so de manhã cedo que ele queria compartilhar o café da manhã com os funcionários do Centro Cape para ganhar pão).

Ele vivia na cobertura do prédio do Centro Cape, há 14 anos, mas estava com displasia, próstata aumentada, e arrumou um cancer na garganta que não tinha solução.

Ontem, totalmente prostrado, deitado, sem conseguir nem abanar o rabo, ele uivava de dor, até que tomou morfina e ai se acalmou e dormiu.

Ficamos com ele a tarde toda e de noite voltamos a clinica para nos despedir. O Eduardo (veterinário dele) ainda tinha esperança que ele reagisse, mas não aconteceu…

Vá com Deus Tonho – te amo demais.


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Por favor…um minuto de silêncio!

8 de julho de 2015
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Hoje faz um ano que perdemos de 7X1 da Alemanha…


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UBER

8 de julho de 2015
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Quero ter o direito de andar com o carro que quiser…
Isto se chama democracia e mercado…
Meu direito de ir e vir não pode ser prejudicado por causa de um pessoal que ao invés de olhar para a péssima qualidade de seu serviço, resolve tentar destruir o seu concorrente que é mais capaz.
Dizem que os motoristas da UBER não pagam imposto! Mentira pura…eles não compram carros com subsídios que os taxistas tem sem ICMS e IPI, eles pagam ISS pela prestação de serviços que os taxistas não pagam. Ta bom, eles não tem a taxa do BHtrans, mas isto não influencia no preço da corrida.
Qual é a diferença de serviço quando utilizo a UBER ou faço locação numa locadora de veículos com motorista?
Os carros da UBER são melhores, os motoristas mais gentis e o preço é melhor!!! Então fazer o quê? Por que me obrigar a andar num carro que não quero, com um motorista sem educação (não são todos) e muitas vezes sujos!
Se os taxistas estão se sentindo prejudicados por que não melhoram os seus serviços? Por que não diminuem seus preços?
Agora, ninguém fala da máfia que esta por trás…


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O QUE HOJE VOCE NÃO VIVE DE FORMA NENHUMA SEM…

7 de julho de 2015
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BATERIA!

Já imaginou acabar a bateria do celular, Ipad, Ipod e voce não ter como recarregar!


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ADORO OS LOUCOS!

7 de julho de 2015
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Sempre digo que os loucos são muito mais normais do que nos “ditos normais”.
Eles são sinceros, espontâneos e não tem censura.
Quem de nos “dito normais”, já não tivemos vontade de sair gritando…sair rindo ou dançando no meio da rua…falar com aquela pessoa gorda que ela esta gorda…falar com aquela pessoa chata que ela é chata…pisar no pé de uma pessoa que esta incomodando…sentar no meio fio e ficar vendo os carros passarem…soltar um pum na hora e onde quiser…vestir uma roupa totalmente inapropriada para a sua idade e não estar nem aí…não tomar banho num dia muito frio…não dar dois beijinhos numa pessoa que voce odeia (e ela também não gosta de voce)…
Pois é…os doidos gritam quando querem, dançar onde querem, são sinceros com quem não gostam, pisam no pe ou dão um soco em quem não os agrada, soltam pum se estão com vontade, não tão nem ai para o que esta vestindo, so tomam banho se quiserem e não abraçam quem não gostam…
Acho que eles são muito mais normais do que nós…pelo menos são sinceros…


OPORTUNIDADE

4 de julho de 2015
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To lembrando agora o inicio do Mãos de Minas.

Não tínhamos nada…so vontade de fazer.

Ganhamos o aluguel de uma sede que o Dep Sergio Naya nos pagou por um ano.

Mas precisávamos de moveis, maquina de escrever, cadeiras, enfim tudo aquilo que um escritório em 1988 precisava.

Fomos então ao Secretário de Administração do Governo Newton Cardoso e perguntamos a ele se no deposito do Estado não tinha coisas encostadas que ele poderia nos doar.

