EU JURO, by Tânia Machado

PAULINHO BRANT

1 de agosto de 2016
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Conheci Paulinho nos anos 70 quando dávamos aula de alfabetização de adultos no Colégio Maristas (Dom Silverio) à noite. Éramos umas 30 pessoas que de 19:00 às 22:00 horas estávamos lá toda noite. Isto se transformou num grupo forte que mesmo depois de casados com filhos e netos, e às vezes sem nos encontrar por meses e anos, quando nos revemos parece que foi ontem o ultimo encontro.

Na sua trajetória profissional, Paulinho sempre estava disposto a ajudar. Foi assim quando esteve no Bemge, No BDMG e no Governo.

No governo tem um caso que nunca me esqueço. Era os anos 80, não sei se ele estava na Prefeitura ou Governo Estadual e a Mão de Minas tinha acabado de ser criada como associação. Paulinho me falou que era para dar uma olhada na Av. Raja Gabaglia que iria ser urbanizada e eu poderia reivindicar a doação de um lote e fazer um centro de distribuição de artesanato. Fiquei brava com ele! Pois eu na minha visão míope e complexo de pobre, disse que “so porque é artesanato quer colocar no meio da favela!!!” não quis levar a conversa adiante.

Hoje, toda vez que passo na Raja Gabaglia, vejo como ele teve a visão que eu não tive. Ele enxergou que aquele seria um dos espaço mais nobres da cidade e eu não e quando ofereceu ajuda, não era para menosprezar, muito ao contrário, ele estava valorizando…

Quando li há alguns meses que ele seria candidato a Prefeito fiquei super animada, pois ele tem a visão de empresário e a alma de artista, coisa difícil de se achar hoje em dia.


PROJETO GARAGEM…

29 de julho de 2016
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Meu Deus! Como a gente acumula coisa quando tem espaço!!!

To horrorizada e até envergonhada como eu que ajudo ao artesão a aplicar o 5S na sua oficina sou capaz de ter guardado tanta coisa…

Componentes eletrônicos que não funcionam mais,mas pode interessar para quem trabalha com conserto de computadores ou mesmo curiosos – acho que encheria uma caminhonete.

Agora, os produtos artesanais, dá até dó, mas como projeto GARAGEM é pra vender barato mesmo para as pessoas carregarem, tem produto que se fosse vendido a preço real seria de mais de R$ 500,00, sendo vendido por 50,00.

Os computadores que funcionam (ainda restam alguns), foi só falar já vendemos mais de 10 e ainda tem outros que vão entrar na roda antes da gente mudar.

Quem precisa de 3 geladeiras e 3 frigo bar? So se for para colaborar com a Cemig pagando uma conta alta de eletricidade!!!

Olha, esta é uma primeira leva…depois vai vir muito mais coisas…

 

 


MUDANÇA DO CENTRO CAPE/MÃOS DE MINAS

28 de julho de 2016
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Tem muita gente me ligando, preocupada com a nossa mudança de local.

Não se preocupem, pois o que estamos fazendo é o que ensinamos aos outros a fazerem. Replanejar, readequar, reajustar…Nada vai mudar…O Mãos de Minas, Setores de feiras, técnico, Pouso e Prosa, exportação, Jogos de Empresa, etc, continuam funcionando da mesma forma…So que ao invés dos 14 funcionários do Centro Cape e 6 da Mãos de Minas ocuparem um prédio de 1.200m2, vão ocupar um local com 300m2…

O único projeto que realmente vai fechar é o The Plant, pois não nos adaptamos ao ecossistema das Startup´s, pois discordamos da forma de subsidio dos programas,  tentamos mudar para trabalhar a Economia Criativa, que fora as feiras Singular e Fresca, que apesar do sucesso, não conseguem dar sustentabilidade e pagar os custos do espaço, o resto não deslanchou, até porque o pessoal da economia criativa não tem recursos e todas as ações que fizemos – lançamento de CD, orquestra de cordas, filmes, etc tinham que ser 100% subsidiadas.

Então, estamos simplesmente fazendo o que ensinamos: REPLANEJAR SEMPRE, READEQUAR SEMPRE, REAJUSTAR SEMPRE.

Deixa o espaço ficar pronto que convido a todos a nos visitar.


NUNO

26 de julho de 2016
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Outro dia tive a oportunidade de tomar café da manhã com o Dep. Newton Cardoso Junior.

Eu o conheci ainda criança e era chamado de Nuno. Sempre foi um garoto super simpático, era gordinho e sempre com um sorriso no rosto.

Depois de décadas sem falar com ele, passamos umas tres horas conversando e eu disse pra ele que tinha muito orgulho em ver o que as pessoas comentavam sobre a sua competência e atuação na Câmara Federal. Disse que cada vez que escutava um elogio, sentia como se fosse com um filho meu.

