EU JURO, by Tânia Machado

FEIRA NACIONAL

21 de novembro de 2018
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Acho tão engraçado as pessoas que chegam agora querendo comprar stands na Feira Nacional, e pedindo mil descontos (que não damos de jeito nenhum, em respeito a quem comprou e pagou) informando que: “olha, eu comprei um stand na feira de São Paulo, comprei um stand na Feira do Espírito Santo, já paguei e não esta sobrando dinheiro para comprar a Feira Nacional.

Eta povinho cara de pau!

 

 

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EIKE BATISTA – estou republicando o que escrevi em 2013.

16 de novembro de 2018
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Carta a Eike Batista:

Meu Caro Eike Batista,
Venho acompanhando todos os dias noticias de jornal, revistas, programas de televisão de pessoas estão vibrando pelo que você esta passando…
Lembro de muitas destas pessoas que há um ano atrás se pudessem, beijavam seus pés…
Lembro bem, quando você veio a Minas receber o premio de Industrial do Ano na Fiemg, tinha um monte de babão querendo entrar na sala VIP para te dar um tapinha nas costas e quem sabe até tirar uma foto. Hoje encontro com estas pessoas e como elas sabem que te admiro muito (já escrevi algumas você no meu blog no wordpress) elas falam…e seu ídolo o Eike, você viu, se estrumbicou!!!
Digo a elas que se o povo brasileiro tivesse 10% da sua coragem, este seria um pais muito melhor.
Não entendo exatamente o que aconteceu, mas entendo que você teve a coragem de fazer…As entidades que te apoiaram financeiramente o fizeram atrás da sua valentia de arriscar…
A entidade na qual trabalho, tem como metodologia o desenvolvimento de competências empreendedoras, envolvendo criatividade, correr riscos, ousar…
Ta bom, de vez em quando da errado. Quantas vezes nos não nos enganamos durante as nossas vidas. Eu mesmo, já dei cada mancada, mas como presidente de Ong as conseqüências são bem menores…
As pessoas se esquecem que “enquanto bilionário”, museus que você patrocinou, filmes que viabilizou, quantas obras no Rio de Janeiro você não fez! Quantos leilões sociais você não foi somente para ajudar.Lembro uma vez que você doou R$ 20 milhões para uma Ong que estava com dificuldades, não lembro mais o nome, mas morri de inveja!!!).
Agora, estas pessoas que hoje tentam te chutar, queria saber delas o que fizeram de benesse para este pais? O que elas arriscaram considerando seus seguros empregos em estatais ou mesmo como membros de conselhos de grandes empresas? O que elas fizeram por este país com o poder de uma caneta ou um microfone? Será que elas conseguem colocar a mão no fogo e dizer que nunca nem elas e nem seus patrões roubaram?
Agora nunca escutei dizer que você roubou. O que sempre escutei é que desde jovem você trabalha duro, acredita muito e vai atrás…
Esquenta não cara, pessoas como você com certeza absoluta vão dar a volta por cima e amanhã estes, que hoje tentam te jogar na lama, possivelmente voltarão a puxar o saco e esquecer o que disseram de você neste momento de crise.
Continuo te admirando e te defendendo, frente a quem quiser, os seus ideais.
Um abraço,
Tânia Machado


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EIKE BATISTA

16 de novembro de 2018
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Ontem investi 1 hora assistindo a entrevista do Eike Batista ao SBT – https://www.youtube.com/watch?v=fxLWC-RnkfU.

Fiquei emocionada ao ver lágrimas nos seus olhos…Quando ele caiu, anos atras, escrevi aqui no meu blog as injustiças que as pessoas cometem…Todo mundo ficava falando da possivel “bola” que ele teria pago ao Cabral, do emprestimo do avião que o Cabral na maior cara dura pedia emprestado…Ninguém falava sobre os bilhões de dólares de investimentos externos que ele trouxe para o Brasil, dos milhões de dólares que gastou do proprio bolso para recuperar a Lagoa Rodrigo de Freitas, a Marina da Glória, as App´s, fora dezenas de projetos sociais que ele ajudou nestes anos todos.

Ninguém falou que o empréstimo que ele pegou no BNDES, ele pagou até o ultimo centavo (diferente dos amigos estrangeiros do rei que esta preso e estão dando o cano)

Todo mundo falava de reuniões com poderosos que ele teve, às vezes até mais de umavez. Quem é que não queria estar junto de uma das maiores fortunas do mundo? Ele falava com qualquer pessoa e as pessoas queriam falar com ele.

Naquela data eu falei OLHA, ELE VAI VOLTAR UM DIA, e parece que sim, não com negocios próprios, pois a “in” justiça no Brasil não vai permitir, mas trazendo outros investidores que estão criando empregos em nosso país.

Aí, quero ver a cara das pessoas quando virem que ele retomando as rédeas da sua vida.

 

 


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LEI ROUANET – SO PARA UNS POUCOS

8 de novembro de 2018
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Lei Rouanet X Feira Nacional de Artesanato.

O Ministério da Cultura NÃO APROVOU, a Exposição MESTRES DA ARTE E DO ARTESANATO, que estaremos fazendo este ano durante a 29ª. Feira Nacional de Artesanato que será realizada de 4 a 9 de dezembro no Expominas, com a alegação que uma exposição com os maiores mestres brasileiros (alguns inclusive já falecidos), não era elegível pelos critérios da Lei.

