EU JURO, by Tânia Machado

PROJETO GARAGEM…

29 de julho de 2016
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Meu Deus! Como a gente acumula coisa quando tem espaço!!!

To horrorizada e até envergonhada como eu que ajudo ao artesão a aplicar o 5S na sua oficina sou capaz de ter guardado tanta coisa…

Componentes eletrônicos que não funcionam mais,mas pode interessar para quem trabalha com conserto de computadores ou mesmo curiosos – acho que encheria uma caminhonete.

Agora, os produtos artesanais, dá até dó, mas como projeto GARAGEM é pra vender barato mesmo para as pessoas carregarem, tem produto que se fosse vendido a preço real seria de mais de R$ 500,00, sendo vendido por 50,00.

Os computadores que funcionam (ainda restam alguns), foi só falar já vendemos mais de 10 e ainda tem outros que vão entrar na roda antes da gente mudar.

Quem precisa de 3 geladeiras e 3 frigo bar? So se for para colaborar com a Cemig pagando uma conta alta de eletricidade!!!

Olha, esta é uma primeira leva…depois vai vir muito mais coisas…

 

 


MUDANÇA DO CENTRO CAPE/MÃOS DE MINAS

28 de julho de 2016
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Tem muita gente me ligando, preocupada com a nossa mudança de local.

Não se preocupem, pois o que estamos fazendo é o que ensinamos aos outros a fazerem. Replanejar, readequar, reajustar…Nada vai mudar…O Mãos de Minas, Setores de feiras, técnico, Pouso e Prosa, exportação, Jogos de Empresa, etc, continuam funcionando da mesma forma…So que ao invés dos 14 funcionários do Centro Cape e 6 da Mãos de Minas ocuparem um prédio de 1.200m2, vão ocupar um local com 300m2…

O único projeto que realmente vai fechar é o The Plant, pois não nos adaptamos ao ecossistema das Startup´s, pois discordamos da forma de subsidio dos programas,  tentamos mudar para trabalhar a Economia Criativa, que fora as feiras Singular e Fresca, que apesar do sucesso, não conseguem dar sustentabilidade e pagar os custos do espaço, o resto não deslanchou, até porque o pessoal da economia criativa não tem recursos e todas as ações que fizemos – lançamento de CD, orquestra de cordas, filmes, etc tinham que ser 100% subsidiadas.

Então, estamos simplesmente fazendo o que ensinamos: REPLANEJAR SEMPRE, READEQUAR SEMPRE, REAJUSTAR SEMPRE.

Deixa o espaço ficar pronto que convido a todos a nos visitar.


canvas

2 de julho de 2015
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Canvas hoje é o instrumento de modelagem de negocio mais usado por quem quer montar uma empresa, ou mesmo quer analisar um negocio existente.

No início, o Fabio Veras do Sebrae so falava em Canvas. Como não entendia o que era e não aceitava um instrumento que atendia a tudo e a todos (até na vida pessoal), tinha uma antipatia e bloqueava qualquer tentativa de conhecimento maior da ferramenta.

Até que veio o Farm e vi os meninos modelando negócios dentro da realidade de cada dia. A cada validação ou não, não tinha que ficar escrevendo planos de negócios enormes que nunca seriam utilizados na forma original.

Hoje, me dobrei ao Canvas e estamos fazendo grupos de artesãos que fazem a modelagem de seus negócios.

Eu mesma, quando vou pensar um projeto penso: cliente…problema…solução…proposta de valor…vantagens competitivas…canais…metricas…custos…


ENSINO A DISTÂNCIA

2 de julho de 2015
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Sempre fomos e seremos a favor do ensino presencial, mas tem hora que temos que nos adaptar a realidade.

Em 2011, um grupo de 14 compradores do El Corte Inglês – Rede de lojas da Espanha e Portugal, veio ao Brasil, depois de quase seis meses de negociação com troca de fotos, medidas, preços de produtos, com EU 4 milhões de euros para compras de produtos artesanais brasileiros.

Foram montadas quatro exposições, sendo uma em Fortaleza, uma em Belo Horizonte, em Brasília e Manaus.

Apesar de já terem vindo sabendo das condições do artesanato brasileiro somente conseguiram fechar U$ 700 mil dólares em negócio, sendo que destes U$ 600 mil foi de Minas Gerais – Mãos de Minas.

O que aconteceu? Não tínhamos preço – sim tínhamos, pois eles vieram conscientes dos preços aplicados. Não tínhamos produto? Sim tínhamos, pois nos seis meses de pré negociação eles escolheram exatamente o que queriam comprar. Não tínhamos volume de produção? Sim, tínhamos, pois o potencial de produção foi informado com antecedência.

Então o que houve? Simples. As associações e cooperativas de artesãos não estavam preparadas para lidar com situação tais como: consolidação de carga, radar, etiquetagem e embalagem especial para exportar.