Sua familia também é linda – esposa e quatro filhos super simpáticos, inclusive um nenem novo.

Ele me falou de seus projetos para Minas Gerais, como tem tentado trazer grandes empresas para cá e sua simpatia para a volta do jogo no Brasil, com regras que realmente promovam o desenvolvimento onde se instalarem.

Foi muito bom reve-lo e me deu saudades do tempo que a Mãos de Minas começou enquanto associação no governo do pai dele, onde éramos super valorizados e nada nos foi negado para o nosso crescimento.


SE CORRER O BICHO PEGA, SE FICAR O BICHO COME

23 de maio de 2014
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É assim que me sinto com relação à Mãos de Minas.
Em 1997, sai da direção da Mãos de Minas, pois estava lá há 9 anos.
Fiquei fora até o ano de 2007, quando então retornei para tentar solucionar um problema com a prefeitura de ISSQN, quando uma autuação em 2003 de pouco mais que R$ 30.000,00 já tinha virado mais de R$ 500 mil.
Através da vereadora Luzia Ferreira, conseguimos o perdão da dívida em 2011.
Como meu mandato ia até 2013, decidi por finaliza-lo e na eleição de novembro do ano passado saí definitivamente do conselho da Mãos de Minas.
Quando a nova diretoria assumiu, deixei que ficassem a vontade para decidir o que deviam fazer. Mas como começou a acontecer diversos problemas de ordem financeira me dispus a ajuda-los, até que a situação se normalizasse. Quanto tudo voltou ao normal, informei que estava fora novamente e que eles tinham que gerenciar sozinhos a associação.
Neste momento, o presidente do Conselho pediu demissão e nunca mais voltou à Mãos de Minas.
Assumiu então a gestão a Diretora Superintendente. Novamente me coloquei a disposição, ajudei-a nas decisões de assuntos que ela ainda não tinha conhecimento, até que nesta semana informei que não ia me meter mais e que ela devia assumir sozinha e com o seu Conselho a direção da Mãos de Minas.
Mais uma vez, ela pediu demissão, enviando uma carta a todos.
Vejo a Mãos de Minas como aquele filho de 40 anos que ainda mora com a mãe e de vez em quando pede uma grana emprestado e não quer sair de casa de jeito nenhum.
Segundo alguns conselheiros que conversei, me falaram que agora este conselho esta muito participativo e que poderiam conseguir juntos muitos avanços. Mas isto tem que ser presencial, que eles façam um planejamento estratégico – para isto foi conseguido com o BID a contratação de um consultor e apliquem realmente as decisões. Mas tem que ser eles…nenhuma instituição pode sobreviver se depender de uma pessoa.


ALERTA AO ARTESÃO BRASILEIRO

12 de maio de 2014
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Nestes últimos 20 anos, o artesão brasileiro ganhou uma valorização que nunca teve.

Antes tratado como projeto social, junto com idosos, crianças e minorias, viu a sua figura entrar para a economia brasileira, participar de eventos nacionais e internacionais, fazendo com que decoradores, arquitetos e formadores de opinião vissem seus produtos com outros olhos, utilizando-os nos mais nobres dos espaços.

Viram revistas de decoração e cadernos de economia dos maiores jornais do país publicarem reportagens sobre a grandeza do artesão e sua participação na geração de emprego e renda e no PIB brasileiro.

Viram feiras de artesanato, que antigamente eram meros bazares se transformarem em eventos grandiosos, gerando receita para o artesão e para as cidades onde estes eventos se realizavam, com mão de obra, ocupação de hotéis, visita a shoppings e restaurantes.

Viram os produtos brasileiros serem embarcados para os cinco continentes e participarem dos mais importantes eventos internacionais em Paris, New York, Frankfurt.

Viram os produtos brasileiros ocupando as vitrines de lojas tipo Macys – EUA, El Corte Inglês – Espanha, Mujji – Japão, Galerie Lafayte – Paris.

Viram o artesão criando empresas (MEI e Simples), tendo conta bancária, emitindo notas fiscais, rodando nas redes sociais via Face Book, Sites, Twiter…

Viram o artesão ou seus filhos entrando para a faculdade, comprando carro, tirando férias pelo menos uma vez por ano.

Mas tudo isto está por acabar…

O Governo Federal, via MDIC e Apex, decidiram por acabar com o convenio que propiciava a participação do produto brasileiro em feiras do exterior, usando como desculpa o problema que a Abexa teve de um bloqueio, que no fundo foi causado pela própria Apex, quando obrigou a recém criada Abexa a aceitar um participante que a Apex sabia que tinha problemas legais, omitindo esta informação. E agora se recusa a dar continuidade ao projeto mesmo através de outras instituições.

