EU JURO, by Tânia Machado

DICA – COMO ESTRUTURAR UMA ONG

23 de fevereiro de 2017
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Se voce trabalha numa ONG ou conhece alguém que trabalhe, mande ver o video abaixo

https://www.youtube.com/watch?v=SyuOH5nBCsQ

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REFLEXOES – ISSQN SOBRE DOAÇÃO

21 de fevereiro de 2017
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A Feira Nacional deste ano, terá como tema residuos e terá um projeto chamado PRATIQUE O DESAPEGO, onde as pessoas poderão trocar qualquer objeto nos seus armários, por uma entrada. Estes objetos serão vendidos e sua renda transformada em cesta básica e brinquedos para as pessoas carentes.

Previmos então, que quem não trouxesse um objeto, poderia fazer uma doação de R$ 5,00 em prol do Pratique o Desapego.

Voces acreditam que fomos nos informar na Prefeitura se haveria ISSQN sobre esta doação e eles informaram que teremos que pagar os 5% de imposto!

Cobrar 5% sobre cesta básica de pobre!!! Ninguém merece.


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FEIRA NACIONAL DE ARTESANATO

16 de fevereiro de 2017
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Fico impressionada como tem um monte de gente que acha que o Centro Cape morre de ganhar dinheiro com a Feira Nacional.

Total engano…quem dera isto fosse verdade.

Vejam bem, com a venda de stand na Feira Nacional conseguimos +- uns R$ 1,7 milhão. Com a bilheteria outros R$ 150 mil, ou seja, temos R$ 1,85 milhões de faturamento próprio.

Agora vejam as contas – aluguel do pavilhão + energia – R$ 1 milhão, montagem básica, sem nenhuma cenografia R$ 400 mil, midia e folheteria – R$ 1 milhao, serviço de terceiros (segurança, limpeza, arquiteto, serviço de engenharia, produtor cultural, secretarias previa e durante o evento, serviço médico, brigadista, carregadores, fotógrafo, assessoria de imprensa) , outros R$ 1,2 milhão – impostos (ISSQN+CONFINS), ecad, bombeiros, bhtrns, associação comercial, cartório, alvará de localização, seguro do pavilhao – R$ 190 mil – parte de shows – R$ 200 mil, cenografia do pavilhão e programação cultural – R$ 1,4 milhão, material escritorio, xerox, correios, telefone – R$ 50 mil, aluguel de equipamentos (radio, computadores, impressoras, caçambas, cadeiras e mesas, cadeira de rodas, carrinho) – R$ 40 mil, espaço criança – R$ 30 mil, sonorização – R$ 100 mil, outras despesas – R$ 50 mil – TOTAL R$ 5.660.000,00, ou seja, quando lanço a feira já estou devendo R$ 3.760.000,00 – tres milhões, setecentos e sessenta mil reais que não sei se vou ter dinheiro para pagar.

Se não conseguir este dinheiro de patrocínio, fico devendo no mercado, pago com o evento seguinte que aí o buraco vai so aumentando…

Poderia fazer um evento sem cenografia, shows, oficinas, uma midia minima, assessorias minimas, sem cadeira de rodas, guarda volume, carregadores, fraldário, espaço criança, indios (estes me custam mais de R$ 150 mil e não pagam nada, mas levam publico)etc, podendo economizar uns R$ 2,2 milhões, ainda assim ficaria faltando R$ 1,5 milhão e as classes A e A/B não visitariam o evento por ele não ser bonito e o ticket médio de compras cairia para menos da metade.

Torço para o que as pessoas dizem que morremos de ganhar dinheiro um dia se realize. E o engraçado que é quando falo com elas a realidade elas dizem: mas por que voce ainda faz a feira? Tem gente que não entende que ajudar milhares de artesãos e suas familias nestes anos todos não tem preço.

 

 


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REFLEXÕES – MAOS DE MINAS

16 de fevereiro de 2017
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Em 1989 ajudei a criar a Mãos de Minas.

Em 1997, sai da Mãos de Minas, pois acreditei já ter dado de mim o que podia e a Mãos de Minas poderia seguir vida própria, o que realmente aconteceu.

Em 2008, em virtude da Mãos de Minas, estar com um sério problema de uma multa, retornei para solucionar a questão.

Em 2013, consegui finalizar a pendência e em outubro saí definitivamente.