Ele então autorizou que fossemos lá e podíamos requisitar o que quiséssemos.

Conseguimos alguns móveis, cadeiras, arquivos e também…

OPORTUNIDADE 1 – Achamos 25 máquinas de escrever manuais que não funcionavam – trouxemos

OPORTUNIDADE 2 – Achamos 13 aparelhos de ar condicionado que não funcionavam – trouxemos também

OPORTUNIDADE 1 – chamamos um pessoal que consertava máquina de escrever e perguntamos a eles. Se eu te der 25 máquinas que não funcionam, quantas máquinas funcionando voce me devolve. Ele disse: 15 – respondi – negocio fechado
Mas as máquinas eram uma barulheira infernal.
Chamamos ele de novo e perguntamos – Se eu te der 15 máquinas manuais que funcionam, quantas máquinas elétricas funcionando voce me dá?
Eles respondeu – 3 máquinas – respondi – negocio fechado.
Mas mesmo elétricas, elas eram também bem barulhentas.
Chamei ele de novo – se eu te der três máquinas elétricas funcionando, quantas máquinas elétricas novas voce me dá?
Ele respondeu – uma – eu disse Negocio fechado. A maquina elétrica IBM existe ate hoje.

OPORTUNIDADE 2
Os aparelhos de ar condicionado estragados ficaram lá num canto. Um dia entrei na sala do Secretário do Trabalho na época – Samir Tanus e ele estava suando bicas, pois o aparelho de ar condicionado dele tinha estragado e não tinha conserto. Ele não tinha orçamento para comprar um novo, so tinha orçamento para consertar.
Olha, eu tenho 13 aparelhos de ar condicionado estragados comigo. Quem sabe se a gente não juntar todos, tirando peça de um e de outro, a gente não consegue fazer pelo menos uns dois ou três aparelhos que funcionem.
Ele disse: pode tentar…chamei o cara da manutenção da Secretaria e doei novamente os aparelhos para o Estado – resultado os 14 aparelhos (os 13 meus e o do Secretario) viraram 5 aparelhos funcionando. A Secretaria ficou com três e eu com dois.


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DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

4 de julho de 2015
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Estava vendo na TV o incentivo a doação de órgãos e pensei que podia deixar autorizado a doação no caso deu bater a batureba…

Mas aí pensei…coração e pulmão…acho que não vai dar pra aproveitar, com o tanto que eu fumo.

Figado…acho que também não vai dar…cerveja, vinho…

Vesicula e tireoide não tenho mais…

Ossos…acho que tão velhos demais…

Olhos…não enxergo tão bem assim…

Estomago…com esta azia…sei não…

Será que existe transplante de alegria, otimismo, perseverança, amizade? Se tiver, aí acho que estou totalmente apta.


POUSO E PROSA

3 de julho de 2015
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Voce já imaginou um site onde voce clicando uma so vez descobre onde fica uma cidade, como chegar, belezas naturais e pontos turísticos, serviços oferecidos tipos bancos, postos de gasolina, etc, festas, restaurantes, hotéis, artesãos locais.
Agora imagina um estado do tamanho de Minas Gerais, com 853 municipios onde todas estas informações estão num so lugar!
Este é o site http://www.pousoeprosa.com.br que já existe, mas estamos reformulando e melhorando cada vez mais.


canvas

2 de julho de 2015
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Canvas hoje é o instrumento de modelagem de negocio mais usado por quem quer montar uma empresa, ou mesmo quer analisar um negocio existente.

No início, o Fabio Veras do Sebrae so falava em Canvas. Como não entendia o que era e não aceitava um instrumento que atendia a tudo e a todos (até na vida pessoal), tinha uma antipatia e bloqueava qualquer tentativa de conhecimento maior da ferramenta.