A Secretaria de Micro e Pequena Empresa – Programa de Artesanato Brasileiro, ao invés de apoiar os eventos do artesanato já existentes (leia-se Curitiba, Brasília, Belo Horizonte e Recife), decide por fazer na mesma data da Feira Nacional de Belo Horizonte um evento em São Paulo, numa concorrência totalmente desleal, já que este evento poderia ser feito numa outra data ou mesmo no norte do país onde não existe ainda um evento de grande porte para o artesão nortista.

A Secretaria de Micro e Pequena Empresa, desconhecendo a realidade hoje do artesão, decide por defender de que “artesão não precisa mais emitir nota fiscal e que o imposto deve ser diferido quando da venda a contribuinte, ou seja, quem paga é o lojista”, com a alegação de que o lojista não tem tanta importância assim no escoamento da produção artesanal, fazendo assim com que o produto artesanal tenha uma perda de 18% de competitividade. Isto fará com que os produtos importados da China e África, cheguem cada dia mais em nossas prateleiras (você se lembram da Tok Stock de 10 anos atrás? Voltem lá e veja que hoje mais de 50% dos produtos são Made in China e isto está se repetindo em muitas lojas tradicionais de venda de artesanato)

O Ministério da Cultura, abre um concurso para a venda de produtos na Copa, incentivando o artesão a produzir e depois deixando grandes nomes fora da venda dos espaços. Como se não bastasse, o artesão deverá enviar seus produtos por conta própria, consignados, para serem pagos depois da Copa, com todo o risco por conta dele.

Querem fazer com que o artesão volte a ser um projeto social. Querem determinar o que é artesanato ou não, através de pessoas que nunca pegaram num serrote ou uma agulha para fazer qualquer trabalho e acham que artesanato é somente aqueles produtos feitos da mesma forma pelos nossos avós e bisavós, quando não existia a tecnologia de hoje que querem negar ao artesão.

Não querem que o artesão cresça enquanto cidadão, pois imagine o que seriam 8,5 milhões de brasileiros organizados e participando ativamente da economia.

Querem que você volte a ser dependente do estado em tudo e para tudo.

Você quer voltar para 1994?


EXPORTAÇÃO DE ARTESANATO

8 de maio de 2014
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Esta publicado no nosso site o resultado da pesquisa de percepção do artesão sobre exportação.
Nos preocupa muito o resultado, pois resumindo 100% dos que responderam, querem exportar.
Entretanto, a quase totalidade não tem site e nem material em ingles.
A quase totalidade não conhece os termos Exworks, CIF, Fob, Radar…
A quase totalidade acredita que trading e comercial exportadora são figuras diferentes…
A quase totalidade tem um faturamento anual de R$ 24.000,00.
Não é que queiramos desanima-los e dizer que não devem pensar em exportação, mas antes disto a preparação tem que ser muito grande e o conhecimento do que é exportar tem que ser adquirido, para que possamos atender ao cliente lá fora com qualidade e caso se mantenha a decisão de querer exportar eles tenham dominio do que devem fazer. Não é que o artesão tenha que ser um exportador. Para isto existem empresas que fazem, mas eles tem que conhecer os termos, o que significam e qual a consequência do seu não cumprimento.


DIFERIMENTO DE IMPOSTO PARA O ARTESANATO

5 de maio de 2014
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Muitas pessoas tem me perguntado sobre a questão do imposto diferido.
O que é imposto diferido? Quem produz e vende NÃO PAGA O IMPOSTO, mas ele NÃO É ISENTO, o pagamento é transferido para o lojista que quando vender o produto deverá paga-lo na íntegra, ou seja 18% de ICMS.

Hoje como funciona?

Alguns estados isentam o artesão do IMPOSTO, e estes quando vendem para os lojistas, o lojista atua dependendo da sua formatação jurídica – se for simples, dentro dos percentuais do simples, se for débito e crédito, não existe crédito, porque o produto é isento, aí o lojista paga de acordo com a sua taxação.

Alguns estados, tal qual Minas Gerais, dão ao artesão não a isenção, mas trabalham com o débito e o crédito e uma redução da base de cálculo e um crédito resumido. O que é redução da base de cálculo – o artesão deveria pagar por exemplo, 12% para vender para São Paulo, mas o governo dá um desconto neste “imposto que deveria pagar” reduzindo-o para 7% e como o artesão tem dificuldade de ao adquirir a matéria prima e usarmos o ICMS gerado, para abater do 7%, ele dá um “crédito presumido”, ou seja, ele “imagina” que o artesão teria de crédito em média 4% e aí dá mais este desconto. Neste caso, existe um destaque de 7% do imposto, mas o artesão so paga 3%, mas o lojista que trabalha com débito e crédito, utiliza para abater no imposto que ele vai pagar quando vender o produto 7%.