Agora, como último passo, ficou decidido que a Mãos de Minas deixará o prédio do Centro Cape em maio deste ano, mudando para outro local, encerrando assim um ciclo de 28 anos.

É muito bom saber e ver que muitos artesãos são hoje grandes empreendedores graças ao trabalho que a Mãos de Minas fez nestes anos, com ou sem a minha gestão.

Tenho a certeza de que este passo de independência será muito bom para a Mãos de Minas que poderá assumir definitivamente a sua personalidade e desligar-se definitivamente do Centro Cape.


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REFLEXÕES – PRATIQUE O DESAPEGO

10 de fevereiro de 2017
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Sabe aquele armário que você não abre há meses? Sabe aquele bagageiro (em cima dos armários) que tem anos que você não vê o que tem lá? Sabe aquelas roupas que ficam no armário e você tem anos que não usa? Sabe aquele monte de dois pratinhos, quatro colheres, três xicaras, duas travessas que sobraram depois que o resto todo quebrou e eles foram ficando pra trás? Pois é…pode ir juntando que no segundo semestre vou pedir para vocês nos doarem para o projeto da Feira Nacional deste ano que é o PRATIQUE O DESAPEGO.

Vamos limpar nossos armários daquilo que não usamos mais e aí vamos fazer um grande bazar tipo Mercado das Pulgas e o resultado financeiro será usado para comprar cestas básicas e brinquedos para as crianças em creches e hospitais infantis.

Em julho vamos começar a receber as doações – Me aguardem!


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Reflexões – Gestão estratégica do voluntariado para que haja uma real transformação da sociedade

8 de fevereiro de 2017
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Recebi este texto de Hosana Cabral que trabalha com voluntariado que achei interessante. Ate porque ela envia o texto pois vivenciou um “voluntário” entrando na justiça contra uma ONG pelos “serviços prestados”.

O trabalho voluntário sempre foi um grande apoio para as organizações sociais. Proporcionam o alcance a uma mão de obra especializada que, na maioria das vezes, as instituições não teriam recursos próprios para uma contratação.

É também uma forma de ganhar legitimidade, ter acesso às outras pessoas com respectivas redes de relacionamento, e a ponte entre pessoas que precisam receber e pessoas que desejam se doar.

Há no mercado empresarial uma valorização das pessoas que praticam o voluntariado, seja  como um diferencial no currículo na hora de disputar uma vaga de emprego e até pré requisito para trabalhar em grandes organizações. Eu conheço organizações que pontuam seus funcionários no plano de carreira incentivando-os a serem voluntários!

Todos saem ganhando! A empresa gera um clima interno bom, as organizações sociais por serem supridas  de mão de obra para seus projetos e sonhos e os beneficiários alvo de toda a atenção e carinho.

É preciso portanto, tomar alguns cuidados!

8 fatores sobre gestão de voluntariado no terceiro setor para você rever:

  1. Fazer uma gestão adequada de talentos. Pessoas certas nas tarefas certas.
  1. Potencializar o perfil profissional e pessoal de cada uma por meio de entrevista. Descubra os reais interesses. Faça uma pesquisa sobre esta pessoa, afinal ela estará em contato com as pessoas que você emprega e cuida!
  1. Faça contrato de voluntariado e com controle de horas trabalhadas por semana. Evite a má fé! Oriente-se com um advogado trabalhista.
  1. Trate seus voluntários com carinho, presenteie , cumprimente os em datas comemorativas, ofereça certificado, premiações, destaques.
  1. Comunique-se! Fale dos seus sucessos, metas e desafios. Você irá se surpreender com os resultados!
  1. Divulgue as oportunidades de vagas para voluntários em seu site, redes sociais. As pessoas querem ser voluntárias, mas não sabem onde e como começar.
  1. Calcule o valor mensal que está economizando com sua rede de voluntários e apresente a todos da sua instituição para que valorizem estas pessoas de bem.
  1. Promova o dia do Voluntariado em sua instituição e receba-os com carinho. Ah! Não deixe de fazer um cadastro, mesmo que seja um dia de trabalho. Você poderá solicitar apoio em outros momentos.

Cabe a nós do Terceiro Setor fomentar este exercício de cidadania, promovendo sinergia em favor de uma transformação social real. Cabe a nós dar a resposta aos anseios de mudanças, dar um sabor especial à vida, promover que belas histórias sejam contadas a partir do sentimento que o voluntário tem: eu faço a diferença no mundo!