Tentei argumentar duas vezes defendendo artigo por artigo, mas nada. Os pareceristas nem transformaram o projeto em Pronac.

Agora vejo: Reveillon, Ze Dirceu, Lula, Brizola, Circe du Soleil, FHC, namorada de  Chico Buarque…todos aprovados para captar no mercado.

Sei que a captação seria responsabilidade minha e não do Minc (assim como os citados acima) e com isto perdi mais de R$ 600 mil em patrocínio por não ter a Lei, já que os apoiadores exigiam a Rouanet.

Não pedia a eles que buscassem patrocinadores. So pedia que transformassem meu projeto em Pronac que eu ia a luta.

Agora é muito triste ver isto. Assim como eu, com o artesão e artistas brasileiros, milhares de outros pequenos projetos de comunidades, teatro, musica, ficam a deriva, pois nem sequer são aprovados.

Quando o Paulo Guedes fala que vai acabar com a lei Rouanet, no final tenho até que dar razão a ele, pois com a renuncia fiscal do Imposto de Renda, que o governo deixa de recolher para subsidiar os grandes projetos, inclusive estrangeiros, quem esta pagando a conta somos nós, pois sem imposto de renda aumenta o defict brasileiro, apenas com o intuito de atender a poucos.

Nem da para criticar os acima que conseguem a Lei, pois como ela é falha, permite que coisas como esta aconteçam. Quem não quer colocar a sua marca no Circe du Soleil?

Mas tem gente que gostaria de apoiar o artesanato, mas poderia ser somente via Lei. Como o Minc disse que os Mestres são menos importantes que Ze Dirceu, Marieta Severo, dentre outros, fazer o quê né?


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ANTONIO AUGUSTO ANASTASIA

22 de outubro de 2018
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Quando Anastasia decidiu não ser candidato no inicio do ano, achei ótimo! Sabia que esta seria uma campanha suja e ele não merecia isto.

Acabou que pressionado por dezenas de pessoas, mostrando a ele que era o único que já havia tirado o Estado da crise em 2003, e poderia tirar agora, decidiu deixar o conforto do Senado para se candidatar a Governador.

Agora dizem que ele é capacho de Aecio Neves, o que não é verdade. Anastasia começou a trabalhar como técnico no governo Helio Garcia (foi aí que o conheci), depois também como técnico foi para o Ministério do Trabalho, depois para o Ministério da Justiça, até que foi chamado pelo Aecio, para que, como técnico, tirasse o Estado da situação de lamuria que se encontrava.

Então quando o Aecio o chamou ele já tinha mais de 10 anos, trabalhando COMO TÉCNICO, em diversas funções governamentais.

Não conheço outra pessoa que possa ter a competência de tirar o Estado do buraco, do que Anastasia. Mas as pessoas, na ânsia de expurgar quem quer que seja que tivesse governado o Estado nos últimos 20 anos, não conseguem enxergar isto. Já convenci muita gente que votou no outro candidato no primeiro turno a voltar para Anastasia, mas ainda existem alguns na minha rede de relacionamento que estão completamente cegos na ânsia de “vingança com o passado”, sem conseguir ver as diferenças, insistindo que Anastasia é cria de Aecio, sem buscar informações na historia. Peço a eles encarecidamente que comparem os planos de governo, mesmo que o outro candidato mude a cada hora seus pensamentos.

Não sei se vocês viram as fotos do vice do outro candidato – Paulo Brant (alias meu amigo há mais de 50 anos). Nem ele tem coragem de ficar de peito aberto, com a camiseta de campanha. Esta sempre com a camiseta embaixo de uma camisa, só mostrando alguns poucos centímetros.

Ainda temos seis dias para, não pedir voto, mas pedir que as pessoas façam as comparações, vejam o que um e outro falam, deixem a vingança de lado e pensem somente em Minas Gerais.

Tânia Machado


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Empreender…

17 de agosto de 2018
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Tenho recebido alguns emails com ideias para os espaços Maker de Costura, Coworking e sites: Pouso e Prosa e Abexa, mas até agora não vi nada arrojado, diferente, que enche os olhos…

Ou as pessoas que estão desempregadas estão perdendo o ânimo, ou estão precisando de uma dose de empreendedorismo.

Para fazer a mesmice, fico como esta e vou tocando de acordo com o tempo que tenho…

 


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procuram-se empreendodores

15 de agosto de 2018
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Tem gente me ligando, mandando email, indagando…

Fazem perguntas tipo: O que voce quer? O que eu preciso fazer?

Se eu tivesse claro estas respostas estaria procurando um empregado e nao um empreendedor e parceiro…

E que pergunto a voce: Se recebesse pronto um espaco maker de costura. O que imaginaria que poderia ser feito para que voce ganhasse dinheiro com isto…

Se voce recebesse pronto um site com o mapeamento dos 853 municipios e mais de 10.000 informacoes…O que voce faria? O mesmo vale para a Abexa e outros…

Entao gente…coloque a cabeca para funcionar, saia de dentro do quadrado e veja que oportunidades voces veem nos projetos apresentados.