Com o diferimento, como ficariam as contas:

Um lojista do Simples, com faturamento até R$ 3 milhões, hoje compra o produto do artesão, por exemplo por R$ 20,00 e vende por R$ 45,00, ele paga sendo Simples um percentual sobre o seu faturamento no qual está embutido todos os impostos, ICMS, obrigações patronais, Pis, IPI, ISS, etc que variam de 5% até 10%. No caso entretanto de ser implantado o imposto diferido, indiferente da formatação jurídica do lojista ELE TERÁ QUE PAGAR MAIS 18% DE ICMS, sobre o produto vendido, além do percentual fixo que já trabalha.

Nos lojistas que trabalham com débito e crédito, ele deixará de receber o crédito de 7% e terá que pagar 18% de ICMS.

Ou seja, os produtos vão perder a competitividade no mercado.

Quando tentei argumentar com a Secretaria da Micro e Pequena Empresa do Governo Federal, a resposta foi de que o artesão não precisa do lojista, pois a sua clientela de lojistas é muito pequena, demonstrando um total desconhecimento do setor.

O artesão e o artista hoje estão se organizando cada vez mais, indiferente de seu contexto sócio econômico. Se ele ficar desorganizado e tratado de forma paternalista, como acontecia na década de 80, acabará por cair nas mãos dos atravessadores que há algumas décadas oprimia e explorava o artesão.

Não se enganem com esta história de diferimento em que o governo estaria sendo bonzinho ao eliminar o imposto da responsabilidade do artesão. Artesão e artista brasileiro não são clientela do Bolsa Familia que necessitam de serem assistidos – mesmo assim, acredito que tenha muito cliente do Bolsa Familia que também é artesão e não irá se beneficiar em nada deste tratamento totalmente inverso a competitividade do mercado, que eliminará de vez o produto artesanal do comércio brasileiro.

Por isto sou contra e vou lutar com todas as minhas forças de que isto não aconteça, mas preciso que vocês também se manifestem, conversem com seus pares, discutam e tomem um posicionamento a favor do mercado.


DIA DO TRABALHO

3 de maio de 2014
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Estou divulgando um post que recebi de Stefan Salej que concordo plenamente…

Mais um feriado emendado com fim de semana, após uma semana de feriados. Algumas festas dos sindicatos dos trabalhadores são organizadas, patrocinadas na maioria das vezes por empresas estatais. No fundo, dinheiro público. Mas o fato é que apesar de o número de trabalhadores em atividades não governamentais ultrapassa em muito os do serviço público, são raros os países onde os sindicatos dos trabalhadores em empresas sejam mais fortes do que os do serviço publico.

Mesmo com algumas comemorações pelo mundo afora, nos Estados Unidos não se comemora 1. de maio como Dia de trabalho, e mesmo sendo dia de São José para os católicos, foi um dos primeiros do maio mais murchos que o mundo já viu. Festejar no final de contas o que? O estabelecimento de salário mínimo na Alemanha, que não o tinha até hoje? Um desemprego que não baixa na Europa e é especialmente grande na Espanha, Grécia, Portugal? Ou a melhoria da economia norte americana? O fato é que o mundo que sempre muda, mudou muito na área das relações trabalhistas. Mesmo que no Brasil tenhamos um governo de um partido dos trabalhadores, as questões que afetam trabalhadores não estão na pauta prioritária do governo deles mesmos.

O modelo econômico brasileiro ainda é baseado nos baixos salários, proteção social ilusória, porque nem saúde e nem educação funcionam a contento para o trabalhador e é enorme o custo fiscal sobre a mão de obra. Optamos por este modelo e não conseguimos sair dele. A cada dia que passa, o custo da mão de obra aumenta, os direitos trabalhistas são uma arvore de Natal em que o ano inteiro ficam perdurando enfeites lindos para os trabalhadores mas que na verdade são pesos para as empresas e uma ilusão de proteção social para o trabalhador. Sem falar na justiça do trabalho, que não protege nenhum dos dois, com raras exceções, mas que com certeza pensa que é a dona do mundo e age assim.

A festa do Dia do trabalho deveria nos levar pelo menos a refletir sobre o futuro escuro que nos espera nessa área. Uma economia injusta, que cuida bem das minorias, sejam raciais ou sociais, mas que cuida mal da maioria, que são os trabalhadores. Jamais seremos uma economia desenvolvida e competitiva com esse tipo de relações de trabalho que temos hoje. Mesmo a interferência do governo em área críticas, como consideram hoje a industria automobilística, com enorme custo fiscal, são ilusões de um ano eleitoral, mas não consistentes com uma política de desenvolvimento.

A Alemanha não é um pais desenvolvido só pela engenharia, disciplina e outros predicados, mas pelas eficazes e dinâmicas relações de trabalho. Há mais de dez anos fizeram uma comissão de 15 membros dirigida pelo diretor da Volkswagen, Sr. Hart e composta por representantes de toda a sociedade. Mudaram a legislação, o governo perdeu a eleição e ficou na historia. E nós não aprendemos nada.

