EU JURO, by Tânia Machado

ROLLINGS STONES

7 de dezembro de 2015
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ROLLING STONES

Adoro os Rolling Stones, assim como tenho o maior respeito pelo Banco do Brasil que é um grande parceiro nosso, mas não posso deixar de colocar aqui a minha tristeza. Para a Feira Nacional de Artesanato, que terminou ontem, havia pedido R$ 300.000,00 de patrocínio e o Banco do Brasil somente liberou R$ 50.000,00, alegando que não tinha mais verba e que os patrocínios estavam reduzidos, apesar da feira ter também Lei de Incentivo á Cultura – Artigo 18, beneficiar mais de 20.000 artesãos brasileiros e por aí vai…

Mas para os Rollings Stones tem R$ 5,9 milhões de reais…

“Por Jotabê Medeiros, para o UOL: O Banco do Brasil, usando a lei da inexigibilidade de licitações, adquiriu há uma semana o patrocínio do show dos Rolling Stones por R$ 5,9 milhões, em contrato com a empresa T4F válido por cinco meses e referente à turnê 14 da banda que passará lo Brasil em 2016.

O BB explica que o valor quase total do que investem em patrocínios culturais está amparado pela Lei Rouanet, que permite à empresa abater dope Imposto de Renda o valor total do investimento, portanto o custo na prática destes patrocínios é arcado pelo Estado brasileiro. Por este motivo, inclusive, um anúncio do show publicado nos jornais neste domingo, 6 de dezembro, traz, dentre outros, o logotipo do Governo Federal e o slogan “Pátria Educadora”.

Mantenha a fonte ao citar o texto: Rolling Stones: Banco do Brasil banca 5,9 milhões de patrocínio http://whiplash.net/materias/news_796/234859-rollingstones.html#ixzz3tekYKk9a
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mancada

23 de abril de 2012
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Me lembrei outro dia de um caso…
Tinhamos um grande contrato com a Fundação Banco do Brasil para atender a Sala do Empreendedor no Banco do Brasil.
Fui jantar com uns diretores do BB e FBB e na hora de pagar que faço eu?
Tiro um talão de cheques da Caixa Economica Federal!!!
Quase perdi o contrato!.

Tânia


BANCO DO BRASIL

30 de maio de 2009
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O Banco do Brasil tem sido um dos grandes parceiros nos últimos tempos…
Nas crises financeiras, nos momentos bons, na busca de solução para nossos problemas…
Tem uma coisa que nos incomoda que é eles trocarem nossos gerentes todos os dias, mas as ultimas “levas” tem sido boas.
Marcos Condé, Pedro Passos tem sido nossos últimos gerentes.
Estão todo o tempo conosco e no ano passado, com a crise que tivemos por causa da queda de patrocinio da Feira Nacional, se não fossem eles, não sei o que faríamos.
So continuo brigando com o sistema do Banco do Brasil (dos outros bancos são também todos iguais). Hoje a gente trabalha para os bancos com esta história de tudo pela Internet.
E quando a gente mais precisa deles…lá esta o sistema fora do ar.
Ai ligamos para o 0800…atende uma moça muito educada e a primeira pergunta que ela faz é: o seu computador esta conectado? Esta ligado na tomada? Da vontade de matar, pois no inicio nos trata como um imbecil…
Mas o Pedro me conheçe…não converso com o computador e nem com as atendentes…temos até uma forma de comunicar a urgencia. Quando ligo para o celular dele uma vez e ele não pode atender, no mais tardar ele me retorna.
Quando ligo umas duas ou tres vezes seguidas…é porque o assunto é urgente…


SALA DO EMPREENDEDOR

2 de maio de 2009
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A metodologia de trabalho da Sala do Empreendedor era o crédito assistido. O cliente buscava a informação sobre o crédito, recebia a visita de um agente, discutiam a possibilidade de financiamento e preenchiam a documentação. O cliente participava de um treinamento, onde após ELE PROPRIO, elaborava seu plano de negócio, se comprometendo assim com as informações colocadas, a após receber o emprestimo era visitado pelo menos uma vez a cada tres meses, pelo agente que o atendeu.
Tiveram diversos casos de sucesso. O mais importante, para mim, era quando o cliente ia para o treinamento disposto a finalizar seu desejo de crédito e descobria no final que o momento não era aquele, ou que o risco era muito grande, ou que deveria mudar e adiar a decisão do crédito, enfim, eram centenas de motivos que os clientes desistiam ou adiavam a decisão. Em média, isto acontecia com 30% das pessoas.
Teve um caso, de um açougue, que antes do treinamento o cliente queria comprar um freezer e depois do treinamento, fez do seu estabelecimento uma “boutique de carne”, vendo assim uma forma de se mostrar diferente. Hoje ele é o maior sucesso em Brasilia.
Teve um outro que queria comprar um carro utilitário, mas no treinamento descobriu que seu problema era a logistica interna e não a entrega. Trocou por um computador e mudança do lay out do estabelecimento.
Tiveram diversas parcerias que eram feitas de pessoas que se conheciam durante os treinanamentos e viam que poderiam se completar trabalhando juntos…
Ou seja, mesmo que todos os mais de 100.000 pessoas que receberam crédito não tivessem uma historia diferente para contar, tiveram uma mudança de atitude após participarem da Sala do Empreendedor.


Matando um leão por dia…

20 de abril de 2009
1 Comentário

Às vezes, as pessoas perguntam quem é que nos ajuda a manter todas estas instituições funcionando…
Eu respondo: Deus, Buda, Oxossi, Jesus, meus parentes e amigos que já se foram…so sei que, não sei como, todo o final de mes a gente consegue pagar as contas.
São mais de R$ 82 mil do Centro Cape, R$ 87 mil da Mãos de Minas, R$ 77 mil do Banco do Povo – isto so de custeio, sem considerar investimentos e projetos especiais.
O Banco do Brasil tem sido um grande parceiro nos abrindo linhas de créditos para girarmos os momentos de crise, além da Vale e Codemig que nos ajudam nos projetos de exportação para os EEUU. Isto sem contar com os nossos sempre parceiros na Feira Nacional: Petrobras, Cemig, Fiemg, que estão conosco há mais de 6 anos. Fora isto, é o que se diz, fazer hoje, para comer amanhã…
As pessoas as vezes veem nossa estrutura, com computadores, rede wireless, mobiliário condizente, dois caminhões, dois automóveis, show room em NY e Sintra, pelo menos mes sim e mes não, alguem do Grupo esta na Europa ou EEUU, acho que ficam pensando…”eles estão nadando no dinheiro”…
Mas o que existe é seriedade, respeito e responsabilidade. Cada projeto tem que buscar sua auto sustentabilidade. O projeto da Apex, por exemplo, é o mais “rico”, mas todos os seus recursos são aplicados no objetivo a que se propoe. Cada centavo é levado a sério e toda economia é comemorada, pois assim é mais dinheiro que podemos aplicar na ponta, no nosso público alvo.
Fico vendo às vezes este monte de escandalo envolvendo Ongs e fico pensando…como é que as pessoas tem coragem de pegar recursos que deveriam ser aplicados no objetivo que o convênio se propoe para se beneficiar?
Prefiro ficar cansada, como às vezes me sinto, mas quando coloco a cabeça no travesseiro, durmo com a tranquilidade de quem esta cumprindo a missão que se propos.