Nao deixe de ler o penultimo post – PROCURA-SE EMPREENDEDORES

 


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PROCURA-SE EMPREENDEDORES DESEMPREGADOS

12 de agosto de 2018
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O Centro Cape esta procurando parceiros, para atuar em seus programas, sendo que a maioria o investimento e’ o empreendedorismo.

Investimento em empreendedorismo

– Co working – The Plant – www.theplant.com.br

– espaço Maker de Costura – Espaco AQUI – www.aquiespacomaker.com.br

– exportação de artesanato – www.abexa.org.br

– divulgação municípios e artesãos mineiros – www.pousoprosa.com.br

– capacitação empreendedora – www.centrocape.org.br

Investimento financeiro

– Feira Nacional de Artesanato – venda de 40% dos direitos – www.feiranacionaldeartesanato.combr

Quem se interessar favor fazer uma VISITA OCULTA aos projetos, analise e me envie por email – ccape@centrocape.org.br as suas ideias iniciais.

Aquelas que eu considerar  aplicáveis chamarei para uma conversa…

Importante – não atenderei ninguém pessoalmente, a nao ser que eu convide para uma conversa.


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Renda Irlandesa de Sergipe, é o segundo indicado como Mestre na Feira Nacional de Artesanato.

7 de maio de 2018
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Uma das mais antigas artesãs, ainda em atividade, envolvida na produção da Renda Irlandesa em Divina Pastora e no estado de Sergipe, dona Alzira Alves Santos começou a se envolver no aprendizado da citada renda, por volta de seus 10 anos de idade (hoje dona Alzira tem 80 anos) com sua tia, Ercilia Theodoro, mais conhecida como Sinha. Esta, justamente com suas irmãs Maria Engracia e Dina S. Costa foram as primeiras das pessoas simples a aprenderem as técnicas do fabuloso artesanato das senhoras da aristocracia local, possivelmente no inicio do século XX, época em que, provavelmente a renda irlandesa foi introduzida no estado de Sergipe.

A rendeira Alzira Alves, de familia simples e pobre, sempre teve na Renda Irlandesa, desde sua juventude, seu meio de subsistência e de sua familia. Foi desta necessidade que a fez ser uma mestra do “risco” da renda (a primeira etapa no processo das peças).

Da mesma forma ela se destaca nas outras etapas do fazer a renda, chegando a ser consultada e procurada por pessoas que querem aprender o artesanato simbolo do estado de Sergipe.

Muitas rendeiras hoje existentes na cidade de Divina Pastora, passaram pelas instruções de dona Alzira.


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SAI A PRIMEIRA INDICADA PARA SER HOMENAGEADA NA FEIRA NACIONAL

30 de abril de 2018
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Este ano, a Feira nacional de Artesanato terá como tema MESTRES DA ARTE E DO ARTESANATO, quando 37 mestres (26 dos estados brasileiros e 11 de Minas), serão homenageado

Trata-se de Dona Antonia Ribeiro de Mendonça, que trabalha com renda labirinto.

Natural de Ingá/PB, faz renda labirinto há 40 anos e possui 86 anos de idade.

Aprendeu este ofício desde criança com a sua madrinha. Achava bonito o tipo de trabalho artesanal e já sonhava em repassar o seu conhecimento para suas vizinhas.

Atualmente tem orgulho em dizer que as rendeiras de sua comunidade, Chã dos Pereiras, aprenderam com ela e que possuem melhores condições de vida por causa do lucro obtido com a venda do labirinto em forma de produtos para cama, mesa, banho e vestuário. Tem clientes fixos por todo o Brasil. Foi homenageada pela Assembléia Legislativa da Paraíba por ser a artesã mais velha do Programa de Artesanato da Paraíba (PAP) e muito atuante na elaboração de suas rendas e na área social. Vende seus produtos para clientes de várias partes do Brasil e de outros países, através dos salões de artesanato promovidos pelo Governo do Estado da Paraíba, por intermédio do PAP e pelo Programa de Artesanato Brasileiro..

Maiores informações sobre o Cla dos Pereira na Paraiba veja:  https://youtu.be/8glUyxzGSMs

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Natural de Ingá/PB, faz renda labirinto há 40 anos e possui 86 anos de idade.

Aprendeu este ofício desde criança com a sua madrinha. Achava bonito o tipo de trabalho

artesanal e já sonhava em repassar o seu conhecimento para suas vizinhas.

Atualmente tem orgulho em dizer que as rendeiras de sua comunidade, Chã dos

Pereiras, aprenderam com ela e que possuem melhores condições de vida por

causa do lucro obtido com a venda do labirinto em forma de produtos para cama,

mesa, banho e vestuário. Tem clientes fixos por todo o Brasil. Foi homenageada pela

Assembléia Legislativa da Paraíba por ser a artesã mais velha do Programa de

Artesanato da Paraíba (PAP) e muito atuante na elaboração de suas rendas e na

área social. Vende seus produtos para clientes de várias partes do Brasil e de

outros países, através dos salões de artesanato promovidos pelo Governo do

Estado da Paraíba, por intermédio do PAP e pelo Programa de Artesanato Brasileiro..

Maiores informações sobre o Cla dos Pereira na Paraiba veja: https://youtu.be/8glUyxzGSMs


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Meu caro Ronaldo

29 de abril de 2018
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Obrigada pela sua atencao em responder no meu blog.