O mesmo aconteceu com a Rede de Lojas Macys e com a Rede de lojas TJX.

Vendo com lojistas brasileiros sobre as suas dificuldades, vimos a mesma coisa. 30% dos produtos chegavam quebrados, o artesão não tem capital de giro para bancar um pedido, entrega e recebimento, não tem documentação para buscar uma linha de crédito nos bancos formais…

Então decidimos que algo deveria ser feito e colocamos como meta o fortalecimento no mesmo modelo Mãos de Minas de pelo menos três entidades em cada estado. Estudando a forma de realizar este trabalho nos deparamos que a realização de um curso presencial ia demandar grandes recursos e uma mão de obra em consultoria que não existe disponível no país (projeção seria de 27.000 horas de treinamento presencial com um custo de quase R$ 3 milhões de reais em consultoria, sem contar com despesas de deslocamento e coordenação – isto para atender a 81 núcleos)

Decidimos então criar um Ensino à Distância e buscamos na Fundação Banco do Brasil recursos para o desenvolvimento da plataforma inicial.

Após os testes iniciais, a própria Fundação Banco do Brasil e o SESI ajudaram na melhoria da plataforma que hoje conta cm 15 cursos e temos mais 5 em fase de desenvolvimento.

São mais de 1.000 artesãos, associações e cooperativas que passaram ou estão passando pelos cursos.

Se tiver um tempinho, dê uma visita ao site: http://www.centrocapeonline.org.br


BOM DIA A TODOS!

30 de junho de 2015
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Estou indo agora à Cidade Administrativa para achar uma emenda orçamentária do Deputado Almir Paraca (aquela que não foi paga na Feira Nacional, lembram-se)que sumiu!

Isto mesmo – a emenda sumiu…

O Deputado tinha R$ 1,5 milhões em emendas e na hora que foi feito o compromisso do governador Pimentel de pagar tudo o que ficou pra tras no governo anterior, so apareceu R$ 1 milhão – os R$ 500 mil, sumiram…

Ninguém sabe explicar o motivo…so sabem que a emenda não foi executada pela SEDE (pelo menos nas vias normais) e não retornou novamente.

Tenho minhas desconfianças se isto não foi nenhum jogada contábil do governo anterior que usou a emenda para pagar alguma coisa escondido, achando que como era para a Feira nacional do ano passado ninguém ia notar.

Mas se foi isto, esqueceram-se que a emenda era para despesas ligadas ao Centro Cape e na frente do Centro Cape estou eu…

O Deputado Tiago Ulisses (filho da ex deputada Maria Olivia, que apoiou a Mãos de Minas no seu inicio na época da LBA) é que esta nos ajudando a “achar” a emenda.


STARTUP

30 de junho de 2015
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Em meados do ano passado, decidimos criar um espaço de coworking para trabalhar com startups.
Não entendia nada do assunto, mas mesmo assim resolvemos fazer, pois queríamos otimizar um andar de onde funciona o Centro Cape na rua Grão Mogol.
Fui então a um encontro em São Paulo para o lançamento do CAMPUS da Google e foi o primeiro contato com o pessoal que trabalha com isto.
Vi então que não entendia nada de nada, além de ser a única avó no meio daquela garotada.
Mas decidi enfrentar o desafio…
Buscamos ajuda com o pessoal da FARM – a maior aceleradora de empresas do país, fomos atrás do Sebrae e da Fiemg e conseguimos realizar o primeiro encontro FARM de aceleração no nosso espaço que denominamos de THE PLANT.
Foram cinco semanas de aprendizado, com 74 empreendedores, que só falavam siglas e eu tentando acompanhar.
Tive que jogar por terra o que vinha dizendo há algum tempo de que não queria aprender mais nada, pois meu HD cerebral estava cheio e não cabia mais informações.
Agora, posso dizer que entendo 70% do que eles falam…mas está valendo muito a pena, pois é uma meninada vibrante que acredita no futuro e que o Brasil tem jeito…
Vou ir contando aos poucos a história de cada um deles, ok?


QUE FAÇO COM MEU EMPREITEIRO?

23 de maio de 2014
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Dia 30 de abril, foi contratado um empreiteiro para fazer uma obra de reforma dos banheiros do Centro Cape, cujo prazo em contrato era para finalizar dia 10 de maio.
Lógico que 10 de maio chegou e a obra não ficou pronta.
Hoje, 23 de maio, não esta nem na metade.
Conversando com os pedreiros que estão aqui, eles me falaram que possivelmente ficará pronto somente dia 30 de maio, pois segundo eles, não podem correr pois senão fica mal feito.
A porta de uma sala que deveria ter ficado finalizada dia 2 de abril, não esta pronta até hoje.
A rampa que eles fizeram, esta esfarelando…
Já ameacei, falei baixo, falei alto, mandei emails – que ele não responde, tentei falar nos 4 números de celular que ele deixou e nenhum atende…
Alguém tem alguma solução?


