Arquivo da categoria: ARTESANATO

BARACK OBAMA

Obama não esteve em Minas, mas foi daqui que levou pros EEUU um pedacinho…

A Central Maos de Minas, Centro Cape, Apex e Fiemg ofereceram a Presidenta Dilma um produto artesanal feito com madeira de poda legal da Prefeitura de Belo Horizonte que era uma bola de madeira, feita de abacateiro, onde tinha um mapa do Brasil que desencaixado, mostrava tres gavetinhas que funcionam como porta joias.

Quem fez o produto foi o Eduardo Eleuterio que trabalha com peças de encaixe e estará agora começando a exportar para os EEUU.

São aquelas coisas que acontecem aqui e que todo o tempo temos que agradecer a Deus, Buda, Oxoxi, Maomé, Alá, Jesus, Nossa Senhora e todos aqueles que nos cercam com energia positiva…

Estávamos discutindo outro assunto com o pessoal do Cerimonial da Presidencia e ele tinham comentado conosco se havia algum presente que poderia ser dado para o Obama e dissemos que não tinhamos nada em mente naquele momento…

Passados alguns dias, o Eduardo veio ao Centro Cape para discutir a exportação de suas peças para os EEUU e trouxe uma bola de madeira com a bandeira do Brasil. Na hora que vi aquilo, pensei: tai o presente do Obama.

Mandei imediatamente para o Cerimonial que apresentou a Presidenta que imediatamente aprovou como sendo o presente oficial do governo.

Ele então teve que fazer correndo outra peça, onde uma das gavetas tinha a bandeira do Brasil e esta peça tinha que estar nas mãos do Itamarati até sexta feira à noite…

Ela ia ficar pronta somente as 14:00 horas e então pedimos ao Presidente da Fiemg – Olavo Machado que levasse em mãos e entregasse para a Presidencia…

Apesar do improviso, da pressa, de tudo em cima da hora, no final deu tudo certo!!!!

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DOCE ILUSÃO II

Eu como sempre, sou passional e as vezes na ânsia de dar uma noticia, misturo o coração no meio da razão.

Verdades sobre a interrupção da loja Mãos de Minas

1) A loja não vai fechar, vai interromper por pouco tempo as atividades e será reinaugurada em fevereiro em endereço eletrônico.

2) Apesar de aparentemente o consumidor perder a oportunidade de tocar os produtos, terá a chance de conhecer muito mais sem sair de casa. A loja física hoje conta com 4315 itens, na virtual em seis meses devemos chegar a mais de 10.000.

3) Minas Gerais, com a loja virtual, estará acessível e na casa de milhões e milhões de brasileiros, o que hoje com a loja física não é possível.

4) Com a Loja virtual estaremos redirecionando o investimento, e cumprindo a missão da Mãos de Minas que é de apoiar o artesão na sua comercialização, fortalecendo assim as ações de capacitação, consultorias e melhoria de processos.

5) Assim, teremos:
 Uma loja sem fronteiras
 Funcionamento 24 horas
 Comodidade para o consumidor
 Redirecionamento dos investimentos para a capacitação do artesão.
 Menor preço de venda final, já que os custos serão bem menores.

Informações importantes sobre o e-commerce:
– nos últimos cinco anos, o E-commerce cresceu em média 52% por ano.
– Brasil é responsável por 50% das transações de comércio eletrônico na América Latina, segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.
– O Natal bateu recorde de venda: 15 de novembro a 24 de dezembro, os consumidores gastaram R$ 2,2 bilhões em compras pela internet. O valor da compra subiu de R$ 10 e ficou, em média, em R$ 370, com notória participação de novos navegantes das classes C e D (E-bit).
– O Brasil é líder na conversão de visitantes em compradores em sites de comércio eletrônico na América Latina. O índice de visitantes de lojas virtuais que fazem compras online é de 94%, mais que na Argentina (89%) e na Colômbia (84%).
(O estudo da comScore entrevistou 800 consumidores no Brasil, México, Chile, Argentina, Colômbia e Peru. Foi divulgado em 1.12.2010 em Bogotá, Colômbia.)
– A internet já é acessada por 41,7% da população acima de dez anos, ou 67,9 milhões de pessoas (Pnad 2009/IBGE).
– O número representa crescimento de 112,9% na comparação com os 31,9 milhões de usuários registrados em 2005 (20,9% da população).