Mas, considerando a sua importancia para o artesanato, nao podemos deixar confundir e se misturar ARTESANATO, com trabalhos manuais de baixa qualidade.

Juntando seu comentario do uso do percal no NE, falo do uso de vidrilho e durepox pelo indios brasileiros. Outro dia me mostraram com orgulho um cocar feito de canudinho de refrigerante, como se fosse o supra sumo da inovacao. Quase morri!

Nosso papel ‘e justamente de valorizar o artesanato e leva-lo para cada vez mais para o alto.


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Ronaldo Fraga

27 de abril de 2018
1 Comentário

Meu caro Ronaldo,

Me permita discordar de voce, quando em entrevista a BBC do Brasil, declarou que “brasileiro acha que artesanato é coisa de pobre”.

Isto era verdade há 40, 50 anos atras quando começei a trabalhar com artesanato. Naquela epoca, era programa social e vendas feitas através de bazares.

Hoje não…centenas, se não dizer milhares de artesãos, são considerados artistas e seus produtos estão espalhados nas melhores residencias, museus, lojas especializadas. Se voce visitar as Casa Cor espalhadas pelo Brasil, verá diversas peças e componentes fabricados de forma artesanal.

Logico que não vou dizer que tudo é arte, assim como não posso dizer que todos os carros são Mercedes.

Veja bem…A Feira Nacional de Artesanato que fazemos no Expominas no final do ano, 74% dos visitantes são das classes A, A/B e B. Tenho a certeza que ninguém vai lá para comprar pobreza e sim riqueza de criação.

 


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ERA UMA VEZ…A SAGA DO ARTESANATO BRASILEIRO – CAP VIII – O STJ EM BRASILIA

3 de abril de 2018
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Quando a causa foi para o STJ, considerando que ganhamos por unanimidade em São Paulo com voto a favor dos três desembargadores, meus advogados me falaram de uma tal de Súmula 7, que parece que é quando existe unanimidade, a não ser que aconteça um fato novo, os juízes do STF mantem o mesmo resultado…

Ledo engano…apesar de termos ganho por duas vezes, monocraticamente sendo o Ministro responsável definido ao nosso favor, de repente eles apresentam uma cópia de um post que fiz aqui no Blog, onde afirmo QUE A APEX DETERMINOU QUE OS QUATRO PROJETOS SE UNISSEM, como se isto fosse a grande novidade, apesar de constar dos autos desde São Paulo.

Fui ao STJ conversar com os Ministros, quando então um deles, quase gritava comigo perguntando como a Fazer Brasil, em 2009 e 2010 participou de diversos eventos internacionais sem que tivesse um tostão na sua conta corrente (já que eles retiravam em numerário no banco, todo e qualquer recurso que fosse alí depositado).

Informamos ao Ministro que não podíamos responder pois não tínhamos conhecimento de como a Fazer Brasil gerenciava seus negócios, e que na época citada, nem os conhecíamos direito, quanto mais saber da sua rotina financeira. Mas ele, aos gritos, insistia que queria uma resposta e nos novamente afirmávamos que não tínhamos e não poderíamos responder por uma entidade que não nos dizia respeito na ápoca citada e que ele deveria perguntar a Apex, como esta fazia para repassar os recursos para a Fazer Brasil participar dos eventos internacionais.

E nesta confusão a DIM ia entrando com embargos, e outros nomes complicados jurídicos que não diz respeito e adiando cada vez mais a decisão final que deveria ir para o Pleno.

Fez isto, até que uma Ministra aposentasse (ficamos sabendo que ela seria ao nosso favor no Pleno).

Mas quem somos nos para conhecer os bastidores do STJ?

 

 


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ERA UMA VEZ… A SAGA DO ARTESANATO BRASILEIRO – CAP VII – A VITORIA NO STJSP

23 de março de 2018
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Desembargador Marcondes D´Angelo
desembargador Hugo Crepaldi

Desembargador Edgar Rosa

Ives Gandra (mais…)


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ERA UMA VEZ…A SAGA DO ARTESANATO BRASILEIRO – CAP VI – RELAÇÃO FAZER BRASIL x APEX

19 de março de 2018
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É lei que nos convênios de uma instituição com o Estado ou União, os recursos tem que ser depositados em nome da entidade e só podem sair de lá para pagamentos a terceiros em nome do titular do cnpj, através de Notas Fiscais, Invoices ou outros documentos legais.

Como então, a Fazer Brasil, após já ter tido uma parcela de seu convênio bloqueada pela justiça, continuou a receber recursos da Apex e imediatamente sacava em numerário no banco?

Aonde ela colocava este dinheiro?

Como a APEX permitia que isto ocorresse?

Por que a Apex não considerou a Fazer Brasil inadimplente após o primeiro bloqueio?

Por que a Apex não avisou para as entidades que estavam criando a Abexa que a Fazer Brasil estava irregular com a Apex?

Por que a Apex acobertou as irregularidades da Fazer Brasil?

Estas são perguntas que a Apex terá que responder…

Foram meses de acobertamento de uma situação muito mal explicada e quem sofreu as consequências foi o artesanato brasileiro.


