EU JURO, by Tânia Machado

FABIO CHEREM

26 de julho de 2016
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Que os outros secretários que passaram pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico não fiquem com ciumes.

Todos foram ótimos – Altamir, Brummer, Doroteia, Marcio – sempre trataram o artesanato com respeito.

Mas o Fábio abraçou o artesanato como um projeto pessoal. Tem levantado questões, aberto portas, criado projetos de engrandecimento e valorização do artesanato como nunca vi.

Torço para que a fusão das secretarias na reforma administrativa demore bastante para que assim o Fabio possa colocar em prática todas as suas ideias.

Afinal ele compreendeu que o artesanato cria mais empregos do que a Micro e Pequena Empresa, gera bilhões anualmente em receitas para o Estado na venda direta e na aquisição de insumos na industria.

 


ARTESANATO TRATADO A SÉRIO

30 de março de 2009
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Era 2002, o Governador Aecio Neves tinha acabado de ganhar a eleição e a equipe de transição havia sido montada e uma de suas lideranças era o Prof. Antonio Augusto Anastasia, hoje nosso Vice Governador.

Conhecia o Prof. Anastasia de longa data, pois desde 1991, quando ele era, se não me engano Chefe de Gabinete do Dr. Paulo Paiva, que era Secretario de Industria e Comércio (ou Planejamento…não me lembro bem…) e o Centro Cape estava começando trabalhar com a metodologia CEFE, ele me ajudou bastante. Depois foi para o Ministério de Trabalho e depois para o Ministério da Justiça e desde então sempre estive correndo atras dele e dentro de suas possibilidades nunca me negou atendimento.

Sempre me incomodou muito ver os projetos de artesanato nos programas sociais dos governos e aqui em Minas não era diferente. O artesanato estava no antigo SETASCAD – Secretaria de Assistência Social.

Procurei então o Dr. Anastasia e dentre outros assuntos pedi a ele que tirasse o artesanato do social e passasse para a industria e comércio. Ele me respondeu que não me preocupasse que a equipe de transição tinha ordens de tratar o artesanato com o devido respeito de um segmento participante da economia e gerador de empregos para o Estado.

Qual não foi a minha grata surpresa, quando em janeiro vi que não só tinha sido transferido da Assistência Social para a Secretaria de Desenvolvimento Economico, mas tinha sido criada uma Superintendencia do Artesanato nos mesmos níveis da industria, comércio e serviço. Era muito mais do que eu tinha sonhado!

Vi então que o sobrenome NEVES, iria dar continuidade ao fortalecimento do artesanato mineiro e que poderíamos sonhar com o infinito, pois doravante teríamos respaldo e respeito para a continuarmos nosso sonho de mostrar que a maior força de trabalho deste país (somos 8,5 milhões de brasileiros) tem condições de trabalhar ativamente pela nossa economia.