Se você gostou deste artigo, compartilhe com seus colegas e amigos.

Tem um provérbio que acredito muito:”Quando a maré sobe, todos os barcos sobem juntos”. Ou seja, para nós que trabalhamos no Terceiro Setor, quanto mais conhecimento sobre gestão de voluntariado no Terceiro setor, melhor para todos nós.

Compartilhe!


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REFLEXOES – OLHE FORA DO QUADRADO

7 de fevereiro de 2017
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Um exemplo interessante de uma empresa que foi além é a Dauper. A Dauper já era bem sucedida em fabricar e vender cookies para revenda, mas um dia os sócios pensaram “O que nós fazemos muito bem feito?”, a resposta foi clara e rápida: “Entendemos tudo sobre o processo de produção de cookies, somos eficientes nisso e fazemos cookies melhor do que qualquer outra empresa”. A partir daí, eles desenharam todos os caminhos possíveis para usar essa especialidade e alcançar novos mercados: “Podemos vender cookies para cias aéreas, abrir lojas próprias no Brasil inteiro, vender para o atacado e varejo, e oferecer nosso produto como ingrediente para outros produtores.” A partir do momento que você encontrar uma grande oportunidade de inovação, o ideal é selecionar e melhor oportunidade e focar sua energia nela até que ela esteja funcionando e, em seguida, começar a buscar um novo ponto de inovação. Entender bem seu diferencial e aquilo que fazem bem feito foi fundamental para a Dauper descobrir novos mercados e alçar voos muito mais altos.

Além de explorar a base de clientes atuais, outra alternativa de crescimento a refletir é: será que você não poderia conquistar clientes de outras regiões ou de outro perfil? Se sim, pense no seu produto/serviço, no tamanho do mercado potencial para ele.

Assim como a Dauper, você pode inovar na forma de entregar seu produto/serviço, na forma de se relacionar com clientes, na maneira como faz a distribuição, nos canais de vendas, nas parcerias com outras empresas do setor, entre outros caminhos.

Fonte: http://quiz.endeavor.org.br/checkup/#/resultado


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REFLEXÕES – SER COMPRADO OU VENDER

3 de fevereiro de 2017
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Analisando o site da Abexa – www.abexa.org.br no perfil exportador dos associados, vi que muitos associados que declararam já ter exportado, na realidade o que aconteceu é que alguém falando uma língua estrangeira comprou dele.

Veja bem, dos 83 que declararam ter exportado, 14 não tem Nota Fiscal, 5 não tem embalagem adequada, 23 não conhecem um processo de exportação, 33 não sabem calcular o preço de venda, 33 receberam em real e 16 direto do cliente. Como exportar se não sabem estas coisas?

Então vemos que uma coisa é vender para um estrangeiro – localizar o cliente, montar o processo de exportação, fechar cambio, etc, outra é um estrangeiro chegar com uma nota de dólar na mão e comprar uma peça sua.


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REFLEXÕES – 22 ANOS DE MEMORIA

2 de fevereiro de 2017
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Nas mudanças que fizemos com o Projeto Garagem, limpeza dos armários, etc, juntamos milhares de fotos que tiramos nestes 22 anos.

São tantas lembranças, algumas na maioria, olhadas hoje, são muito engraçadas.

Eu então…tem foto minha com o cabelo no meio das costas, anelado de dar dó…brinquei até com o pessoal…Betania esta de volta…Será que eu achava bonito? Devia achar.

Achei foto da frente do Centro Cape, com mais de 80 funcionários que tinha na época.

Tem um monte de foto de pessoas que ainda convivo e na época estavam com a cabeça coberta de pelos e hoje são totalmente carecas e os poucos fios que restaram estão brancos.

Me vi em foto de 20 anos atrás com roupas que ainda estão no meu armário!!!!

São milhares de fotos de feiras, encontros, treinamentos, algumas (muitas) cervejas, que nos levam a pensar que apesar de todas as dificuldades valeu a pena.

Vou começar a escanear as fotos e enviar para os amigos, pois este também foi uma coisa boa pois vimos que dezenas, se não dizer centenas de pessoas que nos relacionamos nestes 22 anos ainda são amigos e parceiros.


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