ALERTA AO ARTESÃO BRASILEIRO

12 de maio de 2014
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Nestes últimos 20 anos, o artesão brasileiro ganhou uma valorização que nunca teve.

Antes tratado como projeto social, junto com idosos, crianças e minorias, viu a sua figura entrar para a economia brasileira, participar de eventos nacionais e internacionais, fazendo com que decoradores, arquitetos e formadores de opinião vissem seus produtos com outros olhos, utilizando-os nos mais nobres dos espaços.

Viram revistas de decoração e cadernos de economia dos maiores jornais do país publicarem reportagens sobre a grandeza do artesão e sua participação na geração de emprego e renda e no PIB brasileiro.

Viram feiras de artesanato, que antigamente eram meros bazares se transformarem em eventos grandiosos, gerando receita para o artesão e para as cidades onde estes eventos se realizavam, com mão de obra, ocupação de hotéis, visita a shoppings e restaurantes.

Viram os produtos brasileiros serem embarcados para os cinco continentes e participarem dos mais importantes eventos internacionais em Paris, New York, Frankfurt.

Viram os produtos brasileiros ocupando as vitrines de lojas tipo Macys – EUA, El Corte Inglês – Espanha, Mujji – Japão, Galerie Lafayte – Paris.

Viram o artesão criando empresas (MEI e Simples), tendo conta bancária, emitindo notas fiscais, rodando nas redes sociais via Face Book, Sites, Twiter…

Viram o artesão ou seus filhos entrando para a faculdade, comprando carro, tirando férias pelo menos uma vez por ano.

Mas tudo isto está por acabar…

O Governo Federal, via MDIC e Apex, decidiram por acabar com o convenio que propiciava a participação do produto brasileiro em feiras do exterior, usando como desculpa o problema que a Abexa teve de um bloqueio, que no fundo foi causado pela própria Apex, quando obrigou a recém criada Abexa a aceitar um participante que a Apex sabia que tinha problemas legais, omitindo esta informação. E agora se recusa a dar continuidade ao projeto mesmo através de outras instituições.

A Secretaria de Micro e Pequena Empresa – Programa de Artesanato Brasileiro, ao invés de apoiar os eventos do artesanato já existentes (leia-se Curitiba, Brasília, Belo Horizonte e Recife), decide por fazer na mesma data da Feira Nacional de Belo Horizonte um evento em São Paulo, numa concorrência totalmente desleal, já que este evento poderia ser feito numa outra data ou mesmo no norte do país onde não existe ainda um evento de grande porte para o artesão nortista.

A Secretaria de Micro e Pequena Empresa, desconhecendo a realidade hoje do artesão, decide por defender de que “artesão não precisa mais emitir nota fiscal e que o imposto deve ser diferido quando da venda a contribuinte, ou seja, quem paga é o lojista”, com a alegação de que o lojista não tem tanta importância assim no escoamento da produção artesanal, fazendo assim com que o produto artesanal tenha uma perda de 18% de competitividade. Isto fará com que os produtos importados da China e África, cheguem cada dia mais em nossas prateleiras (você se lembram da Tok Stock de 10 anos atrás? Voltem lá e veja que hoje mais de 50% dos produtos são Made in China e isto está se repetindo em muitas lojas tradicionais de venda de artesanato)

O Ministério da Cultura, abre um concurso para a venda de produtos na Copa, incentivando o artesão a produzir e depois deixando grandes nomes fora da venda dos espaços. Como se não bastasse, o artesão deverá enviar seus produtos por conta própria, consignados, para serem pagos depois da Copa, com todo o risco por conta dele.

Querem fazer com que o artesão volte a ser um projeto social. Querem determinar o que é artesanato ou não, através de pessoas que nunca pegaram num serrote ou uma agulha para fazer qualquer trabalho e acham que artesanato é somente aqueles produtos feitos da mesma forma pelos nossos avós e bisavós, quando não existia a tecnologia de hoje que querem negar ao artesão.

Não querem que o artesão cresça enquanto cidadão, pois imagine o que seriam 8,5 milhões de brasileiros organizados e participando ativamente da economia.

Querem que você volte a ser dependente do estado em tudo e para tudo.

Você quer voltar para 1994?