Stefan B. Salej
2.5.2014.


VEJAM BEM…

1 de maio de 2014
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Revisaram o imposto de renda em 4,5%
Revisaram o Bolsa Família em 10%
A inflação em 2013 ficou em 5,91%
Não entendo esta conta…pra mim ela não fecha. Não tinha que ser tudo 5,91%?


ELEIÇÕES

30 de abril de 2014
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Queria fazer um questionamento a todos: O que esperam da próxima eleição?
O que gostariam que o próximo presidente da republica fizesse pelo artesanato?
O que gostaria que o senador e deputado federal fizessem pelo artesanato no seu estado?
O que gostaria que o seu governador fizesse no seu estado em prol do artesanato?
O que gostaria que seu deputado estadual fizesse pelo artesanato no seu estado?
São perguntas que devemos nos fazer…
Voce se lembra em quem votou na ultima eleição? Voce se lembra o que seu candidato prometeu? Voce acompanhou o que ele fez?
Pois é…a gente se deixa usar e depois não cobra…Eu tenho dois candidatos a deputados federal e estadual que voto neles há 3 eleições. Pois eu estou sempre junto , cobrando, questionando, pedindo, discutindo, etc. Nem sempre eles pensam igual a mim em alguns assuntos, mas o importante é que nos assuntos artesanato eles estão comigo…curiosos quem são? São Nilmário Miranda e Almir Paraca, todos os dois do PT…não acredito em partidos. Acredito em pessoas e eles são dois caras que acredito.
Então pense…quem é o seu candidato? O que ele pode fazer por voce, pela sua comunidade, pelo que voce acredita, pela sua cidade e pelo seu país…pense bem…converse com ele se tiver oportunidade, discuta o seu ponto de vista…so assim poderemos melhorar este país…não temos ainda o voto distrital – que para mim seria o ideal, mas vote em voce pois voce é o seu melhor candidato e faça do seu candidato o seu espelho, pois votando nele, estaria votando em voce, mas não esqueça o seu espelho na parede, senão fuuuu…


VOCE SE CONSIDERA ARTESÃO?

30 de abril de 2014
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Você se considera artesão? Então se prepare, pois para ser considerado artesão neste país você deverá ir a uma coordenação estadual do PAB – Programa de Artesanato Brasileiro e demonstrar ali na hora que você sabe fazer o produto que diz que produz…
Agora, se é verdade que no Brasil existem 8,5 de artesãos, dividindo isto pelos 27 estados, teríamos uma média de 314 mil artesãos por estado…
Considerando que se gaste em média 30 minutos na sua demonstração, teríamos 157000 horas por estado.
Isto daria, 19.625 dias se considerarmos uma pessoa fazendo os registros e 6.541 dias se forem 3 pessoas, 8 horas por dia…o que nos leva a 18 anos, trabalhando 365 dias…
Isto pra no final você ganhar uma carteirinha, que vai dizer que você não precisa de gestão, não tem que emitir nota fiscal, seu produto vai perder 18% de competitividade e vai ganhar o direito a participar de graça nas feiras que o PAB vai fazer pelo país, mas atenção, se for vender para o lojista, peça a ele para levar o talonário de Nota Fiscal de entrada de produto, senão ele não tem como fazer o transporte…


ICFF – INTERNATIONAL CONTEMPORANY FURNITURE FAIR

30 de abril de 2014
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O Itamaraty hoje nos deu a notícia de que teremos um stand na ICFF um evento em New York, que acontece na semana de design e New York borbulha de produtos diferenciados, arquitetos, decoradores e formadores de opinião na área artística.
Participar da ICFF não pra qualquer um. Temos que passar por uma pre seleção e sermos indicados.
E a Secretaria da Micro e Pequena Empresa vem dizer que o artesão brasileiro não precisa de nota fiscal, pois é humilde e seu produto não tem destaque no mercado e ele não precisa trabalhar a gestão de seu negócio…
Quero ver o artesão vender e não ter nota fiscal para entregar…