Então, não estamos retroagindo, muito pelo contrário, estamos nos adequando ao mercado atual. Hoje a loja é visitada por cerca de 1.200 pessoas por mes…queremos atingir alguns milhões!

Que venha 2011!!!

Tânia Machado

PROCURA-SE UM PADRINHO

Quem quer apadrinhar um grupo de associações competentes e sérias?

Estamos buscando quem queira se associar a nós e nos ajudar na gestão de todos os projetos. Você conhece alguém?

Por que uma instituição que faz tanto, tem números tão significativos tem que buscar ajuda?A resposta poderia estar na afirmativa:
COMO uma instituição consegue fazer tanto, sem ajuda quase que nenhuma?
Nestes 26 anos que estou envolvida com o projeto, meu papel sempre foi de usar de criatividade para a solução dos problemas. Ver nos menores sinais, grandes oportunidades. Mas as instituições cresceram mais do que podia prever…Hoje estou para fazer 60 anos…Vejo que as necessidades não irão parar de crescer e cada dia fica mais difícil manter as atuais, quanto mais as que estão chegando…Apesar de ser uma pessoa ativa, sei que não tenho mais tanto tempo assim para continuar esta luta de busca diária de recursos para cobrir as necessidades prementes.
Não estou jogando a toalha, mas buscando uma ou mais empresas que tenham a sensibilidade no social / empresarial e queiram adotar um grupo formado por diversas instituições consideradas por todos, beneficiados, mídia, formadores de opinião, um grupo de sucesso.
Assim, daqui pra frente, vou poder, quem sabe, fazer coisas que há muito tempo não consigo, como, por exemplo, viajar pelo interior para ficar trocando conversas com artesãos, sentar na oficina dos Meninos e Meninas do Morro do Papagaio e ensiná-los e fazer junto com eles um monte de peças usando resíduos, poder viajar sem estar ligada todo o tempo no celular para ver como sobrevivemos mais um dia…

A sustentabilidade das instituições e empresas se dá na seguinte forma:

CENTRAL MÃOS DE MINAS – mensalidades dos associados, mark up sobre as vendas.
CENTRO CAPE – venda de serviços
BANCO DO POVO – taxa de juros sobre empréstimos
TERRA BRASILIS – venda de serviços
JOGOS DE EMPRESA – comercio
W3 – taxa de administração de mídia.

