EU JURO, by Tânia Machado

SAI A PRIMEIRA INDICADA PARA SER HOMENAGEADA NA FEIRA NACIONAL

30 de abril de 2018
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Este ano, a Feira nacional de Artesanato terá como tema MESTRES DA ARTE E DO ARTESANATO, quando 37 mestres (26 dos estados brasileiros e 11 de Minas), serão homenageado

Trata-se de Dona Antonia Ribeiro de Mendonça, que trabalha com renda labirinto.

Natural de Ingá/PB, faz renda labirinto há 40 anos e possui 86 anos de idade.

Aprendeu este ofício desde criança com a sua madrinha. Achava bonito o tipo de trabalho artesanal e já sonhava em repassar o seu conhecimento para suas vizinhas.

Atualmente tem orgulho em dizer que as rendeiras de sua comunidade, Chã dos Pereiras, aprenderam com ela e que possuem melhores condições de vida por causa do lucro obtido com a venda do labirinto em forma de produtos para cama, mesa, banho e vestuário. Tem clientes fixos por todo o Brasil. Foi homenageada pela Assembléia Legislativa da Paraíba por ser a artesã mais velha do Programa de Artesanato da Paraíba (PAP) e muito atuante na elaboração de suas rendas e na área social. Vende seus produtos para clientes de várias partes do Brasil e de outros países, através dos salões de artesanato promovidos pelo Governo do Estado da Paraíba, por intermédio do PAP e pelo Programa de Artesanato Brasileiro..

Maiores informações sobre o Cla dos Pereira na Paraiba veja:  https://youtu.be/8glUyxzGSMs

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Natural de Ingá/PB, faz renda labirinto há 40 anos e possui 86 anos de idade.

Aprendeu este ofício desde criança com a sua madrinha. Achava bonito o tipo de trabalho

artesanal e já sonhava em repassar o seu conhecimento para suas vizinhas.

Atualmente tem orgulho em dizer que as rendeiras de sua comunidade, Chã dos

Pereiras, aprenderam com ela e que possuem melhores condições de vida por

causa do lucro obtido com a venda do labirinto em forma de produtos para cama,

mesa, banho e vestuário. Tem clientes fixos por todo o Brasil. Foi homenageada pela

Assembléia Legislativa da Paraíba por ser a artesã mais velha do Programa de

Artesanato da Paraíba (PAP) e muito atuante na elaboração de suas rendas e na

área social. Vende seus produtos para clientes de várias partes do Brasil e de

outros países, através dos salões de artesanato promovidos pelo Governo do

Estado da Paraíba, por intermédio do PAP e pelo Programa de Artesanato Brasileiro..

Maiores informações sobre o Cla dos Pereira na Paraiba veja: https://youtu.be/8glUyxzGSMs

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Meu caro Ronaldo

29 de abril de 2018
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Obrigada pela sua atencao em responder no meu blog.

Mas, considerando a sua importancia para o artesanato, nao podemos deixar confundir e se misturar ARTESANATO, com trabalhos manuais de baixa qualidade.

Juntando seu comentario do uso do percal no NE, falo do uso de vidrilho e durepox pelo indios brasileiros. Outro dia me mostraram com orgulho um cocar feito de canudinho de refrigerante, como se fosse o supra sumo da inovacao. Quase morri!

Nosso papel ‘e justamente de valorizar o artesanato e leva-lo para cada vez mais para o alto.


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Ronaldo Fraga

27 de abril de 2018
1 Comentário

Meu caro Ronaldo,

Me permita discordar de voce, quando em entrevista a BBC do Brasil, declarou que “brasileiro acha que artesanato é coisa de pobre”.

Isto era verdade há 40, 50 anos atras quando começei a trabalhar com artesanato. Naquela epoca, era programa social e vendas feitas através de bazares.

Hoje não…centenas, se não dizer milhares de artesãos, são considerados artistas e seus produtos estão espalhados nas melhores residencias, museus, lojas especializadas. Se voce visitar as Casa Cor espalhadas pelo Brasil, verá diversas peças e componentes fabricados de forma artesanal.

Logico que não vou dizer que tudo é arte, assim como não posso dizer que todos os carros são Mercedes.

Veja bem…A Feira Nacional de Artesanato que fazemos no Expominas no final do ano, 74% dos visitantes são das classes A, A/B e B. Tenho a certeza que ninguém vai lá para comprar pobreza e sim riqueza de criação.

 


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ERA UMA VEZ…A SAGA DO ARTESANATO BRASILEIRO – CAP VIII – O STJ EM BRASILIA

3 de abril de 2018
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Quando a causa foi para o STJ, considerando que ganhamos por unanimidade em São Paulo com voto a favor dos três desembargadores, meus advogados me falaram de uma tal de Súmula 7, que parece que é quando existe unanimidade, a não ser que aconteça um fato novo, os juízes do STF mantem o mesmo resultado…

Ledo engano…apesar de termos ganho por duas vezes, monocraticamente sendo o Ministro responsável definido ao nosso favor, de repente eles apresentam uma cópia de um post que fiz aqui no Blog, onde afirmo QUE A APEX DETERMINOU QUE OS QUATRO PROJETOS SE UNISSEM, como se isto fosse a grande novidade, apesar de constar dos autos desde São Paulo.

Fui ao STJ conversar com os Ministros, quando então um deles, quase gritava comigo perguntando como a Fazer Brasil, em 2009 e 2010 participou de diversos eventos internacionais sem que tivesse um tostão na sua conta corrente (já que eles retiravam em numerário no banco, todo e qualquer recurso que fosse alí depositado).

Informamos ao Ministro que não podíamos responder pois não tínhamos conhecimento de como a Fazer Brasil gerenciava seus negócios, e que na época citada, nem os conhecíamos direito, quanto mais saber da sua rotina financeira. Mas ele, aos gritos, insistia que queria uma resposta e nos novamente afirmávamos que não tínhamos e não poderíamos responder por uma entidade que não nos dizia respeito na ápoca citada e que ele deveria perguntar a Apex, como esta fazia para repassar os recursos para a Fazer Brasil participar dos eventos internacionais.

E nesta confusão a DIM ia entrando com embargos, e outros nomes complicados jurídicos que não diz respeito e adiando cada vez mais a decisão final que deveria ir para o Pleno.

Fez isto, até que uma Ministra aposentasse (ficamos sabendo que ela seria ao nosso favor no Pleno).

Mas quem somos nos para conhecer os bastidores do STJ?

 

 


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