Até que veio o Farm e vi os meninos modelando negócios dentro da realidade de cada dia. A cada validação ou não, não tinha que ficar escrevendo planos de negócios enormes que nunca seriam utilizados na forma original.

Hoje, me dobrei ao Canvas e estamos fazendo grupos de artesãos que fazem a modelagem de seus negócios.

Eu mesma, quando vou pensar um projeto penso: cliente…problema…solução…proposta de valor…vantagens competitivas…canais…metricas…custos…


ENSINO A DISTÂNCIA

2 de julho de 2015
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Sempre fomos e seremos a favor do ensino presencial, mas tem hora que temos que nos adaptar a realidade.

Em 2011, um grupo de 14 compradores do El Corte Inglês – Rede de lojas da Espanha e Portugal, veio ao Brasil, depois de quase seis meses de negociação com troca de fotos, medidas, preços de produtos, com EU 4 milhões de euros para compras de produtos artesanais brasileiros.

Foram montadas quatro exposições, sendo uma em Fortaleza, uma em Belo Horizonte, em Brasília e Manaus.

Apesar de já terem vindo sabendo das condições do artesanato brasileiro somente conseguiram fechar U$ 700 mil dólares em negócio, sendo que destes U$ 600 mil foi de Minas Gerais – Mãos de Minas.

O que aconteceu? Não tínhamos preço – sim tínhamos, pois eles vieram conscientes dos preços aplicados. Não tínhamos produto? Sim tínhamos, pois nos seis meses de pré negociação eles escolheram exatamente o que queriam comprar. Não tínhamos volume de produção? Sim, tínhamos, pois o potencial de produção foi informado com antecedência.

Então o que houve? Simples. As associações e cooperativas de artesãos não estavam preparadas para lidar com situação tais como: consolidação de carga, radar, etiquetagem e embalagem especial para exportar.

O mesmo aconteceu com a Rede de Lojas Macys e com a Rede de lojas TJX.

Vendo com lojistas brasileiros sobre as suas dificuldades, vimos a mesma coisa. 30% dos produtos chegavam quebrados, o artesão não tem capital de giro para bancar um pedido, entrega e recebimento, não tem documentação para buscar uma linha de crédito nos bancos formais…

Então decidimos que algo deveria ser feito e colocamos como meta o fortalecimento no mesmo modelo Mãos de Minas de pelo menos três entidades em cada estado. Estudando a forma de realizar este trabalho nos deparamos que a realização de um curso presencial ia demandar grandes recursos e uma mão de obra em consultoria que não existe disponível no país (projeção seria de 27.000 horas de treinamento presencial com um custo de quase R$ 3 milhões de reais em consultoria, sem contar com despesas de deslocamento e coordenação – isto para atender a 81 núcleos)

Decidimos então criar um Ensino à Distância e buscamos na Fundação Banco do Brasil recursos para o desenvolvimento da plataforma inicial.

Após os testes iniciais, a própria Fundação Banco do Brasil e o SESI ajudaram na melhoria da plataforma que hoje conta cm 15 cursos e temos mais 5 em fase de desenvolvimento.

São mais de 1.000 artesãos, associações e cooperativas que passaram ou estão passando pelos cursos.