Entretanto as dificuldades são imensas, pois a grande parte dos públicos beneficiados não tem condições financeiras de arcar com os custos, sendo que quase todos os serviços são gratuitos.
A Central Mãos de Minas tem a necessidade de aumentar o seu capital do fundo de comercialização – fundo que antecipa ao artesão a venda do produto, evitando que fique com produtos parados aguardando a venda para o recebimento.
O Instituto Centro Cape, tem a necessidade de captar mais recursos para certificar artesãos, dentro dos projetos apoiados pela Lei de Incentivo a Cultura – Art. 18, ou mesmo diretamente através de apoios ou convênios, preparando assim os artesãos para atuarem com competência no mercado. Além da certificação, existem necessidades financeiras nas áreas de consultoria de design, custos e mercado.
O Banco do Povo que se encontra em situação mais preocupante, pois uma gestão totalmente errada que foi detectada em abril de 2008, que levou a demissão dos dois responsáveis pela área financeira e hoje luta para a sua retomada e em virtude da composição de seu saldo, fica cada dia mais difícil de recuperação.
O custo do microcrédito é bastante alto, pois não se trata de simplesmente emprestar. Nosso slogan é “Não damos crédito, promovemos o desenvolvimento, mesmo que para isto seja necessário financiar o cliente”.
A Terra Brasilis que precisa de recursos para dar continuidade aos projetos ambientais de conscientização e uso racional de recursos naturais das matérias primas utilizadas pelos artesãos, tais como a taboa, cipó, pedra sabão, madeira, fibras em geral, somente para citar alguns.
As Jogos de Empresa e W3, por serem empresas comerciais, tem buscado sua sobrevivência no mercado através do comércio, mas mesmo com dificuldades, até por uma questão de coerência com o que ensinamos, devem se superar sozinhas, o que tem feito.
NÚMEROS REPRESENTATIVOS:
Mãos de Minas
7.000 associados (num universo de 500.000 que existem em Minas Gerais)
R$ 2.400.000 em vendas através da loja ano
U$ 2.000.000 em exportações de artesanato direta ou indiretamente/ano
R$ 36.000.000 em legalizações de vendas diretas dos artesãos/ano
Centro Cape
Participação na efetivação das seguintes leis que beneficiaram o artesão
– permissão que o artesão rural se beneficie da aposentadoria rural
– lei da legalização da produção alimentícia artesanal no Estado de Minas Gerais
– lei da Inscrição Estadual Coletiva que beneficia a legalização da venda direta pelo artesão.
Realização da Feira Nacional de Artesanato que beneficia anualmente 15.000 artesãos brasileiros (considerada o maior evento do gênero da América Latina).
Realização de treinamentos atingindo 2.000 pessoas ano
Desenvolvimento de manuais de treinamento nas áreas: artesanal, rural, educação, microcrédito, empreendedorismo, reciclagem.
Participação anualmente em eventos internacionais na Alemanha, Portugal, Espanha, Estados Unidos. Esporadicamente na: Inglaterra, França, Panamá, Argentina, Itália, Emirados Árabes, África – Burkina Faso, Cabo Verde, Angola.
Banco do Povo
Empréstimos realizado de R$ 30 milhões de reais
Empregos viabilizados para 25.000 mil pessoas
Quais seriam os benefícios de uma empresa que decidisse a ser o padrinho das instituições Mãos de Minas, Centro Cape, Terra Brasilis e Banco do Povo:
a) responsabilidade social ampla
b) beneficio direto a milhares de artesãos
c) geração milhares de auto emprego e emprego, através dos financiamentos do Banco do Povo.
d) ligação de seu nome ao Grupo de Desenvolvimento que tem ampla credibilidade frente a mídia (anualmente temos mais de 3 horas de televisão – sendo 1 hora nacional, centenas de cm/coluna em jornais e dezenas de horas de rádio). No Google a palavra Mãos de Minas aparece 786.000 vezes, Centro Cape 301.000 vezes, Banco do Povo 216.000 vezes e Feira Nacional 105.000 vezes
e) abatimento de parte do patrocínio no Imposto de Renda a pagar, através do beneficio da lei de Incentivo à cultura, quando o apoio se der através da lei.
f) participar efetivamente das decisões administrativas do Grupo de Desenvolvimento.