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ERA UMA VEZ – A SAGA DO ARTESANATO BRASILEIRO – CAP V – O PARECER DO PROF. IVES GANDRA

15 de março de 2018
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A Dim Import e Export, pediu ao prof Ives Gandra um parecer sobre o caso.

Qual não foi a nossa surpresa, como um jurista da sua competência faz declarações totalmente absurdas sobre a questão.

O que ele disse:

“A Fazer Brasil constituiu uma nova entidade”…não sei de onde ele tirou isto, pois a Fazer Brasil, sim, por determinação da Apex, deveria se associar a nova entidade que estava sendo criada, mas em nem um momento eles foram responsáveis pela sua constituição

“Os pagamentos realizados pela Abexa deveriam ter os documentos em seu nome”…Mas isto é LEI. Qualquer convênio assinado por uma entidade com qualquer órgão publico, só podem ter pagamentos em seu nome, não podendo pagar notas fiscais, envoices e outros documentos em nome de terceiros.

“Foi feito pagamento pela Abexa para a Fazer Brasil”…Foram colocados a disposição do perito todos os documentos fiscais da Abexa, contas bancárias, etc,  que nem ele e nem o Prof. Ives Gandra consultaram para que ele pudesse fazer tal afirmação.

“A Abexa como laranja, pagava as despesas da Fazer Brasil…” da mesma forma que o item anterior, gostaria que o Prof Ives Gandra, provasse documentalmente que isto ocorreu e qual foi a atividade da Fazer Brasil paga pela Abexa, sendo inclusive que a Fazer Brasil pediu para sair da Abexa ANTES que a Abexa tivesse recebido os recursos da APEX.

“Que a Abexa participou da Maison Object”…enfim uma verdade. Sim participamos da Maison…

“Que a Fazer Brasil participou da Maison custeada pela Abexa…”Mentira deslavada. Até porque 1) a Maison aconteceu em setembro, quando a Fazer Brasil já tinha saido da Abexa (sua carta de demissão é de maio). Novamente pedimos que comprove com documentos que na Maison Object de setembro de 2011, a Fazer Brasil participou no espaço da Abexa. As vezes que a Fazer Brasil participou da Maison, foi quando tinha convênio próprio com a Apex e a Abexa nem havia ainda sido criada.

“Que os recursos da Apex não são publicos e sim privados…” este parecer com certeza foi escrito por algum estagiário. Não dá nem para comentar tamanha ignorância.

“Que a Apex não poderia fazer convênio com terceiros…”Se a Apex recebe recursos oriundos do Sistema S para aplicar na promoção de produtos brasileiros, se sofre auditoria do TCU, ela iria fazer convênios com quem?

Proximo Capítulo – O ganho da ação no Tribunal de Justiça de São Paulo por unanimidade a favor da Abexa…

 


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ERA UMA VEZ…A SAGA DO ARTESANATO BRASILEIRO – CAP IV – A PERICIA JUDICIAL QUE NÃO HOUVE…

6 de março de 2018
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Após os embargos que bloqueavam a liberação dos recursos penhorados, foi solicitado um parecer de um Administrador Judicial que deveria fazer uma perícia nos documentos contábeis tanto da Abexa quanto da Apex para demonstrar ou não, se a Fazer Brasil tinha se beneficiado de algum recurso desde a sua liberação pela Apex em junho de 2011 até outubro de 2011.

Disponibilizamos toda a documentação em original e cópia – extratos bancários, pagamentos efetuados, invoices, notas fiscais, etc (caso ele desejasse juntar aos autos) e ficamos esperando a visita do Administrador Judicial.

Qual não é a nossa surpresa, quando o Administrador Judicial NUNCA NOS VISITOU E NEM SOLICITOU QUE FOSSE ENVIADO A ELE OS DOCUMENTOS – sem ter feito pericia em nenhum documento sequer, emitiu um parecer de que a Fazer Brasil tinha se beneficiado sim dos recursos!

A partir deste momento, começamos a entender que havia algo mais atras deste processo, e quando ficamos sabendo que a empresa pertencia a um parente do ex Ministro Resek…

Próximo capítulo – o parecer de um renomado jurista, totalmente descabido frente a legislação…

 


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ERA UMA VEZ – A SAGA DO ARTESANATO BRASILEIRO – CAP III – O BLOQUEIO

27 de fevereiro de 2018
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Em 20 de junho de 2011, a Apex aportou a primeira parcela para a Abexa no valor de R$ 2.5 milhões, para fazer frente as despesas com os eventos na Europa e EUA até o mês de fevereiro.

Naquela data, o único que tinha o projeto individual aprovado pela Apex era o Centro Cape e a Fazer Brasil já tinha enviado a carta pedindo exclusão, por não ter conseguido fechar a sua prestação de contas individual com a Apex (e isto era regra, para poder participar dos eventos promovidos pela Abexa, tinha que ter tido as suas contas individuais anteriores aprovadas pela Apex).

Posteriormente a Artest e Ica apresentaram suas cartas de aprovação.

Começamos então a buscar orçamentos, fechar montagens, verificar os materiais de divulgação, fazer o planejamento de prospecção, pesquisa, enfim, tudo o que estava previsto no planejamento e naquele momento, somente  o Centro Cape, a Artest e o Ica estavam aptos e já nos preparávamos para buscar a adesão de novos associados.