EXPORTAÇÃO DE ARTESANATO

8 de maio de 2014
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Esta publicado no nosso site o resultado da pesquisa de percepção do artesão sobre exportação.
Nos preocupa muito o resultado, pois resumindo 100% dos que responderam, querem exportar.
Entretanto, a quase totalidade não tem site e nem material em ingles.
A quase totalidade não conhece os termos Exworks, CIF, Fob, Radar…
A quase totalidade acredita que trading e comercial exportadora são figuras diferentes…
A quase totalidade tem um faturamento anual de R$ 24.000,00.
Não é que queiramos desanima-los e dizer que não devem pensar em exportação, mas antes disto a preparação tem que ser muito grande e o conhecimento do que é exportar tem que ser adquirido, para que possamos atender ao cliente lá fora com qualidade e caso se mantenha a decisão de querer exportar eles tenham dominio do que devem fazer. Não é que o artesão tenha que ser um exportador. Para isto existem empresas que fazem, mas eles tem que conhecer os termos, o que significam e qual a consequência do seu não cumprimento.


DIFERIMENTO DE IMPOSTO PARA O ARTESANATO

5 de maio de 2014
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Muitas pessoas tem me perguntado sobre a questão do imposto diferido.
O que é imposto diferido? Quem produz e vende NÃO PAGA O IMPOSTO, mas ele NÃO É ISENTO, o pagamento é transferido para o lojista que quando vender o produto deverá paga-lo na íntegra, ou seja 18% de ICMS.

Hoje como funciona?

Alguns estados isentam o artesão do IMPOSTO, e estes quando vendem para os lojistas, o lojista atua dependendo da sua formatação jurídica – se for simples, dentro dos percentuais do simples, se for débito e crédito, não existe crédito, porque o produto é isento, aí o lojista paga de acordo com a sua taxação.

Alguns estados, tal qual Minas Gerais, dão ao artesão não a isenção, mas trabalham com o débito e o crédito e uma redução da base de cálculo e um crédito resumido. O que é redução da base de cálculo – o artesão deveria pagar por exemplo, 12% para vender para São Paulo, mas o governo dá um desconto neste “imposto que deveria pagar” reduzindo-o para 7% e como o artesão tem dificuldade de ao adquirir a matéria prima e usarmos o ICMS gerado, para abater do 7%, ele dá um “crédito presumido”, ou seja, ele “imagina” que o artesão teria de crédito em média 4% e aí dá mais este desconto. Neste caso, existe um destaque de 7% do imposto, mas o artesão so paga 3%, mas o lojista que trabalha com débito e crédito, utiliza para abater no imposto que ele vai pagar quando vender o produto 7%.

Com o diferimento, como ficariam as contas:

Um lojista do Simples, com faturamento até R$ 3 milhões, hoje compra o produto do artesão, por exemplo por R$ 20,00 e vende por R$ 45,00, ele paga sendo Simples um percentual sobre o seu faturamento no qual está embutido todos os impostos, ICMS, obrigações patronais, Pis, IPI, ISS, etc que variam de 5% até 10%. No caso entretanto de ser implantado o imposto diferido, indiferente da formatação jurídica do lojista ELE TERÁ QUE PAGAR MAIS 18% DE ICMS, sobre o produto vendido, além do percentual fixo que já trabalha.

Nos lojistas que trabalham com débito e crédito, ele deixará de receber o crédito de 7% e terá que pagar 18% de ICMS.

Ou seja, os produtos vão perder a competitividade no mercado.

Quando tentei argumentar com a Secretaria da Micro e Pequena Empresa do Governo Federal, a resposta foi de que o artesão não precisa do lojista, pois a sua clientela de lojistas é muito pequena, demonstrando um total desconhecimento do setor.

O artesão e o artista hoje estão se organizando cada vez mais, indiferente de seu contexto sócio econômico. Se ele ficar desorganizado e tratado de forma paternalista, como acontecia na década de 80, acabará por cair nas mãos dos atravessadores que há algumas décadas oprimia e explorava o artesão.

Não se enganem com esta história de diferimento em que o governo estaria sendo bonzinho ao eliminar o imposto da responsabilidade do artesão. Artesão e artista brasileiro não são clientela do Bolsa Familia que necessitam de serem assistidos – mesmo assim, acredito que tenha muito cliente do Bolsa Familia que também é artesão e não irá se beneficiar em nada deste tratamento totalmente inverso a competitividade do mercado, que eliminará de vez o produto artesanal do comércio brasileiro.

Por isto sou contra e vou lutar com todas as minhas forças de que isto não aconteça, mas preciso que vocês também se manifestem, conversem com seus pares, discutam e tomem um posicionamento a favor do mercado.


SO OS ESTADIOS FICARAM PRONTOS

3 de maio de 2014
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Não sei nas outras cidades do Brasil, mas aqui em Belo Horizonte…

O aeroporto não vai ficar pronto
O acesso ao aeroporto não vai ficar pronto
a lagoa da Pampulha não vai ficar pronta.
O sistema integrado dos onibus não vai ficar pronto.
Será que o sistema hospitalar esta preparado?

