EU JURO, by Tânia Machado

PATROCINIOS

25 de julho de 2016
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Procurar patrocínio, sempre foi uma situação difícil.

Chegar nas pessoas certas e conseguir convence-las que apoiar um segmento de mais de 8,5 milhões de brasileiros, é uma boa coisa e trabalha também a responsabilidade social, além do marketing cultural para a empresa.

So que agora, com este monte de “lava jato” em cima de patrocínio a situação esta ficando cada vez pior. É gente fazendo festa com lei Rouanet, é gente pedindo troco no patrocinio, cada dia leio uma noticia diferente nos jornais.

Aí fico mais preocupada ainda, quando as pessoas nivelam por baixo. Ou seja, se tem um bandido do patrocínio, todos também são bandidos.

Nos aqui, em todos estes anos que recebemos patrocínio, nunca tivemos um centavo desviado para qualquer outro objetivo que não fossem os aprovados na Lei de Incentivo para a Feira Nacional. A maioria dos patrocínios, como sou eu que faço a a captação, nem taxa de intermediação existe.

Mas as empresas tem que começar a separar o joio do trigo. Um patrocínio para a Feira Nacional de Artesanato, beneficia diretamente 7.000 artesãos e indiretamente mais de 20.000 se considerarmos suas famílias e as pessoas que trabalham com eles. Garantem a continuidade de diversos ofícios artesanais, quando estes artesãos tem a oportunidade de mostrar seus trabalhos, fazer vendas e contatos futuros.

Isto sem dizer que o artesanato é a opção imediata de trabalho neste momento de crise e desemprego que se encontra o país. São engenheiros fazendo sandálias, médicos fazendo sanduiche, arquitetos fazendo roupas e por aí vai. E cada um destes acaba levando consigo dois ou três ajudantes, que também passam a ter uma renda.

Se 0,001% do que dizem que já foi encontrado de roubo (R$ 100 bi) fosse aplicado no artesanato, teríamos a geração de 1.000 empregos, garantindo renda de quase R$ 5 milhões a estes artesãos durante um ano.

 


ROLLINGS STONES

7 de dezembro de 2015
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ROLLING STONES

Adoro os Rolling Stones, assim como tenho o maior respeito pelo Banco do Brasil que é um grande parceiro nosso, mas não posso deixar de colocar aqui a minha tristeza. Para a Feira Nacional de Artesanato, que terminou ontem, havia pedido R$ 300.000,00 de patrocínio e o Banco do Brasil somente liberou R$ 50.000,00, alegando que não tinha mais verba e que os patrocínios estavam reduzidos, apesar da feira ter também Lei de Incentivo á Cultura – Artigo 18, beneficiar mais de 20.000 artesãos brasileiros e por aí vai…

Mas para os Rollings Stones tem R$ 5,9 milhões de reais…

“Por Jotabê Medeiros, para o UOL: O Banco do Brasil, usando a lei da inexigibilidade de licitações, adquiriu há uma semana o patrocínio do show dos Rolling Stones por R$ 5,9 milhões, em contrato com a empresa T4F válido por cinco meses e referente à turnê 14 da banda que passará lo Brasil em 2016.

O BB explica que o valor quase total do que investem em patrocínios culturais está amparado pela Lei Rouanet, que permite à empresa abater dope Imposto de Renda o valor total do investimento, portanto o custo na prática destes patrocínios é arcado pelo Estado brasileiro. Por este motivo, inclusive, um anúncio do show publicado nos jornais neste domingo, 6 de dezembro, traz, dentre outros, o logotipo do Governo Federal e o slogan “Pátria Educadora”.

Mantenha a fonte ao citar o texto: Rolling Stones: Banco do Brasil banca 5,9 milhões de patrocínio http://whiplash.net/materias/news_796/234859-rollingstones.html#ixzz3tekYKk9a
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SOCORRO! FEIRA NACIONAL DE ARTESANATO PEDE SOCORRO!

29 de outubro de 2015
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Caiu por terra hoje a última esperança de ter uma emenda orçamentária que estava prevista para a Feira Nacional.

Este ano, após 12 anos de Lei de Incentivo, não conseguimos nenhuma doação, apesar de ser Lei Rouanet – Art. 18, ou seja, a empresa que doasse poderia abater 100% no Imposto de Renda a pagar.