FORNOS DO VALE

Em 2004, se não me engano, conseguimos um recurso com a Aid to Artisans, para financiar a construção de um forno no Vale do Jequitinhonha.
Lá, esta questão do forno sempre foi um problema, pois possivelmente dezenas de projetos foram feitos para que os artesãos locais tivessem um forno digno (normalmente eles fazem um buraco no chão, colocam as peças, lenha em cima e ai existe uma grande perda, além das ceramicas ficarem frágeis, por terem tido uma queima desigual).
Chamamos então o Godoy, um professor super simpático e acessível da Universidade Federal de São João Del Rei que ficou quase que dois anos trabalhando com o pessoal de Santana de Araçuai no desenvolvimento do forno.
Queríamos que fosse algo, onde a comunidade fizesse o seu desenvolvimento e aí o know how ficasse com eles e depois qualquer um pudesse dar continuidade.
O forno teria que dar uma temperatura de 1.000o graus constante e em todos os niveis.
Assim o Godoy desenvolveu com a comunidade desde os tijolos refratários, até a fôrma para a construção do forno.
Foram pelo menos uns tres fornos que despencaram…até que a comunidade assimilou a técnica e o forno final ficou pronto.
Para o teste da queima, eles tinha que colocar os produtos dentro, é obvio, para que fosse testado. Aí ninguém queria colocar produtos com medo do forno cair de novo e eles perderem as peças. Tomando o conhecimento disto disse: ok. quando as peças ficarem prontas quanto elas vão custar? Me deram o preço e então eu disse, ok; to comprando. elas são minhas…se o forno cair, o prejuizo é meu…
Fizeram a queima e foi tudo perfeito…as peças queimaram a 1.000 graus, nao perdeu nenhuma e ficaram super fortes.
Quando fui cobrar as peças, eles me informaram que tinham desistido de vender…rsrsrs… tudo bem, meu objetivo não era comprar as peças, mas garantir que eles colocariam as peças no forno.
Quando o projeto encerrou, pedi ao Godoy que manualizássemos tudo de forma que ficasse registrado e de dominio público…
Não tivemos na epoca dinheiro para isto…
Agora, fiquei sabendo que o Godoy não esta bem de saúde e aí passou o know how para um professor da Universidade de São Jão Del Rei e este professor quer cobrar R$ 25.000 por uma consultoria para instalação de um forno.
NEM PENSE NISTO, SENHOR PROFESSOR, ESTA TECNOLOGIA PERTENCE AOS ARTESÃOS DO VALE DO JEQUITINHONHA E FORAM 100% FINANCIADAS PELA AID TO ARTISANS E O INSTITUTO CENTRO CAPE!
NAO VOU ADMITIR QUE ISTO ACONTEÇA E SE PRECISO, CHAMO A IMPRENSA E DENUNCIO ESTA APROPRIAÇÃO INDEBITA DE UM DIREITO DO POVO DO VALE!

SELO DE QUALIDADE I.Q.S.

Quando começamos nosso projeto de Selo de Qualidade IQS, sabíamos que estavamos fazendo um bom projeto, mas não podíamos imaginar quanto.
Se voce tiver interessado nos resultados, dê uma entrada em nosso site http://www.centrocape.org.br e vá ao IQS – SELO DE QUALIDADE. Lá voce pode ver uma série de depoimentos dos artesãos que falam da mudança em suas vidas depois da implementação do Selo.
Abaixo, transcrevo o depoimento de uma artesã que acabou de passar pelo processo:

