EU JURO, by Tânia Machado

PROJETO GARAGEM…

29 de julho de 2016
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Meu Deus! Como a gente acumula coisa quando tem espaço!!!

To horrorizada e até envergonhada como eu que ajudo ao artesão a aplicar o 5S na sua oficina sou capaz de ter guardado tanta coisa…

Componentes eletrônicos que não funcionam mais,mas pode interessar para quem trabalha com conserto de computadores ou mesmo curiosos – acho que encheria uma caminhonete.

Agora, os produtos artesanais, dá até dó, mas como projeto GARAGEM é pra vender barato mesmo para as pessoas carregarem, tem produto que se fosse vendido a preço real seria de mais de R$ 500,00, sendo vendido por 50,00.

Os computadores que funcionam (ainda restam alguns), foi só falar já vendemos mais de 10 e ainda tem outros que vão entrar na roda antes da gente mudar.

Quem precisa de 3 geladeiras e 3 frigo bar? So se for para colaborar com a Cemig pagando uma conta alta de eletricidade!!!

Olha, esta é uma primeira leva…depois vai vir muito mais coisas…

 

 


MUDANÇA DO CENTRO CAPE/MÃOS DE MINAS

28 de julho de 2016
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Tem muita gente me ligando, preocupada com a nossa mudança de local.

Não se preocupem, pois o que estamos fazendo é o que ensinamos aos outros a fazerem. Replanejar, readequar, reajustar…Nada vai mudar…O Mãos de Minas, Setores de feiras, técnico, Pouso e Prosa, exportação, Jogos de Empresa, etc, continuam funcionando da mesma forma…So que ao invés dos 14 funcionários do Centro Cape e 6 da Mãos de Minas ocuparem um prédio de 1.200m2, vão ocupar um local com 300m2…

O único projeto que realmente vai fechar é o The Plant, pois não nos adaptamos ao ecossistema das Startup´s, pois discordamos da forma de subsidio dos programas,  tentamos mudar para trabalhar a Economia Criativa, que fora as feiras Singular e Fresca, que apesar do sucesso, não conseguem dar sustentabilidade e pagar os custos do espaço, o resto não deslanchou, até porque o pessoal da economia criativa não tem recursos e todas as ações que fizemos – lançamento de CD, orquestra de cordas, filmes, etc tinham que ser 100% subsidiadas.

Então, estamos simplesmente fazendo o que ensinamos: REPLANEJAR SEMPRE, READEQUAR SEMPRE, REAJUSTAR SEMPRE.

Deixa o espaço ficar pronto que convido a todos a nos visitar.


FABIO CHEREM

26 de julho de 2016
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Que os outros secretários que passaram pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico não fiquem com ciumes.

Todos foram ótimos – Altamir, Brummer, Doroteia, Marcio – sempre trataram o artesanato com respeito.

Mas o Fábio abraçou o artesanato como um projeto pessoal. Tem levantado questões, aberto portas, criado projetos de engrandecimento e valorização do artesanato como nunca vi.

Torço para que a fusão das secretarias na reforma administrativa demore bastante para que assim o Fabio possa colocar em prática todas as suas ideias.

Afinal ele compreendeu que o artesanato cria mais empregos do que a Micro e Pequena Empresa, gera bilhões anualmente em receitas para o Estado na venda direta e na aquisição de insumos na industria.

 


NUNO

26 de julho de 2016
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Outro dia tive a oportunidade de tomar café da manhã com o Dep. Newton Cardoso Junior.

Eu o conheci ainda criança e era chamado de Nuno. Sempre foi um garoto super simpático, era gordinho e sempre com um sorriso no rosto.

Depois de décadas sem falar com ele, passamos umas tres horas conversando e eu disse pra ele que tinha muito orgulho em ver o que as pessoas comentavam sobre a sua competência e atuação na Câmara Federal. Disse que cada vez que escutava um elogio, sentia como se fosse com um filho meu.

Sua familia também é linda – esposa e quatro filhos super simpáticos, inclusive um nenem novo.

Ele me falou de seus projetos para Minas Gerais, como tem tentado trazer grandes empresas para cá e sua simpatia para a volta do jogo no Brasil, com regras que realmente promovam o desenvolvimento onde se instalarem.

Foi muito bom reve-lo e me deu saudades do tempo que a Mãos de Minas começou enquanto associação no governo do pai dele, onde éramos super valorizados e nada nos foi negado para o nosso crescimento.


Dinamica Grupo criada pelo Centro Cape na Globo

25 de julho de 2016
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O jogo CONSTRUÇÃO DA TORRE, que foi criado no Centro Cape, foi apresentado hoje no Jornal Hoje da Globo das 13:00 horas, por uma empresa de recrutamento de pessoal.

Vejam lá: https://globoplay.globo.com/v/5187826/

A dinamica ESCOLA DE SAMBA, também foi lançada pelo Centro Cape em 2009, numa parceria com os carnavalescos da Mangueira.

É mais um motivo de orgulho e vermos que estamos sempre a frente do tempo.

 

 


PATROCINIOS

25 de julho de 2016
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Procurar patrocínio, sempre foi uma situação difícil.

Chegar nas pessoas certas e conseguir convence-las que apoiar um segmento de mais de 8,5 milhões de brasileiros, é uma boa coisa e trabalha também a responsabilidade social, além do marketing cultural para a empresa.

So que agora, com este monte de “lava jato” em cima de patrocínio a situação esta ficando cada vez pior. É gente fazendo festa com lei Rouanet, é gente pedindo troco no patrocinio, cada dia leio uma noticia diferente nos jornais.

Aí fico mais preocupada ainda, quando as pessoas nivelam por baixo. Ou seja, se tem um bandido do patrocínio, todos também são bandidos.

Nos aqui, em todos estes anos que recebemos patrocínio, nunca tivemos um centavo desviado para qualquer outro objetivo que não fossem os aprovados na Lei de Incentivo para a Feira Nacional. A maioria dos patrocínios, como sou eu que faço a a captação, nem taxa de intermediação existe.

Mas as empresas tem que começar a separar o joio do trigo. Um patrocínio para a Feira Nacional de Artesanato, beneficia diretamente 7.000 artesãos e indiretamente mais de 20.000 se considerarmos suas famílias e as pessoas que trabalham com eles. Garantem a continuidade de diversos ofícios artesanais, quando estes artesãos tem a oportunidade de mostrar seus trabalhos, fazer vendas e contatos futuros.

Isto sem dizer que o artesanato é a opção imediata de trabalho neste momento de crise e desemprego que se encontra o país. São engenheiros fazendo sandálias, médicos fazendo sanduiche, arquitetos fazendo roupas e por aí vai. E cada um destes acaba levando consigo dois ou três ajudantes, que também passam a ter uma renda.

Se 0,001% do que dizem que já foi encontrado de roubo (R$ 100 bi) fosse aplicado no artesanato, teríamos a geração de 1.000 empregos, garantindo renda de quase R$ 5 milhões a estes artesãos durante um ano.