Estava tudo transcorrendo normalmente quando então no dia 29 de outubro de 2011, quando fomos fazer a conciliação bancária do dia anterior nos deparamos com um bloqueio de R$ 922.630,41.

A primeira ideia era de que havia um erro do banco, pois a Abexa não tinha nenhuma justificativa para receber um bloqueio desta ordem.

Fomos então buscar a informação do que tinha acontecido…

Aí ficamos sabendo que a Fazer Brasil, alguns anos antes tinha feito um acordo com uma empresa chamada DIM impor e Export para uma ação em Paris e não tinha cumprido o acordo (segundo o processo) e inclusive ficamos sabendo também que o motivo dela não ter tido as contas aprovadas na Apex foi porque um dos repasses da Apex para a Fazer Brasil (quando ela tinha seu projeto individual) havia sido boqueado por conta desta ação.

Nos estranhou muito a Apex não ter nos informado deste fato e ter permitido que a Fazer Brasil participasse inicialmente da Abexa, sabendo que suas contas não seriam aprovadas e ela posteriormente teria que se afastar por força do estatuto.

Mas continuávamos sem entender o porque  bloquear recursos de uma entidade que não tinha nada a ver com a Fazer Brasil!!!

A alegação do boqueio era de que a Abexa tinha sido criada para ser “laranja” da Fazer Brasil e assim pagar indiretamente as suas despesas!!!

Como isto seria possível se nenhum dos associados recebia nenhum recurso da Apex? Quem recebia era a Abexa para fazer frente a promoção comercial do artesanato brasileiro que era aberto a qualquer um que quisesse se associar e participar!

Colocamos toda a documentação financeira da Abexa a disposição da justiça para que ela visse e certificasse que de junho a outubro,  a Fazer Brasil não se beneficiou em nada da Abexa, não participou de nenhum evento promovido pela Abexa e nem existia projeção de sua participação, já que não fazia mais parte dos quadros sociais.

Lógico, com a certeza de que a justiça iria ser justa, entramos com embargos para segurar os recursos e se possível retorna-lo para a Abexa.

PROXIMO CAPITULO – as mentiras e direcionamento feitos pelos advogados da DIM e como um grande jurista presta um depoimento totalmente descabido e incoerente com a Lei.

 


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ERA UMA VEZ…A SAGA DO ARTESANATO BRASILEIRO – CAP II – A UNIÃO DOS PROJETOS

19 de fevereiro de 2018
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Em 2010, a Apex informou aos quatro projetos existentes que não haveria mais projetos pulverizados, mas somente um projeto nacional, onde os quatro projetos seriam apoiados e outros poderiam entrar.

Foi um grande susto, pois afinal as instituições nem se conheciam. O Centro Cape e ICA até que tinham alguma afinidade, pois nos encontrávamos em eventos do artesanato que aconteciam pelo Brasil promovidos pelos Sebrae´s ou mesmo pelas nossas próprias entidades.

Mas a Fazer Brasil e Artest, conhecíamos só de nome, pois como dissemos, nos seus projetos individuais as entidades eram totalmente autônomas, e gerenciavam individualmente seus programas e ações e ninguém sabia o que acontecia com as outras.

A Apex então propos pagar por um planejamento estratégico de forma que as entidades pudessem se entender e assim formar uma entidade comum.

Foram meses de discussões, muitas vezes muito pesadas, até porque o Centro Cape e ICA realmente eram entidades sem fins lucrativos e seus dirigentes não recebiam nem um centavo por suas ações, ao contrário como ficamos sabendo no desenrolar das discussões, da Fazer Brasil e Artest onde o programa de exportação eram negócios próprios, apesar de serem Organizações Não Governamentais.

Até o Centro Cape e ICA, apesar de serem ONG´s, tínhamos divergências pelas nossas diferentes forma de trabalhar. O Centro Cape contra o paternalismo, com uma visão empresarial e o ICA ao contrário, com uma visão protetora.

Mais, não tínhamos outra opção, a não ser atender a Apex, pois ou nos uníamos, ou os convênios estariam encerrados no ano de 2011, quando cada um estivesse finalizando o seu convenio individual, e realizado a sua prestação de contas.

As gestões que antes eram de cada entidade para gerir os seus recursos, agora seriam compartilhadas. Não haveria mais participação individual, mas sim coletiva, onde os espaços nos eventos, por exemplo, seriam da Abexa e seus associados se quisessem poderiam aderir ou não.

O mesmo valia para os materiais de divulgação, os projeto vendedor e comprador, as ações de prospecção, onde o que se fizesse valeria para todos.

Os mercados também, não poderiam mais ser exclusivos de ninguém. O Ica bem que poderia atender a um artesão de Minas Gerais, assim como o Centro Cape um do Paraná e qualquer entidade brasileira poderia se associar

Quem decidiria através de que entidade ele iria participar de uma ação, era o próprio artesão.

Depois de muita discussão, chegou-se a criação da ABEXA – Associação Brasileira de Exportação de Artesanato, no dia 10 de dezembro de 2010, cujo lançamento foi feito na sede da Apex em Brasilia. Como o Centro Cape tinha escritório em Brasilia, oferecemos o espaço de uma sala para ser ocupada pela Abexa.