Quando a minha amiga Carla Pianchão me falou do processo pelo qual ela havia passado, eu pude ter uma noção do que se tratava, mas só quando comecei a aplicá-lo em meu ateliê comecei a entender melhor.
Estou cursando o 2º. Período de Moda, e tenho uma matéria que me encanta que é a Gestão em RH, nesta matéria é abordado o funcionamento de uma empresa, desde o planejamento, até o treinamento que todo profissional deve ter.
Quando comentei em sala o processo em que eu estava envolvida, minha professora se mostrou muito interessada em saber o que eu tinha para dizer. Durante o processo com o Consultor Arnaldo Clemente, eu ia comentando em sala, até que um dia minha professora pediu que eu apresentasse para meus colegas todo o processo. O que mais me marcou foi quando ela disse uma frase que eu jamais vou me esquecer: “que ela fica muito feliz quando ela vê um de seus alunos brilhando, sendo bem sucedido”. Pra mim não teve nada melhor, afinal o meu trabalho é feito com muito amor, mesmo tendo que renunciar a tantas outras coisas e ainda tentar sobreviver dele. Esta frase será guardada para o resto da minha vida.
Estou comentando esta situação pra dizer que se esse processo de certificação fosse talvez uma perda de tempo, ou algo insignificante, ela jamais teria se interessado e muito menos colocado à disposição uma aula inteira para que eu falasse como foi.
Após as mudanças realizadas em meu local de trabalho, percebi a diferença de uma forma espetacular. Meu cantinho hoje é um local confortável, limpo e organizado. Antes, o meu canto quase não me cabia. Quando resolvi iniciar a “ faxina” fui percebendo como o quarto estava cheio de coisas que não tinham utilidades alguma para o meu trabalho. O tamanho do espaço realmente não conta, desde que fique no local somente coisas utilizáveis. É claro que o resultado não poderia ter sido melhor. Hoje tenho condições de fabricar maiores quantidades de uma forma mais agradável e confortável. Durante muitos anos costurei em um banquinho de madeira e nunca me preocupei em trocá-lo por uma cadeira, afinal, não via necessidade alguma, mesmo sentindo fortes dores na coluna depois de um dia de trabalho. Me lembro que quando o Arnaldo chegou no ateliê e perguntou como eu dava conta de costurar ali até então eu não dava muita importância para esta questão. Depois de um determinado tempo fiquei incomodada e finalmente resolvi comprar uma cadeira que pudesse me proporcionar conforto. Hoje eu falo para todos que esta cadeira foi um investimento que fiz em mim. Toda vez que eu me sento eu me pergunto porque não fiz isto antes.
Eu poderia passar o dia escrevendo todas as mudanças positivas que aconteceram.
Então quero deixar aqui bem claro, o meu sincero agradecimento a todas as pessoas que direta ou indiretamente me ajudaram neste processo. Meu agradecimento especial aos Consultores Arnaldo Clemente e Nilma.
É um excelente projeto e aproveitei tudo que tive oportunidade. Hoje tenho uma qualidade de vida melhor durante a minha produção, ganhando tempo e de forma confortável. Aprendi também a me disciplinar, principalmente com relatórios de despesas.
Foi uma oportunidade única, afinal, mesmo trabalhando na informalidade, não deixamos de ser uma empresa. E como todo empresário pensamos em um dia crescer. Então é melhor adquirir este hábito quando ainda temos controle sobre tudo, porque depois vamos saber administrar muito bem.

Um abraço a todos e mais uma vez, muito obrigada.

Carla Ramos

MARIA DA FÉ

Em 1998, se não me engano, o nosso vice governador Antonio Anastasia, era Secretário Geral do Ministério do Trabalho. Estive com ele e pedi apoio para um projeto que tínhamos acabado de lançar que se chamava Arte Estruturada. O objetivo era levar o modelo Mãos de Minas para outras cidades. Ele imediatamente viabilizou um projeto com o apoio financeiro do Ministério do Trabalho.
Fizemos uma parceria com o Sebrae Minas com o projeto de Turismo que era gerenciado por Fátima Trópia e colocamos as cidades dos roteiros turisticos como prioridade.
A Fatinha (era assim que a chamavamos), nos entregou uma série de cidades e entre elas estava Maria da Fé.
Fomos lá e voltamos com o seguinte diagnóstico: sinto…lá não tem nada…so uns panos de prato de gosto duvidoso.
Fatinha insistiu…voces tem que voltar e achar alguma coisa.
Muito desanimados voltamos…numa pensão que estávamos conhecemos o filho do dono que se chama Domingos Tótora…falamos com ele o nosso problema e ele disse que conhecia uma técnica de trabalhar a fibra de bananeira e se colocou a disposição para nos ajudar a encontrar um caminho.
Juntou um monte de pessoas da comunidade e começou a ensinar a trabalhar a técnica do uso da fibra de bananeira com residuos de papelão de supermercado…
Resultado: hoje Maria da Fé não é so conhecida como a cidade mais fria do Brasil, mas também é conhecida pelo artista plástico Domingos Tótora e pela cooperativa GENTE DE FIBRA que exporta para a Europa e EEUU produtos que encantam os compradores pela sua beleza e pela sua criatividade.
Não devemos desistir na primeira dificuldade…às vezes o resultado positivo ainda não teve a chance de se mostrar…