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GUSTAVO MAGALHÃES

Vou dar uma pulada rápida para 2003 ou 2004, mas é que hoje estive com o Gustavo e não posso deixar de falar nele.
NO conhecemos no inico do Governo Aecio, quando estávamos tentando que o Estado nos cedesse a Casa do Conde onde queríamos fazer lá um grande centro de artesanato.
A partir dái, nao larguei mais do seu pé (coitado… rsrsrs).
Gustavo é meu esteio…Sei que sou briguenta, sou passional, não escondo isto de ninguém e acho que se não fosse assim, a Mãos de Minas, apesar de todo o esforço da familia Neves, já teria acabado.
Gustavo hoje, é Chefe de Gabinete do Dr. Anastasia, e tem sido meu grande conselheiro. Tenho total liberdade de falar com ele todos os meus sentimentos profissionais, estando certos ou não, sendo pesados ou leves, e é uma pessoa que me sinto bem.
Com toda a sua educação, ele sempre arruma um jeito de me falar o melhor caminho e a melhor forma de agir.
Tenho confiança plena nele. Tudo o que me diz, mesmo que nao concorde, faz parte de minhas meditações e tento entender que como ele me quer bem (tenho certeza disto), ele não envolve o seu posicionamento profissional politico com os seus conselhos ou direcionamentos.
Ás vezes ele já foi meu porta voz para o Vice Governador Dr. Anastasia, que também, nunca deixou de me responder, mesmo quando mandou recados que era para que me acalmasse e cuidasse das coisas com menos passionalidade.
São dois bons amigos que tenho…como já disse amigo não é aquele que fica te puxando o saco o tempo todo. Amigo é aquele que é sincero, mesmo que na sua sinceridade tenha que discordar de voce.

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MARIA DA FÉ

Em 1998, se não me engano, o nosso vice governador Antonio Anastasia, era Secretário Geral do Ministério do Trabalho. Estive com ele e pedi apoio para um projeto que tínhamos acabado de lançar que se chamava Arte Estruturada. O objetivo era levar o modelo Mãos de Minas para outras cidades. Ele imediatamente viabilizou um projeto com o apoio financeiro do Ministério do Trabalho.
Fizemos uma parceria com o Sebrae Minas com o projeto de Turismo que era gerenciado por Fátima Trópia e colocamos as cidades dos roteiros turisticos como prioridade.
A Fatinha (era assim que a chamavamos), nos entregou uma série de cidades e entre elas estava Maria da Fé.
Fomos lá e voltamos com o seguinte diagnóstico: sinto…lá não tem nada…so uns panos de prato de gosto duvidoso.
Fatinha insistiu…voces tem que voltar e achar alguma coisa.
Muito desanimados voltamos…numa pensão que estávamos conhecemos o filho do dono que se chama Domingos Tótora…falamos com ele o nosso problema e ele disse que conhecia uma técnica de trabalhar a fibra de bananeira e se colocou a disposição para nos ajudar a encontrar um caminho.
Juntou um monte de pessoas da comunidade e começou a ensinar a trabalhar a técnica do uso da fibra de bananeira com residuos de papelão de supermercado…
Resultado: hoje Maria da Fé não é so conhecida como a cidade mais fria do Brasil, mas também é conhecida pelo artista plástico Domingos Tótora e pela cooperativa GENTE DE FIBRA que exporta para a Europa e EEUU produtos que encantam os compradores pela sua beleza e pela sua criatividade.
Não devemos desistir na primeira dificuldade…às vezes o resultado positivo ainda não teve a chance de se mostrar…