Como todas as entidades ainda estavam finalizando seus projetos originais, o convenio da ABEXA com a APEX, somente viria a ser assinado em maio de 2011 e mesmo assim, as entidades que o criaram, somente poderiam se beneficiar das ações que seriam promovidas pela ABEXA, caso seus projetos individuais fossem aprovados pela APEX.

Não haveria mais pagamentos individuais para os associados e sim ações promovidas pela ABEXA onde a participação de cada um seria livre, inclusive para os novos associados que aderissem.

A ABEXA fechou então que no segundo semestre de 2011, iria participar da Tendence em Frankfurt, Maison Object em Paris, New York Now, Fancy Food, Bryant Park em New York.

As entidades que quisessem participar destes eventos, deveriam apresentar a prestação de contas de seus antigos projetos individuais, aprovada pela Apex.

O Centro Cape, foi o primeiro que apresentou, seguido pelo ICA e Artest. A Fazer Brasil, apresentou uma carta de demissão da ABEXA, informando que sua prestação de contas não tinha sido aprovada e conforme constava no estatuto da Abexa, o associado nesta condição deveria se afastar da entidade, podendo só retornar caso mudasse a condição de inadimplência com a Apex.

Naquela data, do pedido de afastamento, a Apex nem tinha feito o primeiro aporte que somente aconteceriam e final de junho de 2011.

O cargo da Fazer Brasil na direção da Abexa ficou vago, até porque com somente três associados, não havia como ocupa-lo com outro membro e então decidimos que na Assembleia Geral marcada para dezembro daquele ano, com possivelmente novos associados, iríamos ocupa-lo com os novos membros, além do que uma Assembleia Geral tinha um custo muito elevado, já que estaríamos falando de deslocamentos do Ceará, Minas e Paraná para Brasilia.

PROXIMO CAPITULO: O BLOQUEIO DOS RECURSOS NA ABEXA.


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ERA UMA VEZ – A SAGA DO ARTESANATO BRASILEIRO – CAP I – 2004

18 de fevereiro de 2018
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Em 2004, a apex decidiu que iria começar a apoiar o artesão brasileiro para a exportação de Artesanato.

O primeiro projeto a ser apoiado foi o Centro Cape, que depois foi seguido pelo Sindicato dos Artesãos do Ceará (depois substituÍdo pelo ICA (instituto Cearense do Artesanato), teve um projeto de Pernambuco (que não lembro o nome), um do Rio de Janeiro (se não me engano liderado pela Firjan), seguido depois pela Fazer Brasil de São Paulo, Artest do Paraná e talvez outras pequenas ações pontuais, que sei que ocorreram, mas não lembro os nomes.

Passado os anos, sobraram somente o Instituto Centro Cape, A Fazer Brasil de São Paulo, o ICA do Ceará, e a Artest do Paraná.

As instituições faziam, individualmente, cada um com o seu projeto, ações de prospecção e vendas principalmente na Europa e nos EUA (este ultimo somente com o Centro Cape).

As instituições eram autônomas, e mesmo com a participação nos mesmos eventos (Maison Object – Paris, Ambiente e Tendence – Frankfurt, Intergift e Bijoutex – Madri), iam de forma separada, cada um com o seu stand e às vezes até em pavilhões diferentes.

Em comum, faziam rodadas de negócio no Brasil, lideradas pelo ICA e Centro Cape.

Nos EUA somente o Centro Cape atuava, participando de mais de 9 eventos anualmente (Gift Fair, ICFF, Acessories, Arte Expo, Fancy Food, Las Vegas Show, Hotel, Motel and Restaurant, Bryant Park), fora um show room que montamos na 34th com 5a., em frente ao Empire State, além de um Centro de Distribuição em Passaic – New Jersey, numa parceria com uma empresa americana chamada Worldwide (que mantemos ate hoje)

Aos trancos e barrancos, através do “aprender fazendo”, iam cada uma a seu modo, tentando conquistar o mercado internacional.

Isto, foi acontecendo até 2009, quando inclusive os projetos não atendiam artesão so de seu estado, mas englobavam outros, de acordo com o perfil dos eventos.

PROXIMO CAPÍTULO – A união das entidades por ordem da APEX.


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Mãos de Minas X Tânia Machado

18 de fevereiro de 2018
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Tenho tentando de todas as formas desvincular meu nome da Mãos de Minas, mas volta e meia lá esta alguem falando algo da Mãos de Minas e vinculando meu nome como se fosse o presente.

Sei que fui muito importante para o fortalecimento do projeto, mas a cronologia é a seguinte

1983 – ajudei a criar o programa de governo Mãos de Minas

1987 – ajudei a criar a associação Mãos de Minas

De 1987 a 1997 – fiquei à frente da Mãos de Minas como presidente

de 1997 a 2007 – FIQUEI TOTALMENTE FORA DA MÃOS DE MINAS

2007 a 2013 – Como a Mãos de Minas estava com um problema na Prefeitura, voltei para tentar ajudar e com o apoio do Dr. José Bicalho – então secretario de Finanças da Prefeitura e vereadora Luzia Ferreira, conseguimos resolver o problema em 2011 e então esperei acabar meu mandato em outubro de 2013 e então aí definitivamente.