TURISTA DE COPA NÃO CARREGA SACOLA

30 de abril de 2014
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Fico preocupada com a expectativa de milhares de artesãos que a Copa do Mundo vai vender horrores e eles vão ganhar a maior grana.
Falo isto a 4 anos: TURISTA DE COPA NÃO CARREGA SACOLA!!!
Ele vem, fica numa cidade um dia e já no dia seguinte está se mudando para outra cidade e vai ficar assim correndo atrás de seu time durante toda a Copa do Mundo.
O máximo que pode fazer é num aeroporto comprar algo BEM PEQUENO e que caiba na mala para levar de lembrança.
Possivelmente esta compra será uma camiseta (made in china), um boné (made in china), um chaveiro (made in china) e pode ser que compre algum produto com a cara do Brasil, mas pequeno e que não pese.
Quando comecei a falar nisto há 4 anos, todo mundo achava que eu era pessimista…então resolvi ligar para amigos na África do Sul e perguntar o que aconteceu com o artesão lá na última Copa. A resposta foi que tal qual o Brasil todo mundo incentivou os artesãos a produzir pois iam ganhar muito dinheiro…resultado…o turista veio, não comprou quase nada e ele ficou com aquele estoque enorme e os atravessadores chegaram e fizeram a festa.
Resolvi também perguntar para os artesãos de Salvador, Recife e Rio de Janeiro o que acontecia com as vendas deles durante o Carnaval, afinal de contas, suas cidades recebem 1 milhão em turistas que ficam por conta da cerveja e samba por 7 dias…resposta: tem um aumento de cerca de 12% nas vendas…quem vende são os camelos na beirada das praias e hotéis cheios de produtos vindos de onde? China!!!
Bem, vamos torcer para que eu esteja totalmente errada…


MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL

29 de abril de 2014
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Como muita gente suspeitava, começaram a aparecer as “surpresinhas” . A novidade agora é que os MEI das áreas de prestação de serviços – consultores por exemplo terão que recolher o INSS do “empregado” e do “empregador”, ou seja, o dono no MEI tem que pagar 11% sobre o valor da Nota Fiscal e o contratante outros 20%.
Cade o beneficio da formalização como MEI?
E não se assustem se daqui a pouco aparecerem outras “surpresinhas” para os outros segmentos do MEI.
Como disse, se não me engano, o Helio Gaspari há muito tempo “Plante que o João garante, mas plante pouco porque o João é louco”


SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

29 de abril de 2014
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Para quem não sabe, substituição tributária foi uma forma que os estados utilizam para que o ICMS seja pago antecipadamente, antes da venda ao cliente. Ou seja, um exemplo é a Coca Cola, que antes entregava seus produtos a milhares de lojas – algumas grandes e muitas pequenas e os impostos eram pagos quando da venda ao consumidor. Hoje não, o produto sai da fábrica já calculado o imposto que seria gerado quando da venda ao consumidor final.
Acontece que muitos destas “lojas” são micro empresa optante pelo simples, que não pagavam imposto, por serem isentos.
O mesmo tem acontecido com o artesanato. O artesão tem os seus benefícios fiscais, mas quando vendem produtos para outros estados, indiferente se o comprador é uma grande empresa ou um optante pelo simples, ele tem que recolher o ICMS da substituição tributária, perdendo assim toda a competitividade que o produto tinha, já que, quando o lojista optante pelo Simples faz a sua venda ele não pode utilizar do crédito do ICMs recolhido.
Na discussão com a Secretaria de Micro e Pequena empresa, o comentário deles é que não precisa se preocupar, pois como o artesão é tudo simples e humilde, ele não precisa emitir Nota Fiscal e como comentei no post “ARTESANATO” do dia 27 de abril, isto não é problema do artesão e sim do lojista…Me irrita profundamente esta falta de conhecimento da realidade hoje do artesão brasileiro.


PRATIQUE O DESAPEGO

28 de abril de 2014
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Como é duro desapegarmos de coisas que sabemos que não nos servem mais, mas sempre arrumamos uma desculpa de que “quem sabe um dia preciso”.
Pois é, aqui no Centro Cape e Mãos de Minas é a mesma coisa…mas de uns tempos pra cá resolvemos praticar o desapego…nos livramos de quase uma tonelada de tecidos que foram usados na Feira Nacional em anos passados, nos livramos de móveis que não usamos mais, nos livramos de ferramentas que eram guardadas sabe lá para quando, nos livramos de máquinas de costura, maquinas de cola quente, milhares de retalhos, alguns iniciados um trabalho e outros não.
Ainda tem coisa para desapegarmos, mas isto vai ir indo devagar para doer menos, mas em breve seremos o exemplo do desprendimento.
Dê uma olhada na sua volta, nos seus armários (em cima dos armários então, nem se fala), gavetas, aquele cantinho onde guardamos todas as coisas inúteis e veja como voce vai ficar mais leve, tanto de espaço quanto de cabeça.