Tirando o Mineirão, o que ficou realmente e totalmente pronto para a Copa, como disseram…nosso legado?

Terminando a Copa quando é que as obras inacabadas vão finalizar?


DIA DO TRABALHO

3 de maio de 2014
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Estou divulgando um post que recebi de Stefan Salej que concordo plenamente…

Mais um feriado emendado com fim de semana, após uma semana de feriados. Algumas festas dos sindicatos dos trabalhadores são organizadas, patrocinadas na maioria das vezes por empresas estatais. No fundo, dinheiro público. Mas o fato é que apesar de o número de trabalhadores em atividades não governamentais ultrapassa em muito os do serviço público, são raros os países onde os sindicatos dos trabalhadores em empresas sejam mais fortes do que os do serviço publico.

Mesmo com algumas comemorações pelo mundo afora, nos Estados Unidos não se comemora 1. de maio como Dia de trabalho, e mesmo sendo dia de São José para os católicos, foi um dos primeiros do maio mais murchos que o mundo já viu. Festejar no final de contas o que? O estabelecimento de salário mínimo na Alemanha, que não o tinha até hoje? Um desemprego que não baixa na Europa e é especialmente grande na Espanha, Grécia, Portugal? Ou a melhoria da economia norte americana? O fato é que o mundo que sempre muda, mudou muito na área das relações trabalhistas. Mesmo que no Brasil tenhamos um governo de um partido dos trabalhadores, as questões que afetam trabalhadores não estão na pauta prioritária do governo deles mesmos.

O modelo econômico brasileiro ainda é baseado nos baixos salários, proteção social ilusória, porque nem saúde e nem educação funcionam a contento para o trabalhador e é enorme o custo fiscal sobre a mão de obra. Optamos por este modelo e não conseguimos sair dele. A cada dia que passa, o custo da mão de obra aumenta, os direitos trabalhistas são uma arvore de Natal em que o ano inteiro ficam perdurando enfeites lindos para os trabalhadores mas que na verdade são pesos para as empresas e uma ilusão de proteção social para o trabalhador. Sem falar na justiça do trabalho, que não protege nenhum dos dois, com raras exceções, mas que com certeza pensa que é a dona do mundo e age assim.

A festa do Dia do trabalho deveria nos levar pelo menos a refletir sobre o futuro escuro que nos espera nessa área. Uma economia injusta, que cuida bem das minorias, sejam raciais ou sociais, mas que cuida mal da maioria, que são os trabalhadores. Jamais seremos uma economia desenvolvida e competitiva com esse tipo de relações de trabalho que temos hoje. Mesmo a interferência do governo em área críticas, como consideram hoje a industria automobilística, com enorme custo fiscal, são ilusões de um ano eleitoral, mas não consistentes com uma política de desenvolvimento.

A Alemanha não é um pais desenvolvido só pela engenharia, disciplina e outros predicados, mas pelas eficazes e dinâmicas relações de trabalho. Há mais de dez anos fizeram uma comissão de 15 membros dirigida pelo diretor da Volkswagen, Sr. Hart e composta por representantes de toda a sociedade. Mudaram a legislação, o governo perdeu a eleição e ficou na historia. E nós não aprendemos nada.

Stefan B. Salej
2.5.2014.


SEGURO DESEMPREGO

1 de maio de 2014
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Acho que já falei sobre isto antes, mas vou falar de novo. Pra mim, seguro desemprego é uma forma de ajudar a quem ficou desempregado por ter sido mandado embora do emprego sem justa causa e durante alguns meses recebe uma ajuda financeira até que arrume outra colocação…
Pois é, pelo menos uma vez por ano, chega um funcionário do Centro cape ou da Mãos de Minas pedindo para ser mandado embora para que ele possa receber seus direitos que é o seguro desemprego.
Tendo explicar que seguro desemprego é direito de quem foi mandado embora sem justa causa e que como ele tem um emprego cujo patrão está satisfeito com o trabalho dele não há de se falar em demissão.
Então ele tenta me convencer de que ele me devolveria os 50% que teria que pagar por manda-lo embora…
Respondo que isto é corrupção. Ele está tentando me corromper para que assim ele possa também corromper o seguro desemprego, que não e direito dele. Outra questão é que inclusive pergunto a ele, que como aqui não existe Caixa 2, toda fonte de receita tem um documento comprovando a sua origem, o que faria com os 50% em dinheiro que ele iria devolver? Como contabilizar este valor? Ele me responde que isto não é problema dele, que o único problema que ele tem é RECEBER OS SEUS DIREITOS QUE É O SEGURO DESEMPREGO.
Já tive candidatos a emprego aqui que depois de passar por todo o processo seletivo e ter sido escolhido, chega no setor de recursos humanos para entregar a documentação e diz que terá que receber nos próximos meses “por fora”, pois como ele está no seguro desemprego, se assinarmos a carteira dele, ele perderá SEUS DIREITOS.
Que direito? A ajuda é para enquanto ele está desempregado. Arrumou o emprego – cessa a ajuda.
Acho que a única forma de resolver esta corrupção do seguro desemprego seria que as pessoas que recebessem deveriam prestar algum serviço em troca do valor recebido. Não precisaria trabalhar 8 horas dia, poderia por exemplo trabalhar 4 horas deixando as outras 4 horas para procurar emprego. Iriam trabalhar em creches, asilos, reformar prédios, limpar ruas, etc. Quem está desempregado e aceita o “salário” do seguro desemprego, não pode ser seletivo no que vai trabalhar. O SINE teria estes nomes cadastrados e procuraria colocação para eles, tendo eles o direito a negar, por exemplo duas ofertas. Na terceira, se negar, perde o seguro.
Agora, não conheço as estatísticas, mas tenho a sensação que a metade que está lá, faz disso uma profissão, ou seja, trabalha seis meses, pede para ser mandado embora, vive alguns meses do seguro desemprego, volta a trabalhar e começa tudo de novo.
O que acontece é que a corrupção neste país é uma coisa tão entranhada na cultura que as pessoas não enxergam esta atitude como uma forma de corrupção.