2013 – SAI DEFINITIVAMENTE DA MÃOS DE MINAS

Quando saí, perdoei mais de R$ 1 milhão que a Mãos de Minas devia ao Centro Cape de alugueis, iptu, Unimed de funcionários, segurança, limpeza, material de escritório, telefone e outras despesas que a Mãos de Minas não conseguia pagar.

Deixei também um patrimonio de R$ 120 mil reais e uma dívida de longo prazo com o Banco do Brasil de R$ 353 mil reais. Ou seja, um passivo de R$ 233 mil e uma dívida com o Centro Cape ZERO. Na época tinham tambem 1257 associados.

Para facilitar a gestão financeira, o valor do aluguel do prédio e despesas rateadas que eles, antes pagavam 1/2 das despesas, fui reduzindo e hoje eles pagam R$ 2000 de aluguel, não pagam IPTU, segurança, limpeza e pagam hoje também as despesas diretas com a Unimed e horas que usam do TI. Ou seja, de uma despesas de mais de R$ 40 mil, em 2013, foi reduzida para menos do que R$ 5.000.

Não tenho a minima noção do que hoje acontece na Mãos de Minas, mas sei que eles com apertos financeiros, haja visto as cartas de cobrança que recebo do Banco do Brasil, em virtude do atraso deles no pagamento do empréstimo, que nestes 5 anos, pegaram mais R$ 300 mil.

A Feira Nacional de Artesanato, desde o ano de 2002 é gerida pelo Centro Cape, de acordo com a proposta que tudo que não fosse exclusivo dos associados, o Centro Cape é que ia gerir.

Agradeço àqueles que tentam me homenagear, vinculando meu nome à Mãos de Minas, mas pediria que entendessem que nestes 35 anos do inicio da Mãos de Minas até hoje, acho que já dediquei a minha parte. Agora é com eles.

 

 

 

 

 

 


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ERA UMA VEZ…A SAGA DO ARTESANATO BRASILEIRO

4 de fevereiro de 2018
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Nos próximos meses estarei escrevendo o ERA UMA VEZ…A SAGA DO ARTESANATO BRASILEIRO…uma novela sobre a situação atual de nossos tribunais e suas influencias sobre os resultados dos julgamentos, de acordo com os interesses pessoais…

Sinopse da obra

Comeca em 2005, quando quatro entidades de apoio ao artesanato brasileiro, decidem fazer um convenio cada uma, com uma estatal brasileira para exportar artesanato brasileiro para a Europa e EUA.

No meio do processo – em 2010, a estatal obriga as quatro instituições a se unirem mas não avisa que uma delas tem sérios problemas com a justiça.

Por causa deste processo as entidades sofrem um bloqueio financeiro de algo que não tinham nada com isto.

No processo, renomados juristas dao pareceres totalmente contra a legislação, diligencias financeiras documentais são feitas sem a verificação de documentos in loco, o processo vai para um superior tribunal, e manipulado para que um ministro se afaste e um ex ministro, parente dos interessados ao processo influencie os ex colegas de forma que se reverta toda uma situação numa forma inédita nunca ocorrida em desrespeito a uma tal de sumula 7.

Não sei quantos capítulos terão esta novela…mas ela sera contada com cada detalhe para que vocês possam no final avaliar a justiça neste pais…

Nao percam os proximos capitulos…

 


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LINHAS DA LIBERDADE

27 de novembro de 2017
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Folder linhas da liberdade (5)


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Mahamudo Amurane

9 de outubro de 2017
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Mahamudo veio a primeira vez ao Brasil em 1991, quando tinha 18 anos num grupo de Moçambique que veio participar no Centro Cape do Treinamento de Treinadores na metodologia CEFE.

Era um menino humilde, simples, chegando até a ser ingênuo.

Anos depois, voltou ao Brasil para fazer o curso de economia na PUC, quando então o Centro Cape forneceu a ele uma bolsa de estudos e conseguia alguns bicos para que ele melhorasse a sua renda.

Voltou para Moçambique e de tempos em tempos recebia noticias dele.

Em 2014, apareceu por aqui e informou que era o Prefeito da cidade de Nampula (o terceiro maior município de Moçambique). Trocamos algumas informações, consegui algumas reuniões para ele, fora as que ele mesmo já havia conseguido.

Neste tempos, voltou a Belo Horizonte mais algumas vezes, quando assinamos um convenio de Cooperação Técnica para ajudá-lo nas questões do artesanato na sua região. Uma vez veio com a família, esposa e filhos…

Conversávamos muito e ele me falava da sua luta contra a corrupção no seu pais e de como estava enfrentando os grandes e a cultura do roubo por parte de alguns governantes. Falava com ele que me preocupava, pois ele poderia ser morto por aqueles que estava desafiando. Ele informava que sabia disto, mas não ia arrefecer…

Semana passada Mahamudo foi morto com três tiros a queima roupa em Nampula…


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ADRIANA ANSELMO

23 de setembro de 2017
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Estou fazendo um trabalho no Presidio Feminino Estevão Pinto, onde a grande maioria das mulheres tem famílias e filhos – muitos menores de idade.

Algumas estão lá em prisão preventiva, aguardando julgamento. Outras já foram condenadas e estão cumprindo pena.

Agora, não vi lá nenhuma delas falar em ir para a prisão domiciliar porque tem filhos pequenos para cuidar!

Engraçado as diferenças de tratamento…

 


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