Se tiver um tempinho, dê uma visita ao site: http://www.centrocapeonline.org.br


SER OSCIP

1 de julho de 2015
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Em 1999 quando foi lançada as OSCIP´s fiquei muito feliz, pois achei que seria uma certificação de qualidade das Organizações Não Governamentais, onde aqueles que recebessem o título pudessem ser realmente classificadas como organizações da sociedade civil de interesse público, sérias e confiáveis.
So que não somos fiscalizadas. Todo ano faço o relatório de atividades e coloco o que quiser. Ninguém nunca me pediu a comprovação de que atendo o número de pessoas que digo que atendo gratuitamente ou parcialmente gratuito, se os programas que digo que fiz, foram realmente executados com qualidade, etc etc etc. E como realmente não pedem, alguns nem anotamos os dados para consulta posterior.
Nunca fiz um programa de parceria com governo nem estadual e nem federal, talvez por isto eles acreditam que não preciso comprovar minhas ações, mas me incomoda todo ano fazer um relatório onde ninguém vai ler ou levar em consideração o que fiz.
Acho que as OSCIPS mesmo que não tenham feito parcerias com governos deviam ser fiscalizadas, ou no mínimo comprovado com declarações, listas de presença, nomes e identificação dos ditos atendidos.
Acho que o Ministério da Justiça, por amostragem, devia anualmente fiscalizar algumas OSCIPS, so assim o título terá realmente credibilidade.
Se eu fosse a responsável, criaria uma regulamentação que valeria a partir de 2016 com os critérios de comprovação das ações realizadas.


STARTUP´S – E DAÍ?………….

1 de julho de 2015
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Uma das coisas que temos aprendido é dar palpite nesta comunidade de startup e aceleração.
Funciona mais ou menos assim…
Tem os meet ups – que são encontros para incentivar que as pessoas se conheçam e troquem informação
– Elas se encontram, trocam informações mas E DAI? Como continuam?
Aí vem os Startup Weekend, que são encontros de um final de semana com 54 horas numa imersão que as pessoas saboreiam o que seria montar uma startup, com ideias reais e apoiadas por mentores, com o objetivo final de formar comunidades de empreendedores.
– termina o encontro no domingo a noite e na segunda elas acordam, olham no espelho e se perguntam: E DAÍ?
Aí vem os programa de aceleração, onde, no caso do Farm, há uma seleção de projetos e durante cinco semanas as pessoas começam a modelar os seus negócios e validar frente a comunidade que pode ser usuários finais, empresas, industrias, etc. Mas quando termina, ainda tem uma grande estrada pela frente e as pessoas perguntam E DAÍ?
Neste momento elas ficam num limbo, pois seus projetos ainda não estão completos e os financiadores ainda querem mais informações, e elas ficam perdidas…
Me preocupa, pois é muita energia desprendida desde o meet up até a aceleração…Muitas ideias morrem aí, não por serem ruins, mas porque não tiveram o E DAI?
Nas universidades então, os pesquisadores desenvolvem ideias fantásticas que como final de trabalho recebem uma publicação que fica na academia como trabalhos realizados. Como não pesquisadores e não empreendedores, faltam alguém para chegar até eles e aí incentivar: E DAÍ?
Já existem alguns espaços que recebem os melhores projetos do ponto de vista de seus gestores, mas são muito poucos para ocupar tantos E DAI? que se lançam no mercado.
O The Plant, esta trabalhando para tentar minimizar esta lacuna, mas só o The Plant não preenche toda a demanda existente.


caixa 2

1 de julho de 2015
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Tenho uma teoria para a solução dos escândalos no Brasil – chama-se PASSA A REGUA.
Acho que nunca se chegará ao final disto, pois são anos e anos de corrupção e pagamento de propinas. Não pense que isto é de agora, pois não é. So que antigamente não se tinha a informação como se consegue agora com a tecnologia, então ficava difícil pegar um aqui ou ali.
É cultural o financiamento de campanha usando o caixa 2. To pra dizer (não posso provar – é so sentimento) que nenhum politico eleito pelo voto direto nos ultimos 50 anos possa afirmar que nunca usou o caixa 2. Não precisa ser milhões, podem ser até reais e poucos, mas que usou usou.
Mas como o crime não é medido pelo valor e sim pelo ato em sí, só tem uma solução: PASSA A REGUA – elege um dia e uma data e diz que quem fez fez…quem não fez não faz mais, e esta todo mundo perdoado…mas daqui pra frente, se receber um lápis de doação, sem que este tenha sido lançado na contabilidade, vai pra cadeia, ou seja, daqui pra frente é tolerância Zero.