COWORKING

28 de abril de 2014
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Para quem não sabe, coworking é um espaço comunitário de trabalho. Pessoas que normalmente trabalham em casa, principalmente na área de serviços, e gostariam de ter um local externo para trabalhar mas sem se preocupar com aluguel, IPTU, segurança, limpeza de um espaço que só usariam algumas horas por mês vai para um espaço comunitário, hoje denominado de coworking.
Pode ser usado também para quem está querendo iniciar um negócio, principalmente na área de serviços e ainda não está com a ideia totalmente formatada. Aí ele vai para um espaço destes, e na troca de informações com outros, acabam surgindo parcerias e um ajuda o outro no desenvolvimento de sua ideia.
Pois é, estamos inaugurando nosso coworking junto com o Centro Cape e a Mãos de Minas na intenção que venham pra cá pessoas que possam estar junto com os artesãos no desenvolvimento de novas ideias, tanto de design, nos serviços que o artesão precisa, na área de tecnologia da informação e tantos outros que possam a vir.
O espaço contará com palestras, apresentações, parcerias com outras entidades de forma a oferecer ferramentas que ajudem a todos.


exportação de artesanato

28 de abril de 2014
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Mesmo com a suspensão do apoio da Apex a Abexa – Associação Brasileira de Exportação de Artesanato, o Centro Cape e a Mãos de Minas não paralisaram as suas atividades. Sem o apoio da Apex participamos da New York Now (ex-Gift Fair), Arte Expo, vamos agora participar da ICFF (feira de móveis e design em New York), vamos participar da Fancy Food (feira na área de alimentos, onde oferecemos produtos para mesa e cozinha) e da New York Now de agosto.

Continuamos a manter o show room em New York e o Centro de Distribuição em New Jersey.

Não podemos perder dez anos de trabalho nos colocando no mercado americano, por causa de uma decisão da Apex de suspender o projeto com a Abexa e ignorar os projetos individuais que trilhavam com sucesso o seu caminho.

Como estamos pagando? Aí entra Deus, Buda, Oxóssi, Alá, os meus amigos e parentes que já se foram e num encontro de energia de todos, vamos conseguindo levar dia após dia.


manual de embalagem

28 de abril de 2014
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A pedido do Sebrae, desenvolvemos um manual de embalagens que repassa as boas práticas que são aplicadas na Mãos de Minas sobre como embalar bem os produtos.

São dicas para quem tem dinheiro para investir e quem não tem dinheiro. Mesmo aqueles que moram na roça ou no interior, tem como aproveitar as dicas dadas para melhorar a performance do envio de seus produtos.

O importante é sempre que uma peça feita com tanto cuidado e criatividade, não pode correr o risco de chegar quebrada ao seu destino e mesmo aquelas que não tem o risco de quebrar, não podem ser embrulhadas de qualquer jeito e folhas rasgadas de jornal. O produto e o artesão tem que ser respeitados.


www.maosdeminasonline.org.br

27 de abril de 2014
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Será aberta nesta segunda feira, dia 28, a venda através do site de e-commerce Mãos de Minas.
Além do lugar comum dos sites de e-commerce,o da Mãos de Minas tem os seguintes diferenciais:
1 – qualquer artesão brasileiro pode participar do site
2 – as associações e cooperativas que participarem, terão o retorno de 50% da comissão recebida pela Mãos de Minas.
3 – nas vendas do atacado, so entram produtos com um diferencial de 30% entre o valor de atacado e varejo e a Mãos de Minas não cobra nenhuma taxa nesta venda, ou seja, é uma negociação direta entre o artesão e o lojista.
Se voce é artesão, não deixe de participar, se voce é comprador no varejo ou mesmo um lojista, não deixe de visitar – http://www.maosdeminasonline.org.br


JENIPAPO DE MINAS.

3 de abril de 2011
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Falando do Vale, me lembrei agora de um caso de Jenipapo de Minas.
Era o ano de 1994 quando fizemos com o BID um contrato de financiamento que tinha um recurso para aquisição de produtos e compramos também um caminhão.
Começamos a ir ao Vale para fazer compras e as mulheres de Jenipapo de Minas tinha escutado na rádio que um tal de Mãos de Minas estava indo lá em Minas Novas e Turmalina ajudando so artesãos comprando os produtos.
Ao inves de usarem o telefone para pedir que fóssemos lá, resolveram fazer uma novena para Nossa Senhora Aparecida de forma que levasse a Mãos de Minas lá…
Não é que no ultimo dia da novena, quem chega? Mãos de Minas! Fomos a Badaró e de lá nos encaminharam para Jenipapo.
Viramos milagre! As pessoas ajoelhavam quando passavamos e agradeciam a Nossa Senhora Aparecida pelo atendimento ao seu pedido!!!
Foi uma luta para que eles acabassem com as rezas e benzeção na nossa passagem.
Mas, elas ganharam tanta força com a novena, que juntaram e as mulheres sozinhas batiam laje e conseguiram construir elas próprias a sua sede, onde ficavam fiando e cantanto…
Era muito lindo…tem tempos que não vou lá…preciso arrumar um jeito de voltar.


centro cape /maos de minas

23 de março de 2011
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Engraçado como tem gente dita esclarecida que até hoje confunde, centrocapemaosdeminastaniamachado.