EMPREENDEDOR X EMPREENDORISMO

1 de maio de 2014
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Toda vez que se fala em “ser empreendedor” as pessoas pensam logo em uma empresa.
Pra mim, as pessoas podem ser empreendedoras em qualquer situação. Na sua vida pessoal, no seu trabalho como empregado, cuidando de casa, estudando, etc.
Quer pessoa mais empreendedora do que aquela que consegue sobreviver com um salário mínimo? Ela tem que ser criativa para conseguir colocar comida na mesa todos os dias, ela tem que correr riscos (às vezes nem tão calculados), ela tem que ter visão a curto, médio e longo prazo, apesar de que as de médio e longo prazo, ficam na gavetinha dos sonhos e fantasias, ela tem que olhar no seu entorno para aproveitar as oportunidades que aparecem.
No seu emprego a mesma coisa. Tem que ser proativa, senão seu colega de trabalho será e ela ficará pra trás. Nos estudos então, se não usar de criatividade, riscos calculados, visão de curto médio e longo prazo, como fazer com que todas as informações, face books, whatsapp, twiters, livros, provas, pontos, enen´s, baladas consigam caber nas 24 horas do dia e dar conta de tudo isto!!!
Então, só os empreendedores tem sucesso na vida pessoal, profissional, empresarial e estudantil.


VEJAM BEM…

1 de maio de 2014
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Revisaram o imposto de renda em 4,5%
Revisaram o Bolsa Família em 10%
A inflação em 2013 ficou em 5,91%
Não entendo esta conta…pra mim ela não fecha. Não tinha que ser tudo 5,91%?


ELEIÇÕES

30 de abril de 2014
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Queria fazer um questionamento a todos: O que esperam da próxima eleição?
O que gostariam que o próximo presidente da republica fizesse pelo artesanato?
O que gostaria que o senador e deputado federal fizessem pelo artesanato no seu estado?
O que gostaria que o seu governador fizesse no seu estado em prol do artesanato?
O que gostaria que seu deputado estadual fizesse pelo artesanato no seu estado?
São perguntas que devemos nos fazer…
Voce se lembra em quem votou na ultima eleição? Voce se lembra o que seu candidato prometeu? Voce acompanhou o que ele fez?
Pois é…a gente se deixa usar e depois não cobra…Eu tenho dois candidatos a deputados federal e estadual que voto neles há 3 eleições. Pois eu estou sempre junto , cobrando, questionando, pedindo, discutindo, etc. Nem sempre eles pensam igual a mim em alguns assuntos, mas o importante é que nos assuntos artesanato eles estão comigo…curiosos quem são? São Nilmário Miranda e Almir Paraca, todos os dois do PT…não acredito em partidos. Acredito em pessoas e eles são dois caras que acredito.
Então pense…quem é o seu candidato? O que ele pode fazer por voce, pela sua comunidade, pelo que voce acredita, pela sua cidade e pelo seu país…pense bem…converse com ele se tiver oportunidade, discuta o seu ponto de vista…so assim poderemos melhorar este país…não temos ainda o voto distrital – que para mim seria o ideal, mas vote em voce pois voce é o seu melhor candidato e faça do seu candidato o seu espelho, pois votando nele, estaria votando em voce, mas não esqueça o seu espelho na parede, senão fuuuu…


VOCE SE CONSIDERA ARTESÃO?