Já cortamos tudo o que podíamos na feira, sem perder a qualidade que sempre foi neste 26 anos. Ela vai acontecer, mas com grandes sacrifícios e deixando um déficit enorme.

Se você é proprietário de uma empresa que apure IRPJ pelo lucro real, ou se você conhece alguém nesta situação e queira ajudar, por favor entre em contato comigo pelo telefone 31-996378313 ou email ccape@centrocape.org.br. O valor doado pode ser abatido direto no Imposto de Renda a Pagar. Isto vale também para as pessoas físicas que declarem no formulário completo.

Lembrem-se que a Feira beneficia a cidade de Belo Horizonte com a visita de mais de 10.000 pessoas que se hospedam em hotéis, andam de taxis, vão a shopping e usam restaurantes, criando uma receita paralela ao município.

Isto sem contar com milhares de artesãos que tem garantido a sua receita com as vendas efetuadas durante a feira e os contatos realizados com lojistas, que durante o ano seguinte fazem pedidos gerando receita por meses a fio.


XXVI FEIRA NACIONAL DE ARTESANATO

30 de junho de 2015
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Socorro! Não estamos conseguindo patrocínios!
Apesar de estar na lei de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet no Art. 18 com 100% de abatimento no Imposto de Renda a Pagar, esta uma grande dificuldade de conseguir patrocínios.
O grande problema é que as empresas que pagam imposto de renda o lucro real, não sabem que podem ter este benefício. Acham que é muito complicado e seus contadores não conhecem o processo que é super simples.
As empresas podem doar até 4% do Imposto de Renda a pagar para projetos na área cultural e 2% para projeto na área esportiva.
O documento é super simples, quando emitimos um recibo oficial do MINC do valor doado (que é depositado numa conta bloqueada pelo Minc para posterior liberação) e quando da emissão da guia de pagamento do imposto por parte da empresa, ela lança no campo apropriado o valor doado e so paga a diferença.
Se você tem uma empresa que pague imposto de renda por lucro real, aproveite esta chance de fazer um programa na responsabilidade social, fazer divulgação da sua empresa sem gastar um tostão sequer.
Entre em contato conosco


ATENDIMENTO AO PRONAC

4 de maio de 2009
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Outro dia, vi um grupinho de pessoas, quando das discussões das alterações da Lei de Incentivo à Cultura falar em denunciar o pessoal em Brasilia que fazem o atendimento ao PRONAC. Entrei firme defendendo…
Flávia, Bruno Renato, Clotilde, são alguns nomes que conheço, mas sei que tem outros.
Eu já briguei também por telefone uma vez com o Bruno. por causa de uma liberação de recursos que demorou 45 dias para cair na conta livre movimento, mas hoje me arrependo amargamente deste dia, pois vejo que eles são os verdadeiros herois do Ministério da Cultura.
Desde que foi implementado o novo sistema informatizado aquilo nunca mais funcionou a contento.
Antigamente eu protocolava um documento em Belo Horizonte e no máximo 48 horas depois já estava no sistema e andando.
Quando agarrava alguma coisa e tinha que ir a Brasilia, o pessoal do atendimento Pronac resolvia imediatamente a pendência ou nos dava uma data garantida de quando isto ia acontecer…
Agora, às vezes demora-se meses para que tenhamos uma solução…e tudo é culpa do sistema.
E agora, o pessoal do atendimento ao Pronac não pode fazer nada. Mesmo sabendo que esta errado, que esta atrasado eles não tem mais o poder de ir atrás do problema e exigir a solução. O máximo que podem é inserir no sistema a reclamação e ficar esperando que alguém de dentro dê uma “empurrada no sistema” para ver se a coisa anda.
E aí, como nós não podemos também conversar com o pessoal de dentro e eles que podem conversar não podem exigir rapidez, ficam eles recebendo pauladas de todos os lados, sem nada poder fazer.
A Flávia é a única que ainda pode pedir alguma coisa, como coordenadora do setor, mas mesmo ela, às vezes fica numa situação vendida, já que ela pode pedir, mas nunca exigir.
Meu caro secretário Roberto Nascimento, de duas uma: ou o senhor paga insalubridade para eles, ou muda o sistema para ver se a imagem do Ministério fica um pouco melhor e o pessoal do atendimento não fique na situação que estão.