Eles tratam como se tudo fosse uma coisa so…

Então vamos lá esclarecer:

MÃOS DE MINAS É UMA ASSOCIAÇÃO QUE TEM ASSOCIADOS
Estes associados é quem comandam a associaçao e determinam seus caminhos…

CENTRO CAPE É UM INSTITUTO que tem um conselho e não tem associados. Os associados da Mãos de Minas não tem nada a ver com o Centro Cape, assim como o conselho do Centro Cape nao tem nada a ver com a Mãos de Minas.

Agora, eu sou eu, não sou Centro Cape e nem sou Mãos de Minas, somente uma pessoa que tem vida pessoal, toma cerveja e vinho (Centro Cape e Mãos de Minas não bebem), fuma (eles também não fumam), xinga muito (eles também não xingam), mas tenho um projeto de vida que é ajudar aos artesãos mineiros a sair do buraco…

Pior, é que quem fala isto, muitas vezes são pessoas esclarecidas, até vereadores e deputados que ajudamos a eleger e de repente falam que a Mãos de Minas acabou e agora é tudo Centro Cape…


DOCE ILUSÃO II

30 de dezembro de 2010
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Eu como sempre, sou passional e as vezes na ânsia de dar uma noticia, misturo o coração no meio da razão.

Verdades sobre a interrupção da loja Mãos de Minas

1) A loja não vai fechar, vai interromper por pouco tempo as atividades e será reinaugurada em fevereiro em endereço eletrônico.

2) Apesar de aparentemente o consumidor perder a oportunidade de tocar os produtos, terá a chance de conhecer muito mais sem sair de casa. A loja física hoje conta com 4315 itens, na virtual em seis meses devemos chegar a mais de 10.000.

3) Minas Gerais, com a loja virtual, estará acessível e na casa de milhões e milhões de brasileiros, o que hoje com a loja física não é possível.

4) Com a Loja virtual estaremos redirecionando o investimento, e cumprindo a missão da Mãos de Minas que é de apoiar o artesão na sua comercialização, fortalecendo assim as ações de capacitação, consultorias e melhoria de processos.

5) Assim, teremos:
 Uma loja sem fronteiras
 Funcionamento 24 horas
 Comodidade para o consumidor
 Redirecionamento dos investimentos para a capacitação do artesão.
 Menor preço de venda final, já que os custos serão bem menores.

Informações importantes sobre o e-commerce:
– nos últimos cinco anos, o E-commerce cresceu em média 52% por ano.
– Brasil é responsável por 50% das transações de comércio eletrônico na América Latina, segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.
– O Natal bateu recorde de venda: 15 de novembro a 24 de dezembro, os consumidores gastaram R$ 2,2 bilhões em compras pela internet. O valor da compra subiu de R$ 10 e ficou, em média, em R$ 370, com notória participação de novos navegantes das classes C e D (E-bit).
– O Brasil é líder na conversão de visitantes em compradores em sites de comércio eletrônico na América Latina. O índice de visitantes de lojas virtuais que fazem compras online é de 94%, mais que na Argentina (89%) e na Colômbia (84%).
(O estudo da comScore entrevistou 800 consumidores no Brasil, México, Chile, Argentina, Colômbia e Peru. Foi divulgado em 1.12.2010 em Bogotá, Colômbia.)
– A internet já é acessada por 41,7% da população acima de dez anos, ou 67,9 milhões de pessoas (Pnad 2009/IBGE).
– O número representa crescimento de 112,9% na comparação com os 31,9 milhões de usuários registrados em 2005 (20,9% da população).

Então, não estamos retroagindo, muito pelo contrário, estamos nos adequando ao mercado atual. Hoje a loja é visitada por cerca de 1.200 pessoas por mes…queremos atingir alguns milhões!

Que venha 2011!!!

Tânia Machado


CARTORIO DE REGISTRO DE DOCUMENTOS

7 de maio de 2010
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Tenho vontade de matar este pessoal de cartorio que fica criando regras onde não existem…
A Presidente do Conselho de Administração da Mãos de Minas pediu demissão.
Pelo estatuto, assume imediatamente o Vice Presidente para cumprir o resto do mandato.
Assim fiz, um comunicado, juntando pedido de demissão da Marisa e mandei registrar.
Não, eles não aceitaram dizendo que tinha que convocar uma Assembleia Geral para que o Marcio assumisse um cargo que estatutariamente era dele.
So que convocar uma assembelia da Mãos de Minas não é facil. Tem gente morando em mais de 10 cidades no interior do estado, que além do custo de transporte, tem também o tempo das pessoas…
Mas o cartorio não abre mão…afinal, registrar um documento custa mais barato do que registrar uma ata e tadinho deles, tem que faturar, né!


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