30 de abril de 2014
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Você se considera artesão? Então se prepare, pois para ser considerado artesão neste país você deverá ir a uma coordenação estadual do PAB – Programa de Artesanato Brasileiro e demonstrar ali na hora que você sabe fazer o produto que diz que produz…
Agora, se é verdade que no Brasil existem 8,5 de artesãos, dividindo isto pelos 27 estados, teríamos uma média de 314 mil artesãos por estado…
Considerando que se gaste em média 30 minutos na sua demonstração, teríamos 157000 horas por estado.
Isto daria, 19.625 dias se considerarmos uma pessoa fazendo os registros e 6.541 dias se forem 3 pessoas, 8 horas por dia…o que nos leva a 18 anos, trabalhando 365 dias…
Isto pra no final você ganhar uma carteirinha, que vai dizer que você não precisa de gestão, não tem que emitir nota fiscal, seu produto vai perder 18% de competitividade e vai ganhar o direito a participar de graça nas feiras que o PAB vai fazer pelo país, mas atenção, se for vender para o lojista, peça a ele para levar o talonário de Nota Fiscal de entrada de produto, senão ele não tem como fazer o transporte…


ICFF – INTERNATIONAL CONTEMPORANY FURNITURE FAIR

30 de abril de 2014
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O Itamaraty hoje nos deu a notícia de que teremos um stand na ICFF um evento em New York, que acontece na semana de design e New York borbulha de produtos diferenciados, arquitetos, decoradores e formadores de opinião na área artística.
Participar da ICFF não pra qualquer um. Temos que passar por uma pre seleção e sermos indicados.
E a Secretaria da Micro e Pequena Empresa vem dizer que o artesão brasileiro não precisa de nota fiscal, pois é humilde e seu produto não tem destaque no mercado e ele não precisa trabalhar a gestão de seu negócio…
Quero ver o artesão vender e não ter nota fiscal para entregar…


TURISTA DE COPA NÃO CARREGA SACOLA

30 de abril de 2014
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Fico preocupada com a expectativa de milhares de artesãos que a Copa do Mundo vai vender horrores e eles vão ganhar a maior grana.
Falo isto a 4 anos: TURISTA DE COPA NÃO CARREGA SACOLA!!!
Ele vem, fica numa cidade um dia e já no dia seguinte está se mudando para outra cidade e vai ficar assim correndo atrás de seu time durante toda a Copa do Mundo.
O máximo que pode fazer é num aeroporto comprar algo BEM PEQUENO e que caiba na mala para levar de lembrança.
Possivelmente esta compra será uma camiseta (made in china), um boné (made in china), um chaveiro (made in china) e pode ser que compre algum produto com a cara do Brasil, mas pequeno e que não pese.
Quando comecei a falar nisto há 4 anos, todo mundo achava que eu era pessimista…então resolvi ligar para amigos na África do Sul e perguntar o que aconteceu com o artesão lá na última Copa. A resposta foi que tal qual o Brasil todo mundo incentivou os artesãos a produzir pois iam ganhar muito dinheiro…resultado…o turista veio, não comprou quase nada e ele ficou com aquele estoque enorme e os atravessadores chegaram e fizeram a festa.
Resolvi também perguntar para os artesãos de Salvador, Recife e Rio de Janeiro o que acontecia com as vendas deles durante o Carnaval, afinal de contas, suas cidades recebem 1 milhão em turistas que ficam por conta da cerveja e samba por 7 dias…resposta: tem um aumento de cerca de 12% nas vendas…quem vende são os camelos na beirada das praias e hotéis cheios de produtos vindos de onde? China!!!
Bem, vamos torcer para que eu esteja totalmente errada…


MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL

29 de abril de 2014
1 Comentário

Como muita gente suspeitava, começaram a aparecer as “surpresinhas” . A novidade agora é que os MEI das áreas de prestação de serviços – consultores por exemplo terão que recolher o INSS do “empregado” e do “empregador”, ou seja, o dono no MEI tem que pagar 11% sobre o valor da Nota Fiscal e o contratante outros 20%.
Cade o beneficio da formalização como MEI?
E não se assustem se daqui a pouco aparecerem outras “surpresinhas” para os outros segmentos do MEI.
Como disse, se não me engano, o Helio Gaspari há muito tempo “Plante que o João garante, mas plante pouco porque o João é louco”


SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

29 de abril de 2014
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Para quem não sabe, substituição tributária foi uma forma que os estados utilizam para que o ICMS seja pago antecipadamente, antes da venda ao cliente. Ou seja, um exemplo é a Coca Cola, que antes entregava seus produtos a milhares de lojas – algumas grandes e muitas pequenas e os impostos eram pagos quando da venda ao consumidor. Hoje não, o produto sai da fábrica já calculado o imposto que seria gerado quando da venda ao consumidor final.
Acontece que muitos destas “lojas” são micro empresa optante pelo simples, que não pagavam imposto, por serem isentos.
O mesmo tem acontecido com o artesanato. O artesão tem os seus benefícios fiscais, mas quando vendem produtos para outros estados, indiferente se o comprador é uma grande empresa ou um optante pelo simples, ele tem que recolher o ICMS da substituição tributária, perdendo assim toda a competitividade que o produto tinha, já que, quando o lojista optante pelo Simples faz a sua venda ele não pode utilizar do crédito do ICMs recolhido.
Na discussão com a Secretaria de Micro e Pequena empresa, o comentário deles é que não precisa se preocupar, pois como o artesão é tudo simples e humilde, ele não precisa emitir Nota Fiscal e como comentei no post “ARTESANATO” do dia 27 de abril, isto não é problema do artesão e sim do lojista…Me irrita profundamente esta falta de conhecimento da realidade hoje do artesão brasileiro.


PRATIQUE O DESAPEGO

28 de abril de 2014
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Como é duro desapegarmos de coisas que sabemos que não nos servem mais, mas sempre arrumamos uma desculpa de que “quem sabe um dia preciso”.
Pois é, aqui no Centro Cape e Mãos de Minas é a mesma coisa…mas de uns tempos pra cá resolvemos praticar o desapego…nos livramos de quase uma tonelada de tecidos que foram usados na Feira Nacional em anos passados, nos livramos de móveis que não usamos mais, nos livramos de ferramentas que eram guardadas sabe lá para quando, nos livramos de máquinas de costura, maquinas de cola quente, milhares de retalhos, alguns iniciados um trabalho e outros não.
Ainda tem coisa para desapegarmos, mas isto vai ir indo devagar para doer menos, mas em breve seremos o exemplo do desprendimento.
Dê uma olhada na sua volta, nos seus armários (em cima dos armários então, nem se fala), gavetas, aquele cantinho onde guardamos todas as coisas inúteis e veja como voce vai ficar mais leve, tanto de espaço quanto de cabeça.


COWORKING

28 de abril de 2014
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Para quem não sabe, coworking é um espaço comunitário de trabalho. Pessoas que normalmente trabalham em casa, principalmente na área de serviços, e gostariam de ter um local externo para trabalhar mas sem se preocupar com aluguel, IPTU, segurança, limpeza de um espaço que só usariam algumas horas por mês vai para um espaço comunitário, hoje denominado de coworking.
Pode ser usado também para quem está querendo iniciar um negócio, principalmente na área de serviços e ainda não está com a ideia totalmente formatada. Aí ele vai para um espaço destes, e na troca de informações com outros, acabam surgindo parcerias e um ajuda o outro no desenvolvimento de sua ideia.
Pois é, estamos inaugurando nosso coworking junto com o Centro Cape e a Mãos de Minas na intenção que venham pra cá pessoas que possam estar junto com os artesãos no desenvolvimento de novas ideias, tanto de design, nos serviços que o artesão precisa, na área de tecnologia da informação e tantos outros que possam a vir.
O espaço contará com palestras, apresentações, parcerias com outras entidades de forma a oferecer ferramentas que ajudem a todos.


exportação de artesanato

28 de abril de 2014
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Mesmo com a suspensão do apoio da Apex a Abexa – Associação Brasileira de Exportação de Artesanato, o Centro Cape e a Mãos de Minas não paralisaram as suas atividades. Sem o apoio da Apex participamos da New York Now (ex-Gift Fair), Arte Expo, vamos agora participar da ICFF (feira de móveis e design em New York), vamos participar da Fancy Food (feira na área de alimentos, onde oferecemos produtos para mesa e cozinha) e da New York Now de agosto.

Continuamos a manter o show room em New York e o Centro de Distribuição em New Jersey.

Não podemos perder dez anos de trabalho nos colocando no mercado americano, por causa de uma decisão da Apex de suspender o projeto com a Abexa e ignorar os projetos individuais que trilhavam com sucesso o seu caminho.

Como estamos pagando? Aí entra Deus, Buda, Oxóssi, Alá, os meus amigos e parentes que já se foram e num encontro de energia de todos, vamos conseguindo levar dia após dia.


manual de embalagem

28 de abril de 2014
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A pedido do Sebrae, desenvolvemos um manual de embalagens que repassa as boas práticas que são aplicadas na Mãos de Minas sobre como embalar bem os produtos.

São dicas para quem tem dinheiro para investir e quem não tem dinheiro. Mesmo aqueles que moram na roça ou no interior, tem como aproveitar as dicas dadas para melhorar a performance do envio de seus produtos.

O importante é sempre que uma peça feita com tanto cuidado e criatividade, não pode correr o risco de chegar quebrada ao seu destino e mesmo aquelas que não tem o risco de quebrar, não podem ser embrulhadas de qualquer jeito e folhas rasgadas de jornal. O produto e o artesão tem que ser respeitados.


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